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Vendedor, empregada doméstica e recepcionista: veja as 52 vagas do SINE

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Nesta sexta-feira, 15, o Sistema Nacional de Emprego do Acre (Sine) está disponibilizando 52 vagas de emprego em diversas áreas para a capital Rio Branco. Os candidatos podem verificar se a vaga ainda está disponível através do telefone 0800 647 8182 ou 68 3224-5094.

Para se candidatar a uma das vagas, é necessário estar com o cadastro no Sine atualizado. Lembrando que, os interessados devem entrar no portal Emprega Brasil, do Ministério do Trabalho, através do link https://empregabrasil.mte.gov.br/ e clicar em cadastrar. Lá você cria sua conta e consegue acessar todos os serviços digitais do governo, inclusive o Sine.

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Cotidiano

Gleici Damasceno confirma cirurgia no nariz e desabafa: ‘Vivi um pesadelo’

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Depois de aparecer no “Encontro com Fátima Bernardes” com o nariz diferente e virar alvo de comentários nas redes sociais, a campeã do “BBB 18”, Gleici Damasceno confirmou que fez uma cirurgia “por questão funcional e estética”.

“Fiz turbinectomia, septo e adenoide e rinoplastia, pois há um tempo atrás fiz um procedimento com ácido hialurônico que não deu certo e modificou meu nariz”, explicou.

A ex-BBB explicou que a cirurgia foi tranquila, mas que, nove dias depois, quando retirou o gesso, teve uma crise de identidade ao se olhar no espelho com o novo nariz.

A partir daí vivi um pesadelo. Foram dias turbulentos na minha cabeça, e tudo pirou quando eu apareci em uma entrevista no ‘Fantástico’ e algumas pessoas começaram a fazer comentários, alguns maldosos. As pessoa acham que podem ridicularizar a aparência de alguém sem se preocupar com o prejuízo emocional que isso causa.

Gleici continuou dizendo que o pós operatório é complicado, mas não imaginava que fosse reagir dessa forma.

“Tive o primeiro ataque de pânico e a certeza que ia enlouquecer, que ninguém ia me reconhecer, minha família, meus amigos, pois nem eu me reconhecia. Eu não tinha saída e fiquei assim por uns 15 minutos, e a cena se repetiu por vários dias. Fui me acalmando e voltando pra mim. Dias depois apareci no programa Encontro, e uma pessoa fez uma comparação muito maldosa, e tudo ficou sombrio novamente”.

A ex-BBB conseguiu se acalmar após dias de conversas com psicóloga. “Decidi falar com vocês sobre isso também pelo fato de pessoas estarem tentando se aproveitar de uma situação para se promover profissionalmente e acho isso muita falta de caráter. Também quero falar sobre algo que mexeu comigo, não acho justo as pessoas me xingarem por uma escolha que eu fiz, não tem sentido nisso pra mim, não foi a minha intenção negar minhas origens e minha história”.

Gleici seguiu rebatendo críticas por ter modificado o formato do seu nariz. Fazer um procedimento no meu nariz não apaga a minha história e muito menos minha cor, eu continuo sendo uma mulher negra, e com orgulho. Recebi muitos comentários de pessoas falando de forma agressiva e não acho que seja o caminho mais adequado, pois não agrega e não educa.

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Cotidiano

Gratidão, solidariedade e humanidade

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As palavras para esses dias são “Gratidão”, “Solidariedade” e “Humanidade”. Estas que têm sido o nosso combustível para levar ajuda e alento, através da campanha “SOS Acre”, a milhares de famílias que padecem pela destruição e prejuízos gerados pelas inundações dos rios, em meio a uma pandemia devastadora que tem provocado mortes e dor. 

Gratidão aos nossos parceiros, como o Tribunal de Justiça, e aos mais de 5 mil apoiadores de todo o Brasil que se sensibilizaram com a tragédia que o estado enfrenta, e estenderam a mão ao Ministério Público do Acre. Graças a esses aliados imprescindíveis em favor da causa humanitária, alcançamos a soma de mais de R$ 700 mil para socorrer o povo. 

E por falar em causa humanitária, não poderia deixar de reafirmar a minha gratidão, enquanto chefe do MP acreano, ao Ministério Público do Estado do Acre, que abraçou a campanha e vestiu a camisa da solidariedade, dispondo-se a ir além da missão fixada pela Constituição Federal Brasileira, para exercer uma ação que, na verdade, é dever ético de todo ser humano — o sentimento de altruísmo e a preocupação com o outro. 

A população sempre demonstrou confiar em nossa instituição. Nos momentos mais difíceis, quando todas as portas parecem estar fechadas, é a nós que o cidadão recorre. Então não seria diferente agora: temos um ministério, um cargo, uma função, que é servir ao povo, principalmente aquelas pessoas mais carentes do amparo do Estado. 

Sinto-me extremamente grata a Deus e honrada por contar com essa equipe e ser parte dela, pois, certamente, a razão de nossa força está na unidade, e estamos contribuindo para superar um dos episódios mais duros da nossa história, com o concurso de outras instituições públicas, poderes, artistas, órgãos de comunicação e toda a sociedade civil. 

Mas nossa missão não acabou. O povo acreano precisa do MP ao seu lado para reconstruir a vida. E não haverá sentido se não estivermos dispostos a servi-lo, lutando por seus interesses, trabalho que consiste em cobrar dos poderes, promover o controle das políticas públicas, vigiar a aplicação dos recursos públicos e distribuição de benefícios sociais. 

