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Aplicativo Canal Dstak facilita compras no Brás sem sair de casa

Plataforma de e-commerce chega para revolucionar mercado de compras digitais 

O isolamento social, causado pela pandemia do novo coronavírus, mudou completamente a dinâmica de consumo da sociedade. Várias lojas e estabelecimentos tiveram que abaixar as portas, o que fez com que o método de compras digitais caísse de vez no gosto do brasileiro.

É o que aponta a pesquisa da Ebit/Nielsen, feita em parceria com a Elo, que revela um crescimento inédito para os últimos 20 anos no e-commerce nacional. Ao todo, o faturamento com as vendas online subiu 47% no primeiro semestre, totalizando 38,8 bilhões de reais. É a comodidade de realizar uma compra pela internet, sem ter que sair do conforto do lar, ganhando cada vez mais adeptos. Nesse contexto, o aplicativo “Canal Dstak” surge para melhorar a experiência do consumidor e do lojista.

O marketplace chega trazendo as lojas queridinhas do público. Isso porque apresenta os produtos de um dos locais de compras mais amados do país, o Brás. O distrito localizado na região central de São Paulo sempre atraiu pessoas em busca de ótimos preços, agora está a um clique de distância de seus clientes. Ou seja, além de estimular os cuidados com a saúde, evitando a usual aglomeração nos comércios, permite que o cliente ganhe tempo e agilidade em suas compras no brás pela internet

É a tecnologia dando a população mais segurança e dinamismo, já que é possível comprar roupas com excelente custo benefício, e de qualidade no atacado, sem ter que se deslocar. Outro atrativo do App, é a economia no frete. Afinal, todas as compras chegam de uma só vez na residência do cliente.

O “Canal Dstak” é uma plataforma tão completa que ainda auxilia e estimula os comerciantes do Brás a venderem cada vez mais, se conectando com clientes em todo o País. Isso é possível graças à criação de uma loja virtual  que facilita a venda com compradores de atacado e varejo.

Como funciona

De modo geral, o aplicativo engloba informações e produtos que, uma vez escolhidos, são reunidos e organizados para a entrega. Dessa forma, fica mais fácil comprar em fornecedores diferentes, pois há a certeza de que toda a mercadoria chegará ao mesmo tempo em sua casa. Afinal, os responsáveis pelas vendas agrupam os produtos na sede do “Canal Dstak” que posteriormente realiza o envio das compras.

Ao todo, são mais de 100 lojas de atacado, com inúmeras opções de produtos, prontas para serem escolhidas e compradas. É o mercado digital reduzindo distâncias e quebrando fronteiras, em um maneira revolucionário de “frequentar” o famoso Brás de forma eletrônica, ou seja, de qualquer parte do Brasil. Tudo isso com a garantia de que mais tarde vai receber suas novas aquisições, no conforto do seu endereço, sem se preocupar com malas, caixas e carregamento.

Apesar do crescimento no mercado de e-commerce, existem algumas pessoas  que sentem um certo receio em fechar negócio pela internet. Porém, justamente para garantir uma segurança, o “Canal Dstak” disponibiliza ao cliente um rastreamento de pedidos, para acompanhar o status de suas compras. Já para o lojista, o App fornece um painel de controle para acompanhar os dados de vendas e pedidos da cada loja.

Acesse o site: canaldstak.com.br/

Cotidiano

Terremoto de magnitude 6,1 atinge a costa norte do Peru e deixa feridos

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Um terremoto de magnitude 6,1 atingiu a costa norte do Peru nesta sexta-feira (30), informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Ao menos 41 pessoas ficaram feridas na região de Piura, três delas com gravidade, segundo a agência de notícias EFE, que cita autoridades locais.

O presidente peruano Pedro Castillo, que participava de um desfile em celebração à independência peruana, na capital Lima, deixou o evento e partiu em direção ao local. Ele desembarcou em Piura na tarde desta sexta (já noite no Brasil) e se encontrou com autoridades locais ainda no aeroporto.

