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Operações da polícia na SEE causam troca de farpas na Assembleia

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O deputado Roberto Duarte (MDB) retomou na sessão virtual desta quarta-feira (17) da Assembleia Legislativa do Acre o debate acerca de supostas irregularidades na Secretaria de Estado da Educação. Ele disse concordar com o líder do governo na Aleac, deputado Pedro Longo (PV), sobre a presunção de inocência, mas ressaltou há muitas denúncias a serem apuradas.

“Esse não é o governo que eu ajudei a eleger. Não são os princípios que eu sou favorável. Houve o mínimo de consideração do gestor de responder à Assembleia? Quer esconder algo?”, questionou o deputado do MDB.

“Há suspeitas sim. Há indícios sim. Se não houvessem não haveriam pessoas em prisão domiciliar. Há indícios veementes e o governo tem de dar uma resposta à sociedade”. completou ele que não admite esperar o transitado em julgado para que haja apuração da Aleac. “Vamos esperar uma sentença penal condenatória para tomarmos providência?”, perguntou, contrapondo ao líder Pedro Longo.

Pedro Longo responde Duarte: “Gladson é republicano e não dá jeitinho”

O líder do governo na Aleac contrapôs ao discurso de Duarte. “Bem ao contrário do que deduziu o deputado Roberto Duarte destaca-se que foi o governador quem instalou a delegacia de polícia dedicada à investigação e ele age de forma republicana, não dá jeitinho”, disse.

O representante do governo na Aleac afirmou que que aqueles que tiverem os nomes citados tem o direito à ampla defesa. “É fácil fazer a denúncia, do lado do sensacionalismo”, completou, apresentando pesquisa sobre as investigações que pairaram sobre o MDB, partido de Duarte.

Segundo Longo, a polícia teve toda liberdade de adotar as providências ocorridas no caso da SEE e todas as informações estão acessíveis aos órgãos de controle.

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