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Acre mantém retorno das aulas remotas para início de maio

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A Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE), através da Diretoria de Ensino, anunciou nesta sexta-feira (16), o cronograma de preparação para o ano letivo de 2021, que irá começar no dia 3 de maio para mais de 160 mil alunos.

No entanto, antes do início das aulas a diretoria de ensino realiza a formação, que é dividida por módulos e visa contemplar todas as modalidades da educação básica. As equipes dos núcleos foram as primeiras a serem contempladas, para que possam replicar os conteúdos nos municípios, tanto com os gestores, como com os professores.

A formação está sendo feita por meio da plataforma educ.see.ac.gov.br. Imagem da página do portal. Mesmo antes de iniciar as formações, equipes da educação básica realizaram reuniões via web para alinhar e explicar como seria desenvolvida a formação na plataforma. A cada dia, foram repassadas as informações sobre as diversas modalidades de ensino.

Cronograma das aulas

Com o fim do ano letivo de 2020 atrasado por conta da pandemia, a Secretaria Estadual de Educação divulgou um calendário em que pretendia iniciar as aulas de 2021 no mês de maio. No início as aulas seriam realizadas de forma presencial, mas, devido o agravamento da pandemia e o nível de classificação do Estado pelo Comitê da Covid-19, as aulas voltarão a ser online – ensino remoto.

Suspensão de aulas presenciais

As aulas presenciais foram suspensas no dia 17 de março, na semana em que o Acre confirmou os três primeiros casos de Covid-19. Desde então, os alunos têm acesso ao conteúdo escolar pela internet por videoaula, pelo rádio com audioaula, pela televisão e também pelo material impresso adquirido nas escolas.

No ano passado, em meio à pandemia, os alunos da rede pública estadual concluíram apenas os 1°, 2° e 3° bimestres.

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Justiça manda soltar ex-ministro Milton Ribeiro e pastores

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O desembargador Ney Bello, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), ordenou a soltura do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura nesta quinta-feira (23). Eles foram presos ontem pela Polícia Federal no âmbito da operação “Acesso Pago”, que investiga a suspeita de um “balcão de negócios” para liberação de verbas do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).

Em decisão, Bello atendeu a um pedido da defesa do ex-ministro, apresentado ontem a noite. O desembargador afirmou que nada indicava a necessidade da prisão preventiva, uma vez que os fatos narrados envolvem acontecimentos passados e que Ribeiro não está mais no governo.

Segundo o magistrado, o ex-ministro não representa um risco à ordem pública ou econômica que justifique a detenção.

“As decisões que foram tomadas e os atos adjetivados de ilícitos há meses atrás, não estando o paciente na possibilidade de continuar os praticando, não geram contemporaneidade e nem a utilidade a fundar um decreto de prisão preventiva. Como o próprio nome já indica, a prisão preventiva serve para prevenir, não para punir; serve para proteger e não para retribuir o mal porventura feito”, disse.

Ney Bello também afirmou que o MPF (Ministério Público Federal) também defendeu que fossem adotadas medidas cautelares diversas da prisão, como a proibição de deixar o país. Segundo o desembargador, embora a investigação aponte para “fatos gravíssimos”, há ausência de contemporaneidade que justificasse a prisão preventiva.

“O próprio órgão acusador ofereceu parecer contrário às prisões, o que demonstra claramente a desnecessidade, pois quem poderá oferecer denúncia posterior ou requerer arquivamento acreditou serem desnecessárias e indevidas as detenções”, escreveu.

O desembargador também criticou o fato da defesa não ter tido acesso à decisão que autorizou a prisão de Ribeiro. Os autos estavam sob sigilo e foram liberados aos advogados somente na manhã de hoje. “Num Estado Democrático de Direito ninguém é preso sem o devido acesso à decisão que lhe conduz ao cárcere, pelo motivo óbvio de que é impossível se defender daquilo que não se sabe o que é”, disse Bello.