Em Piura, prédios no Centro Histórico foram afetados e centros comerciais suspenderam o funcionamento. Na cidade de Sullana, capital da província de mesmo nome, o muro de uma escola desabou e houve falta de energia em um hospital onde estão internados pacientes com Covid.

O tremor foi registrado às 12h10 locais (14h10 em Brasília), com epicentro 12 quilômetros a oeste da cidade de Sullana, na região de Piura (norte), na fronteira com o Equador, a 36 km de profundidade, segundo o Instituto Geofísico.

O sismo assustou os moradores das cidades de Sullana e Tumbes, e muitos deles foram às ruas por precaução, de acordo com a agência France Presse.

A Direção de Hidrografia e Navegação da Marinha de Guerra do Peru descartou que o terremoto provoque um tsunami.
“As autoridades competentes estão avaliando [se há] danos nas áreas mais vulneráveis”, informou a Defesa Civil em um comunicado.

A agência estatal Andina reportou que houve desabamento parcial na fachada da catedral da cidade de Piura.

O Peru é atingido anualmente por pelo menos uma centena de tremores perceptíveis para a população, pois está situado no chamado Cinturão de Fogo do Pacífico, uma área de ampla atividade sísmica que se estende ao longo da costa oeste do continente americano.

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Acre 01

Quatro dias após escapar de queda de avião, Sinhasique quase cai de embarcação

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A secretária de empreendedorismo e turismo, Eliane Sinhasique, passou por mais um susto. Nesta sexta-feira, 30, em agenda no Vale do Juruá, durante uma live nas redes sociais, quase caiu de uma embarcação devido a um movimento brusco do catraieiro.

Em sua página no Facebook, Eliane brincou com a situação. “Minha vida é cheia de emoções! Quase fui jogada pra fora do barco no Rio Juruá”, comentou.

Desde a última segunda-feira, 26, a gestora está passando por momentos de emoção. Na ocasião, equipes da Secretaria de Empreendedorismo e Turismo do Acre e do Departamento de Estradas, Hidroviária e Aeroportuária do Estado (Deracre) passaram por um sufoco durante um voo para Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá, interior do estado devido a pane no motor de um avião.

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Destaque 3

Com rejeição, Bolsonaro perderia para Lula, Mandetta, Ciro, Haddad e Doria no 2º turno

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A gestão da pandemia e as suspeitas de corrupção na compra de vacinas contra a covid-19 mantêm o desgaste do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mostra pesquisa da Atlas Político, realizada desde segunda, 26, e finalizada nesta quinta, 29. Se as eleições fossem hoje, o presidente perderia para seus principais adversários no segundo turno, incluindo o governador João Doria (PSDB-SP), empatado tecnicamente com Bolsonaro, mas com viés de vantagem. Doria venceria com um resultado de 40,6% a 38,1% do presidente. Como a pesquisa tem 2 pontos porcentuais de margem de erro para cima ou para baixo, eles ainda estão empatados, mas é a primeira vez que o governador paulista aparece no páreo para se eleger. Em maio, Doria ficava 6,1% atrás de Bolsonaro na simulação de segundo turno.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliou a vantagem sobre Bolsonaro em comparação à pesquisa anterior e venceria por 49,2% contra 38,1%, num eventual segundo turno, num cenário com 12,8% de votos nulos ou brancos. Em maio, a vantagem de Lula era de 4,7% sobre o presidente. “A tendência é de fortalecimento de Lula”, diz o cientista político Andrei Roman, CEO do Atlas. “Desde o início do ano, Lula vem numa trajetória constante de crescimento”, completa.

Também Ciro Gomes (43,1% a 37,7%), o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (42,9% a 37,5%), e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (41,9% a 38,4%) ampliaram sua preferência, e poderiam frustrar o sonho da reeleição do presidente em 2022.

O levantamento confirma o momento de baixa de Bolsonaro, enquanto ele intensifica a campanha contra o sistema eleitoral eletrônico, mesmo sem ter provas para sustentar o que afirma, como mostrou sua live nesta quinta. Segundo a Atlas Político, a rejeição ao presidente subiu e chegou a 62% neste final de julho, contra 36% de aprovação. Trata-se de uma alta de cinco pontos porcentuais em relação a maio, quando a CPI da Pandemia começou. A Comissão Parlamentar apontou irregularidades em contratos de compra de vacinas, como a indiana Covaxin, e suspeitas de pedidos de propina em outras negociações que atingem inclusive militares que ocupavam cargo no Ministério da Saúde.

