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Após série de críticas, articulador da prefeitura diz que Bocalom vai ter líder na Câmara

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O articulador da prefeitura de Rio Branco na Câmara de vereadores, ex-deputado estadual Helder Paiva, afirmou ao ac24horas durante agenda na Associação dos Municípios do Acre (AMAC), na tarde desta quinta-feira, 22, que a relação com os parlamentares está melhorando, mesmo com a gestão de Tião Bocalom sendo alvo de críticas de denúncias constantes.

Paiva reforçou que o prefeito decidiu que em breve apresentará o vereador que será líder na Câmara. “Estava faltando carinho, diálogo. Chegamos e já estamos conversando sobre o assunto. Não vamos escolher agora, mas, em breve, a gente vai tá escolhendo o líder”, explicou.

O prefeito Tião Bocalom (Progressistas) disse que está analisando a possibilidade de escolha de um dos 17 vereadores para ser o líder na Câmara Municipal de Rio Branco. De acordo ele, esse assunto não é o objetivo da gestão no momento, porém, em meio às recentes críticas dos parlamentares em diversos setores da prefeitura, existe o interesse de um representante do Poder Legislativo Municipal. “Estamos analisando”, declarou.

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Veículos ficam cobertos pela água em transbordamento em frente a loja Havan

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A forte chuva que assola a cidade de Rio Branco nesta sexta-feira, 2, vem causando uma série de transtornos em vários pontos da cidade.

Na entrada da estrada do Calafate, próximo a Havan, ficou totalmente inundada devido ao transbordamento de bueiros. O incidente acabou ocasionando danos materiais a dois veículos que foram engolidos ao passarem pela estrada – sendo um deles uma caminhonete.

De acordo com a Defesa Civil, a previsão de chuvas para esta sexta-feira era de 40mm.

Veja o vídeo:

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Acre 01

Em Xapuri, chuva causou mais de duas horas de apagão; Bombeiros não registraram chamados

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Apesar da forte chuva que atingiu a cidade, em Xapuri, o 8º Batalhão do Corpo de Bombeiros não havia recebidos chamados de ocorrências até o fim da manhã desta sexta-feira, 2.

Fazia exatamente uma semana que não chovia efetivamente na zona urbana do município, com o último registro tendo ocorrido na sexta-feira da semana passada, 25 de novembro.

A chuva era esperada pela população, principalmente em razão das dificuldades que uma das duas Estações de Tratamento de Água (ETA) do Saneacre na cidade está tendo por falta de chuvas.

O problema mais grave ocasionado pela chuva desta sexta-feira foi um apagão de pouco mais de hora. Por meio de nota, a Energisa Acre prestou esclarecimentos sobre o fato.

“A interrupção de energia que ocorreu nesta sexta-feira, 02/12, das 7h56 às 09h08, em Xapuri, foi ocasionada por uma falha na rede que ocorreu durante a forte chuva que atingiu a região”, disse a concessionária.

A Energisa também comunicou que imediatamente, três equipes da empresa foram acionadas, o problema foi resolvido e a energia foi restabelecida.

“Lembrando que as interrupções no fornecimento de energia devem ser registradas pelos canais digitais de atendimento: o app Energisa On, o site da energisa.com.br e o 0800 647 7196”, acrescentou o comunicado.

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Em 10 anos, trombose venosa levou 942 pessoas à internação em hospitais no Acre

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Mais de 425 mil brasileiros foram internados para tratamento de tromboses venosas entre janeiro de 2012 e maio de 2022. É o que revela levantamento inédito produzido pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV). No Acre, desde 2012 já são 942 internações por trombose venosa.

O cálculo aponta que, todos os dias, em média 113 pessoas são internadas na rede pública para tratar o problema. A situação preocupa especialistas, que alertam para os riscos de a doença desencadear quadros clínicos ainda mais graves, como a embolia pulmonar.

O estudo, elaborado a partir de registros oficiais do banco de dados do Ministério da Saúde, evidencia a necessidade de os brasileiros se atentarem aos cuidados diários relacionados à saúde vascular, como alerta o presidente da SBACV, Julio Peclat. “O volume de internações por tromboses venosas, além de ser preocupante do ponto de vista clínico, revela um cenário precário no que se refere às práticas de autocuidado pelos brasileiros, considerando que o problema pode ser evitado com a adesão de medidas simples, como a prática de exercícios físicos e o controle do peso corporal”.

