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Prevendo alagação, Rio Branco institui o gabinete de gerenciamento de crise

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

O nível do Rio Acre continua a subir nesta sexta-feira, 29. O nível, registrado às 6 horas da manhã aponta 12,59m, é pouco menos de um metro da cota de alerta (13,50m) e bem próximo da cota de transbordamento (14 metros) que é quando as primeiras famílias dos bairros mais baixos de Rio Branco começam a ser atingidas pelas águas.

Para lidar com mais eficiência em uma possível enchente ou em outra situação que requeira uma ação rápida e mais precisa do município, a prefeitura de Rio Branco institui na estrutura organizacional da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil – COMDEC, o “Gabinete de Gerenciamento de Crises – Gcrises”, ligado diretamente ao Coordenador Municipal de Defesa Civil, com a finalidade de equacionar crises no campo de ação dos órgãos municipais em defesa da cidadania de Rio Branco.

A comissão terá 21 representantes de praticamente todas as secretarias e órgãos do governo municipal, além de representantes do Ministério Público do Estado do Acre e do Poder Judiciário, e será coordenada pelo coordenador da defesa civil municipal.

De acordo com o decreto de publicação no Dário Oficial desta sexta-feira, considera-se crise todo incidente ou situação crucial não rotineira, que exija uma resposta especial do Município, em razão da possibilidade de agravamento conjuntural, inclusive com risco de vida para pessoas envolvidas, e que possa manifestar-se através de ameaças de mudanças climáticas, ação da natureza ou do homem, ocupação ilegal de terras, bloqueio de estradas, dentre outras ocorrências de vulto, surpreendendo as autoridades e exigindo uma postura imediata das mesmas.

O gerenciamento de crise é o processo eficaz de se identificar, obter e aplicar, de conformidade com a legislação vigente e com emprego das técnicas especializadas, os recursos estratégicos adequados para solução de crise, sejam medidas de antecipação, prevenção e/ou resolução, a fim de se assegurar o completo restabelecimento da ordem e da normalidade da situação.

Cotidiano

Passeio de bicicleta por Rio Branco arrecada alimentos para campanha Estrada Solidária

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Ciclistas promovem nesta quinta-feira (5) um passeio ciclístico solidário para arrecadar alimentos não perecíveis para a campanha Estrada Solidária realizada pela Polícia Rodoviária Federal no Acre.

O passeio é aberto a todos os ciclistas e terá como ponto de encontro e partida a Praça da Revolução, às 19h, em frente ao Comando-Geral da Polícia Militar do Acre, no centro da cidade, e terá um trajeto de aproximadamente 12 km entre o primeiro e segundo distrito da capital.

No ponto de encontro haverá um posto de arrecadação de alimentos e a população e os atletas que quiserem poderão levar as suas doações ao local. Desta forma, a população estará colaborando com a campanha nacional da PRF que visa arrecadar alimentos para doação para instituições de assistência social do Acre cadastradas no programa nacional Pátria Solidária.

O passeio é organizado pelos grupos de ciclismo e tem participação da Federação Acreana de Ciclismo (FAC).

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Cotidiano

Roberto Duarte critica terceirização da saúde no Acre em protesto na Fundhacre

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A manhã desta terça-feira, 3, começou agitada com a manifestação de trabalhadores da Fundação Hospitalar do Acre – Fundhacre. O deputado estadual Roberto Duarte foi até o local para ouvir os colaboradores e fez uma transmissão ao vivo pelo seu facebook.

Na oportunidade, a enfermeira Natália, que trabalha na Fundhacre há 10 anos, explicou que o Governo do Acre está terceirizando o setor de material e esterilização do hospital, um dos mais importantes. “Isso é uma desvalorização com todos nós servidores. Nós somos contra. O SUS não aprova terceirização”, disse.

“Mai uma terceirização. Agora, é um contrato de quase R$ 10 milhões, por apenas um ano. Governador Gladson Cameli, olha o que vocês estão fazendo com a saúde do nosso estado e com o nosso SUS, que merece o nosso reconhecimento por toda importância, em especial, neste momento de pandemia contra a Covid-19”, disse Duarte.

Entenda o caso – Há alguns dias, o diretor da Fundhacre, João Paulo Silva, divulgou uma nota que confirmou a contratação da empresa. “De fato, foi feito um contrato com a empresa privada Bioplus Ltda, a qual irá assumir a gestão da Central de Material e Esterilização e do Centro Cirúrgico da Fundhacre, cujo contrato ocorreu de acordo com os requisitos do certame e dentro da legalidade, sem nenhuma prática ilícita”.

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Cotidiano

Vereadores de Rio Branco retomam os trabalhos com sessões presenciais na Câmara

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Os vereadores da Câmara de Rio Branco retornaram nesta terça-feira, 03, após um ano e quatro meses as sessões presenciais. Durante esse período, o parlamento-mirim adotou as sessões online enquanto o Acre passava pelo momento de restrições devido a pandemia da covid-19.

A sede do Parlamento, que antes funcionava na rua Vinte e Quatro de Janeiro, na Seis de Agosto, passou a ser na rua Hugo Carneiro, no bairro Bosque. O local da galeria ficou extremamente apertado devido ao pouco espaço para a imprensa e para os assessores de cada vereador, que estavam no local.

As transmissões ao vivo das sessões continuam sendo feitas através dos canais oficiais da câmara, Facebook e Youtube. A outra novidade no retorno será o Painel Eletrônico para realização das votações plenárias. O novo recurso foi divulgado pelo presidente da Câmara antes do recesso dos parlamentares.

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Cotidiano

Câmara de Bujari pode derrubar lei que proíbe ficha suja de trabalhar na prefeitura

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Vereadores do município de Bujari, no interior do Acre, deram um passo importante este ano para moralizar o serviço público municipal ao aprovar a Lei que proíbe quem tem processo no âmbito da administração pública de assumir cargo na prefeitura local. No entanto, ela pode ser anulada na sessão da Câmara de Vereadores desta terça-feira, 3, pelos próprios vereadores que a aprovaram.

A Lei da Ficha Limpa é de autoria dos vereadores Jairo Pinheiro, MDB, e Mariazinha (PSD) e foi aprovada por unanimidade, sancionada pelo prefeito Padeiro. Acontece que por mais que seja uma lei que aparentemente só traga benefícios ao município, Jairo acredita que a revogação atende a interesses de alguns parlamentares.

Segundo ele, alguns querem assumir cargos na atual administração, mas estão impedidos pela lei. “Alguns vereadores que não eram da base do prefeito pegaram cargos na prefeitura e resolveram articular para derrubar a lei. A população de Bujari está indignada porque sabe que essa lei ajuda a afastar os maus gestores da administração”, destaca.

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