Roman lembra que o noticiário tem sido negativo para Bolsonaro desde o início do ano, com a pandemia, que teve seu ápice em março e abril, até que a vacinação pegasse velocidade. “Há, ainda, os problemas da vida cotidiana. O impacto econômico da pandemia, com os brasileiros desempregados, a renda menor. E milhares de brasileiros que perderam alguém querido para pandemia”, explica Roman.

As ameaças à democracia, quando sugeriu, no início deste mês, que as eleições poderiam não se realizar , não são fatores captados pelo eleitor ouvido na pesquisa. “Pode ser que isso gere uma polarização maior na sociedade, que neste momento se consolide uma maioria contra Bolsonaro, mas também é algo que mobiliza a sua base”, observa Roman. “Não há derretimento de sua imagem por causa da retórica contra as instituições, nem com a insistência na fraude em eleição, uma tese aventada desde as eleições de 2018”, completa.

Mas seus adversários também se fortalecem. O ex-presidente Lula, por exemplo, que já teve 60% de rejeição em maio do ano passado, hoje tem 54%. Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à presidência, também já teve 60% de rejeição em novembro do ano passado e hoje tem 50%. Ciro, porém, ainda avança lentamente no ranking de preferência dos eleitores. Alcança 6,2% da preferência numa simulação de primeiro turno com Lula, Bolsonaro, Mandetta, os apresentadores Danilo Gentile e Luiz Datena, além do governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB). Em maio, Ciro tinha 5,7% das preferências.

Rejeição no Nordeste e no Sul

Na divisão dos eleitores por religião, o presidente tem uma aprovação de 52% dos entrevistados evangélicos, contra 45% que desaprovam o seu desempenho. Entre os católicos, a rejeição vai a 69% contra 29% que o aprovam. Já na divisão por renda, Bolsonaro tem rejeição maior que 50% em todas as faixas. Seu melhor desempenho está entre os eleitores que ganham entre 3000 e 10.000 reais (43% dos entrevistados aprovam sua gestão) e 2.000 e 3.000 reais (42%). Sua maior rejeição vem entre os que ganham até 2.000 reais (69%), e os que ganham acima de 10.000 reais (também 69%, como mostra o quadro abaixo). Os eleitores do Nordeste e Sul do Brasil são os mais refratários ao presidente: 73% e 65%, respectivamente.

O cientista político lembra que apesar do momento de baixa, a rejeição ao presidente não é irreversível. “Quem não votou nele continua rejeitando, mas quem votou, não”, diz Roman. A pesquisa mostra que 70% dos eleitores que votaram nele em 2018 continuam aprovando seu Governo. “Bolsonaro se elegeu com 57,7 milhões de votos. Mesmo com a perda de apoio de parte desses eleitores, ele continua forte”, explica.

Os ‘nem nem’ e Eduardo Leite

Segundo Roman, há 23% do eleitorado que não quer votar nem em Lula nem em Bolsonaro. É nesse espaço que seus adversários tentam construir uma terceira alternativa para o eleitor, por ora, sem sucesso. Na simulação com todos os potenciais candidatos, nenhum alcança dois dígitos nas preferências, até o momento. Não é uma tarefa fácil, explica o CEO da Atlas Político, pois seria necessário um nome que tirasse votos de ambos que têm um eleitorado já consolidado. Juntos, eles somam mais de 70% do eleitorado.“Esse é um espaço que não foi criado, e o potencial candidato precisa mostrar que as suas propostas são melhores que as de Lula e Bolsonaro”, avalia.