A trombose venosa ocorre quando há a formação de coágulos de sangue dentro das veias, principalmente nos membros inferiores, impedindo o fluxo natural do sistema cardiovascular. Essa condição pode causar manchas arroxeadas ou avermelhadas nos locais afetados, acompanhadas de sensação de desconforto, dor e inchaço.

As principais causas do problema são alterações na coagulação, imobilidade prolongada ou lesão nos vasos sanguíneos. O uso de anticoncepcionais, cigarro e histórico familiar são alguns dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de tromboses venosas.

São Paulo foi o estado que mais contabilizou internações para o tratamento de tromboses venosas, com 118.960 registros no banco de dados do SUS. Em seguida aparecem Minas Gerais (69.164), Paraná (39.426) e Rio Grande do Sul (36.964). Já os estados menos expressivos no número de internações pela doença são o Amapá (194), Roraima (426) e Acre, já citado.

Um ponto que chama atenção é que 61% dos pacientes que chegaram ao hospital para tratamento do problema são do sexo feminino. Já a faixa etária mais expressiva no quadro de internações compreende os pacientes com idades entre 40 e 69 anos, sendo eles os responsáveis por 56% de todos os registros.

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Após reação negativa, Bolsonaro volta atrás em corte de verba das universidades federais

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O governo de Jair Bolsonaro (PL) recuou dos bloqueios de verba às universidades federais que haviam sido feitos na última segunda-feira, 28. As instituições passaram a ter os recursos disponíveis em seus sistemas às 11h desta quinta-feira, 1.

A informação é do jornal Estadão, que apurou que os reitores, no entanto, temem que o dinheiro possa ser bloqueado novamente e correm para empenhá-lo. Ainda não há informações sobre a razão para o desbloqueio.

A medida havia travado cerca de R$ 1,4 bilhão na área da Educação, sendo R$ 344 milhões de universidades. Segundo o Estadão apurou, os reitores, no entanto, temem que o dinheiro possa ser bloqueado novamente e correm para empenhá-lo. Ainda não há informações sobre a razão para o desbloqueio.

No Acre, a Universidade Federal do Acre (Ufac) teve um bloqueio de mais de R$ 5 milhões no orçamento com o novo bloqueio de verbas do Ministério da Educação (MEC). Já o Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac) teve R$ 1.939.452,91 bloqueados em relação a repasses realizados pelo governo federal.

A associação que reúne reitores das federais (Andifes) afirmou que “seguirá atenta aos riscos de novos cortes e bloqueios e manterá o diálogo com todos os atores necessários, no Congresso Nacional, governo, sociedade civil e com a equipe de transição do governo eleito para a construção de orçamento e políticas necessárias para a manutenção e o justo financiamento do ensino superior público.”

Na semana passada, a Andifes havia afirmado que o corte inviabilizava “as finanças de todas as instituições” e reclamado do bloqueio de dinheiro durante o jogo da seleção brasileira contra Suíça pela Copa do Mundo. A associação afirma que ainda aguarda o desbloqueio de R$ 438 milhões do orçamento das universidades feito em junho pelo governo Bolsonaro. E que esses recursos são “fundamentais para fechar o ano”.

Muitas universidades têm atrasado contas de luz e dizem que não tem como manter os serviços, bolsas e até pagamentos de salários com os cortes sucessivos promovidos pelo governo atual.

Na terça-feira, 29, o MEC havia informado, em nota, que havia recebido a notificação do Ministério da Economia a respeito dos bloqueios orçamentários realizados. “É importante destacar que o MEC mantém a comunicação aberta com todos e mantém as tratativas junto ao Ministério da Economia e à Casa Civil para avaliar alternativas e buscar soluções para enfrentar a situação”, apontou a pasta.

Já o Ministério da Economia, no mesmo dia, afirmou que foi indicada no relatório de receitas e despesas do quinto bimestre uma “necessidade de bloqueio de R$ 5,67 bilhões para cumprimento do teto de gastos, em virtude do aumento da projeção de despesas obrigatórias”.

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