A decisão que concede a liberdade para Milton Ribeiro foi estendida aos outros 4 presos ontem pela PF, incluindo os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura. Santos estava detido na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. Moura estava preso no Pará. Como todos foram soltos, a audiência de custódia prevista para esta tarde também foi suspensa.

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Exame/Ideia: Lula lidera com 45%; Bolsonaro tem 36% e Ciro 7%

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Pesquisa Exame/Ideia divulgada hoje pela Exame aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto no primeiro turno, com 45% na pesquisa estimulada —quando o entrevistado recebe uma lista com os nomes dos pré-candidatos. O petista é seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), que tem 36%.

O ex-ministro Ciro Gomes aparece com 7%; a senadora Simone Tebet (MDB) tem 3%, e o deputado federal André Janones (Avante), 1%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, Ciro, Tebet e Janones estão tecnicamente empatados.

O cientista político Luiz Felipe D’Avila (Novo) e Pablo Marçal (Pros) têm 0,5% cada; a sindicalista Vera Lucia (PSTU), 0,3%; e Sofia Manzano (PCB), Leonardo Péricles (UP) e o deputado federal Luciano Bivar (União Brasil), 0,1% cada. Na margem de erro, esses pré-candidatos empatam com Tebet e Janones, mas não com Ciro.

Ninguém, branco e nulo somaram 3% e não sabe foram 4%.

A rodada de hoje não é comparável com a que foi realizada em maio, já que não constam mais entre as opções os nomes do ex-governador João Doria (PSDB) e do ex-ministro Aldo Rebelo (PDT). Essa foi a primeira vez que o levantamento tirou o nome do tucano da disputa —Doria deixou a corrida presidencial no final do mês passado, após ficar isolado no PSDB.

No mês passado, Lula tinha 41% das intenções de voto; Bolsonaro, 32%, e Ciro, 9%

O levantamento ouviu 1.500 pessoas por telefone entre os dias 17 e 22 de junho. O índice de confiança da pesquisa é de 95% e o custo foi de R$ 27.970. O registro junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-02845/2022.

Primeiro turno

Lula (PT): 45%
Jair Bolsonaro (PL): 36%
Ciro Gomes (PDT): 7%
Simone Tebet (MDB): 3%
André Janones (Avante): 1%
Luiz Felipe D’Avila (Novo): 0,5%
Pablo Marçal (Pros): 0,5%
Vera Lucia (PSTU): 0,3%
Sofia Manzano (PCB): 0,1%
Leonardo Péricles (UP): 0,1%
Luciano Bivar (União Brasil): 0,1%
Ninguém/branco/nulo: 3%
Não sabe: 4%

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea —quando a lista de pré-candidatos não é apresentada ao entrevistado—, Lula ficou com 35% das intenções de voto. Bolsonaro, por sua vez, teve 30%. Os dois, portanto, estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro.

Em comparação com o mês passado, Lula oscilou positivamente de 34% para 35%, assim como Bolsonaro, que foi de 27% a 30% —ambos dentro da margem de erro. Ciro se manteve com os mesmos 4% de maio.

Veja o resultado a seguir:

Lula (PT): 35%
Jair Bolsonaro (PL): 30%
Ciro Gomes (PDT): 4%
Simone Tebet (MDB): 1%
André Janones (Avante): 1%
Sergio Moro (União Brasil): 0,4%
Eduardo Leite (PSDB): 0,3%
João Doria (PSDB): 0,2%
Luiz Felipe D’Avila (Novo): 0,1%
Vera Lucia (PSTU): 0,1%
Outros: 0,3%
Ninguém/branco/nulo: 9%
Não sabem: 19%

Embora tenham sido citados pelos entrevistados, o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) e o ex-governador Eduardo Leite (PSDB) não estão mais na disputa pelo Palácio do Planalto.

Moro é cotado para concorrer a uma vaga no Senado pelo Paraná, mas o destino do ex-ministro ainda segue em aberto. Leite, por sua vez, vai tentar a reeleição no Rio Grande do Sul.