Roman vê no governador Eduardo Leite um potencial de crescimento capaz de criar essa alternativa. Seu nome foi testado na pesquisa da Atlas Político em maio, quando alcançou 1,1% das preferências. No início deste mês, Leite ficou no centro das atenções do país após uma entrevista ao jornalista Pedro Bial em que assumiu publicamente sua homossexualidade. Falou também da sua intenção de concorrer as prévias tucanas para ser candidato à presidência, distiaciando-se dos dois líderes nas pesquisas. Depois da exposição, foi entrevistado por jornais de todo o Brasil e seu nome ganhou mais força.

Na pesquisa desta sexta, ele aparece com 3,1% das preferências, logo atrás do governador João Doria, que tem 3,5%. “Ele é o fator novidade. Se ultrapassar o Doria, fica numa posição bem interessante para avançar, com chances do segundo turno”, opina Roman. “Aí, todo o jogo político seria reinventado”, completa.

Leite tem a vantagem de ser desconhecido (43% dos entrevistados não sabiam quem é ele) e portanto com rejeição menor que os outros nomes no páreo: 37% contra 62% de rejeição a Bolsonaro e 54% de Lula. Já o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, que está menos exposto ao público nos últimos meses, tem uma rejeição similar à de Lula e numa simulação de segundo turno seria derrotado por Bolsonaro. A um ano e três meses da próxima eleição, ainda é cedo para cravar qualquer resultado, especialmente num cenário em que se desenham cascas de banana com a campanha do presidente contra a urna eletrônica. A pesquisa da Atlas Político foi feita a partir entrevistas online com 2.884 pessoas levando em conta região, faixa etária, gênero e faixa de renda. As respostas são calibradas por um algoritmo de acordo com o perfil do eleitorado.

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Destaque 6

Nicole Bahls já havia sido alertada sobre infidelidade de Bimbi

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A suposta traição de Marcelo Bimbi, que levou ao fim do casamento, anunciado no último dia 25, pode ter sido a gota d’água, mas não foi uma surpresa para Nicole Bahls. Antes mesmo de se casarem, há três anos, a modelo havia sido alertada por amigos da vocação do então futuro marido para a infidelidade. Quando ainda namoravam, Nicole foi avisada de que Marcelo estaria dando em cima de uma pessoa do círculo de amizade do casal. “Ele tentou várias vezes ficar com a irmã de um conhecido dos dois. A mulher contou tudo, mas mesmo assim ela quis casar”, entrega uma fonte do EXTRA.

Embora não tenha sido surpreendida, Nicole Bahls não esconde entre os mais próximos sua mágoa com o recente episódio que culminou com a separação. Nas redes, a modelo vem dando umas alfinetadas como fez no vídeo postado por ela na última quinta-feira, ao som do funk “Chama pelo apelido” e com Nicole fazendo chifrinhos na cabeça. Segundo amigos, ela ajudou até o agora ex-marido a se manter na carreira. “Quando era convidada para uma campanha ou evento, ela sempre sugeria o nome do Marcelo para que fizessem como um casal”, relata a fonte.

A relação de Nicole Bahls e Marcelo Bimbi foi turbulenta desde o início e seguiu assim, com direito a cenas de ciúmes, algumas até públicas, dos dois lados. A primeira e mais notória aconteceu no início do namoro, no aniversário no aniversário de Adriana Bombom. A confusão teve início quando a modelo Veridiana Freitas, com quem Marcelo havia trocado beijos num reality show, apareceu de surpresa na comemoração. Nicole abandonou a festa, e as duas trocaram farpas no dia seguinte pelas redes sociais.

“Feio é ir na festa sem ser convidada pela aniversariante. Eu pelo menos fui convidada e sou madrinha de casamento”, disse a ex-panicat à época no Instagram. Veridiana retrucou, com ofensas, inclusive: “Feio é nascer com cara de cavalo e tentar xingar os outros de gordinha! Sua inveja grita! Você pode ter todo dinheiro do mundo, mas nunca terá classe! Teu passado te condena, queridinha”.

Bimbi teria traído Nicole Bahls com uma influenciadora do Acre, no início do mês, após um evento do qual foi contratado. Os dois teriam se conhecido no trabalho e esticado para uma festa. A modelo teve acesso a prints de conversas entre os dois e terminou a relação.

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Bombando

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