A população pode contar com o Ministério Público, que desde a fundação deste estado tem se mostrado um aliado incondicional. Os problemas, nós enfrentaremos juntos, com solidariedade, sabedoria, presteza e olhar humanista centrado na dignidade humana. 

Kátia Rejane de Araújo Rodrigues – Procuradora-Geral de Justiça do Estado do Acre

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Cotidiano

Acre deve retomar emissão de documento civil a ex-detentos a partir de maio

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) retomou nesta semana a agenda de pactuação de ações para emissão de documentação civil para pessoas egressas e pré-egressas do sistema prisional.

O objetivo é estabelecer fluxos permanentes com diferentes atores para a liberação de documentos na porta de saída do sistema carcerário, uma das principais dificuldades para que as pessoas retomem suas vidas após o período de responsabilização. A primeira reunião ocorreu com representantes do Pará e segue nas próximas semanas com 9 estados: Amapá, Goiás, Pernambuco, Paraíba, Acre, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. Até maio, todos farão parte do projeto

A emissão dos documentos será integrada ao Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU), que passa por atualizações finais para elaboração de listas de pessoas egressas e pré-egressas – ou seja, aquelas que estão a menos de seis meses de mudança de regime ou liberdade. De posse desta lista, de acordo com o fluxo estabelecido com os estados, as secretarias de Administração Penitenciária poderão solicitar a emissão de documentos em série no portal da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen Brasil), entidade que desde 2019 tem parceria firmada com CNJ para esse propósito.

A elaboração de listas de egressos e pré-egressos está inserida em um conjunto maior de ações do CNJ para garantir documentação civil a pessoas privadas de liberdade. Outra linha de atuação é a aquisição de cerca de 5 mil kits de coleta e identificação biométrica que serão distribuídos a todo o país com objetivo de garantir a cobertura da porta de entrada do sistema prisional – as pessoas que passarem por audiência de custódia já terão a situação documental conferida, com encaminhamentos para emissão daqueles documentos que forem necessários.

O reforço no campo de identificação civil é uma das linhas trabalhadas no programa Fazendo Justiça, parceria do CNJ com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), para a superação de desafios no campo da privação de liberdade. As ações de identificação civil e emissão de documentos contam ainda com parceria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen Brasil).

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Cotidiano

AGU anuncia bloqueio de R$7,2 milhões de infratores ambientais na Amazônia

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A Advocacia-Geral da União (AGU) assegurou na Justiça o bloqueio de R$ 7,2 milhões em bens de infratores ambientais pelo desmatamento de 1,5 mil hectares da Floresta Amazônica. As ações foram ajuizadas pela equipe da Força-Tarefa em Defesa da Amazônia, representando o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O objetivo da medida é garantir recursos para a recuperação do dano ambiental e o pagamento de indenização por danos morais coletivos. As duas decisões favoráveis foram obtidas junto ao Tribunal Regional Federal da 1° Região (TRF1) em ações ajuizadas contra desmatadores.

Um dos casos aconteceu no município de Nova Bandeirantes, no Mato Grosso. O Ibama havia comprovado, em 2016, que os proprietários de uma fazenda estavam impedindo a recuperação da vegetação nativa de uma área devastada de quase 1,4 mil hectares, e por isso, embargou o local. Mas mapas de satélite obtidos pela autarquia demonstraram que eles continuaram a explorar a área, mesmo depois da autuação, e que a vegetação não havia sido devidamente recomposta. A Advocacia-Geral, portanto, ajuizou uma ação pedindo o bloqueio de bens móveis e imóveis dos proprietários, além de outras medidas.

Em primeira instância, o pedido foi negado. Mas a AGU recorreu da decisão junto ao TRF1. Os argumentos da Advocacia-Geral foram acatados pelo juiz federal, relator do caso no Tribunal, que determinou a indisponibilidade dos bens dos réus no valor de R$ 4,9 milhões.

Já na outra ação, a infração ambiental ocorreu no município de Buritis, em Rondônia. Em 2015, o Ibama autuou e multou em R$ 485 mil o proprietário de uma fazenda pela destruição de 96,82 hectares de floresta nativa na região amazônica. Segundo a autarquia, imagens do Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais (Cenima) comprovaram o dano ambiental causado e a não adoção de providências para a recuperação da área degradada.

O juiz federal, relator do caso no TRF1, aceitou novamente os argumentos da AGU e determinou o bloqueio de R$ 2,2 milhões em bens do réu.

Para a Procuradora Federal Karine de Aquino Câmara, integrante da Força-Tarefa em Defesa da Amazônia, a importância dessas ações é não somente recuperar as áreas danificadas, mas também evitar que no futuro as degradações continuem acontecendo.

“Quem sai beneficiada com essas decisões judiciais é toda a coletividade, pois o que se está protegendo é o meio ambiente, que é um direito que interessa a todos”, destaca a Procuradora Federal Karine de Aquino Câmara.

Criada em setembro de 2019, a Força Tarefa da AGU propõe ações na Justiça contra grandes desmatadores da floresta. A equipe atua em demandas judiciais específicas que tenham por objeto o exercício do poder de polícia, a reparação dos danos e a execução de créditos considerados prioritários relativos à Amazônia Legal.

Os processos são movidos contra, aproximadamente, 230 acusados pela devastação de 135 mil hectares da Amazônia Legal, nos estados de Mato Grosso, Pará, Amazonas, Roraima, Rondônia, Maranhão e Acre.

Com base nessas ações, a Justiça já determinou o bloqueio de bens e valores de mais de R$ 806 milhões de grandes desmatadores. Até o momento, foram ajuizadas 114 ações civis públicas que cobram mais de R$ 2,6 bilhões de infratores ambientais. (AGU)

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