Segundo turno

O Instituto Ideia também fez cinco simulações de segundo turno para a disputa presidencial. Lula vence Bolsonaro, Tebet e Ciro.

Bolsonaro aparece numericamente à frente de Ciro (43% a 37%), mas há empate técnico na margem de erro; o atual chefe do Executivo vence Tebet.

Na comparação com a simulação de segundo turno entre Lula e Bolsonaro feita no mês passado, ambos oscilaram positivamente, dentro da margem de erro, e a diferença numérica entre os adversários continuou em sete pontos percentuais. Lula foi de 46% para 48%, e Bolsonaro, de 39% para 41%.

Veja os resultados a seguir:

Cenário 1

Lula (PT): 48%
Bolsonaro (PL): 41%
Branco/nulo: 7%
Não sabem: 3%
Cenário 2

Lula (PT): 47%
Simone Tebet (MDB): 20%
Branco/nulo: 28%
Não sabem: 5%
Cenário 3

Lula (PT): 45%
Ciro Gomes (PDT): 33%
Branco/nulo: 19%
Não sabem: 3%
Cenário 4

Jair Bolsonaro (PL): 44%
Simone Tebet (MDB): 23%
Branco/nulo: 29%
Não sabem: 4%
Cenário 5

Jair Bolsonaro (PL): 43%
Ciro Gomes (PDT): 37%
Branco/nulo: 14%
Não sabem: 6%
Sobre o instituto
O Instituto Ideia, antigo Ideia Big Data, foi fundado em 2011 e até 2018 realizava pesquisas eleitorais para divulgação exclusiva para seus clientes. Desde julho de 2020, o Ideia mantém uma parceria com a revista Exame, que financia e divulga seus levantamentos sobre intenções de voto. Segundo o próprio Ideia, os métodos utilizados para os levantamentos variam. O Ideia se diz “agnóstico em termos de metodologia” e faz levantamentos eleitorais usando qualquer método.

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Bolsonaristas, agora, temem vazamento seletivo para desgastar o presidente

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Após o forte abalo sofrido pela narrativa bolsonarista de que não há corrupção no governo do atual presidente, a dúvida a partir de agora entre os aliados de Jair Bolsonaro (PL) passou a ser sobre a amplitude e a duração da crise envolvendo a prisão do ex-ministro Milton Ribeiro. Trocando em miúdos, os pré-candidatos e os estrategistas da pré-campanha do presidente querem saber até onde e quando vão as investigações e quem elas poderão atingir.

O maior, temor, claro é de que elas se aproximem ainda mais do Palácio do Planalto e se estendam até a porta do primeiro turno das eleições, em outubro, a exemplo do que ocorreu com a Lava Jato, em 2018. Um governista lembrou o impacto negativo que teve a divulgação da delação de Antonio Palocci na campanha de Fernando Haddad (PT) naquele ano.

Desta vez, no entanto, o efeito pode ser inverso, pois Bolsonaro acabou sendo o grande beneficiário da divulgação da deleção de Palocci, feita pelo então juiz federal Sergio Moro. Ou seja, é grande o temor entre os bolsonaristas de que possam ocorrer “vazamentos seletivos” das investigações, expressão usada por um deles, para fazer o presidente sangrar eleitoralmente daqui até outubro. Outro pesadelo é o surgimento de uma delação premiada dos acusados até agora.

Durante toda a Lava Jato o PT criticou o que também chamava de “vazamento seletivo” das investigações para prejudicar o partido, ainda que a maior parte das informações publicadas pela imprensa tivessem sido disponibilizadas oficialmente pelo comando da operação, em Curitiba, ou seja, não se tratava de “vazamentos” de apurações sigilosas.

Agora, é vez dos bolsonaristas, que foram amplamente beneficiados pela publicização das investigações da Lava Jato, se colocarem na posição defensiva. Para eles, o fato de o juiz federal Renato Borelli ter decretado a prisão preventiva do ex-ministro ligou uma alerta no entorno de Bolsonaro: acham que ele pode adotar uma postura no sentido de desgastar o presidente.
Outro efeito muito temido da prisão do ex-ministro da Educação neste ano eleitoral é o de um possível abandono de Bolsonaro pelos aliados nos Estados, especialmente os pré-candidatos aos governos estaduais. Muitos deles já têm adotado uma postura de distanciamento das polêmicas e crises envolvendo o atual presidente.

Nesse sentido, a pesquisa Datafolha prevista para ser divulgada nesta quinta-feira (23) é aguardada com muita expectativa: se não esboçar uma reação, Bolsonaro poderá ver seus apoios minguarem nos estados, avaliam governistas.

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Ciro e Tebet acham que Bolsonaro não chegará ao 2º turno e almejam sua vaga

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Terceiro e quarto lugar na média das pesquisas de intenção de voto para presidente da República, Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) acreditam que tomarão a vaga do presidente Jair Bolsonaro (PL), e que um dos dois seguirá no segundo turno para a disputa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Essa avaliação de que Bolsonaro pode ser derrotado já no primeiro turno aumentou após a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. Ele é acusado de montar com pastores protestantes, indicados por Bolsonaro, um gabinete paralelo para cobrar propinas de prefeitos na liberação de verbas da pasta.

Os pré-candidatos do PDT e do MDB acreditam ainda que poderão conquistar o apoio um do outro para a disputa eleitoral. Simone Tebet e Ciro Gomes têm não só uma boa relação pessoal. Eles cultivam a proximidade entre ambos na esperança de atrair o apoio, um do outro, na reta final da disputa. Para isso, mantêm conversas constantes e cordiais por WhatsApp.

As pesquisas encomendadas por seus partidos mostram que haveria, tanto no lado de Lula como no de Bolsonaro, “uma franja” do eleitorado disposto a migrar para a eventual terceira via. Esse grupo se juntaria aos indecisos e aos já definidos tanto por Ciro quanto por Simone, somando cerca de 30% dos votos no primeiro turno.

Nas conversas que mantêm, nenhum dos dois tenta convencer o outro a desistir. Dizem a seus interlocutores que seria “uma indelicadeza”. Eles pretendem deixar que o “seguimento da campanha eleitoral” e das pesquisas leve o outro a se decidir, se um dos dois de fato avançar a ponto de a união fazer alguma diferença.

Se esse avanço não ocorrer em nenhum dos dois casos, os comandos das campanhas de ambos são realistas: acreditam que será mais provável o voto útil na reta final do primeiro turno, esvaziando-os e favorecendo a polarização entre Lula e Bolsonaro ainda no primeiro turno.

Não é só por causa da esperança de que podem deslanchar nas pesquisas que eles ainda não se juntaram. Há também uma dificuldade, digamos, ideológica. Embora ambos digam ter “o maior respeito e admiração” pelo outro, na verdade nutrem profundas diferenças de projeto, especialmente na área econômica.

Ciro considera que Simone Tebet está “dando ouvidos demais” a economistas com um ideário, que considera neoliberal, dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer.

Já a senadora avalia que as propostas de Ciro são bonitas, mas inconsistentes do ponto de vista da teoria econômica. E que ele está “por demais arraigado” nessas ideias heterodoxas, o que dificultaria um acordo.

Além disso, há a resistências nos partidos de ambos. Ciro não se entende e nem quer proximidade com o que chama de “banda podre do MDB”. Simone, por sua vez, não teria restrições a receber apoio geral do PDT, mas aí a resistência vem do partido de Ciro, que tende a migrar para Lula se o candidato desistir.

Trata-se de um caminho ainda pedregoso, mas sobre o qual ambos acreditam que podem trilhar e, cada um a seu modo, sair vitoriosos na eleição de outubro. É esperar para ver.

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