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Estoque de medicamentos nas UBS’s da Capital é reabastecido a cada 20 dias, diz prefeitura

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Além de ter aumentado o período de validade dos receituários de medicamentos de 3 para 6 meses a fim de reduzir a necessidade dos usuários saírem de casa em busca de remédio, a secretaria municipal de saúde de Rio Branco garante que está reabastecendo a rede municipal de saúde com medicamentos básicos durante está pandemia do coronavírus de maneira ágil.

Os medicamentos, conforme a coordenadora da Assistência Farmacêutica da Semsa, Fernanda Chelotti, são dispensados para todas as unidades e o abastecimento é feito pelo sistema de controle de estoque a cada 20 dias para as Unidades Básicas de Saúde e toda semana para Urap’s.

Rio Branco instalou uma farmácia para atender os pacientes do Into, por meio de uma parceria com o governo do Estado, onde medicamentos como Cloroquina e Tamiflu, prescritos no tratamento de Covid-19, estão disponíveis (com prescrição médica), assim como nas Urap’s e na Policlínica Barral y Barral.

O médico Oswaldo Leal, coordenador do Comitê Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus acrescentou que além dos medicamentos para tratamento dos sintomas gripais, as farmácias estão abastecidas com os medicamentos básicos e os prescritos para doenças crônicas, como hipertensão e diabetes.

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Em Epitaciolândia, Jenilson Leite participa da VII edição do Programa Saúde na Comunidade

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Neste sábado (12), a Prefeitura de Epitaciolândia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde em parceria do gabinete do deputado e médico infectologista Jenilson Leite, realizou a VII edição do Programa Saúde na Comunidade, levando atendimento médico e assistência social aos moradores da comunidade rural do Prata, localizada dentro da reserva extrativista.

Na ação de saúde, que tinha como um dos objetivos vacinar a população contra o coronavírus, distribuir máscaras, também visava levar consultas, dispensas de medicamento aos munícipes, e realizar exames especializados na área de cardiologia e ultrassonografia voltado para saúde do homem e da mulher rural, que devido a pandemia tem evitado ir para a cidade. Foram feitos exames de mama, próstata, avaliação hepática e renal, dentre outros. Ao todo foram realizados 519 procedimentos de saúde.

Vale destacar que apesar de todas as dificuldades devido ao período pandêmico, Jenilson tem percorrido os municípios do interior, prestando atendimento médico e realizando exames em parcerias com as prefeituras. O apoio do infectologista na ação de saúde atendeu ao convite do prefeito Delegado Sérgio Lopes.

 

Sérgio Lopes, gestor do município, fala do compromisso da sua gestão com a população, especialmente os moradores da zona rural. Ele também agradeceu ao deputado pela colaboração na ação de saúde. “ Nossa gestão tem se esforçado para poder oferecer o melhor ao nosso povo, em especialmente aos moradores da zona rural de Epitaciolândia. De modo que externo meu agradecimento ao Dr. Jenilson Leite e toda sua equipe, pela parceria em proporcionar esse atendimento aos moradores da reserva. Pois estamos na sétima edição do Programa Saúde na Comunidade, sendo que nas seis edições anteriores nós havíamos chegado a marca de mil e quinhentos procedimentos, mais essa está superando todas as expectativas, por conta da parceria com o deputado. Hoje estamos ofertando à população ultrassonografia de abdômen, de tireoides, de mama e de próstata, também estamos fazendo exames de eletrocardiograma. São mais de duzentos procedimentos realizados somente pela equipe do Dr. Jenilson e isso é muito importante. Para vocês terem uma ideia, nem todos esses exames nós temos na rede pública do município. Por isso, nosso muito obrigado”, agradeceu o prefeito Delegado Sérgio Lopes.

 

Jenilson Leite parabenizou a gestão pelo compromisso com o povo, principalmente com os moradores que vivem distante da área urbana. “Agradeço ao prefeito Sérgio, o secretário Cassio e a toda equipe envolvida nessa ação, pelo convite para fazer parte desse ato. Estamos vivendo um momento delicado e o mínimo que fizermos pela melhoria da saúde de alguém pode significar algo grandioso. Me coloco sempre à disposição da gestão para poder contribuir e fazer o que amo, que é cuidar de nossa gente. Finalizando parabenizando a gestão pelo zelo com a pessoas”, afirma Leite.

O presidente da Câmara de Vereadores, Diógenes Guimarães (MDB), destacou o esforço da gestão do prefeito Sérgio Lopes em prestar assistência médica ao povo da zona rural. “ Na qualidade de presidente do Poder Legislativo, parabenizo a gestão do prefeito Sérgio Lopes, que tem sido um parceiro do povo rural, com assistência na área de saúde. Também quero fazer um agradecimento especial ao Dr. Jenilson, que fez exames de tiroides e de mamografia para as mulheres do Prata. Porque, muita das vezes, a gente luta para marcar um exame e é uma demora, mas com a vinda do deputado temos esses exames a custo zero na comunidade. Ele é um grande médico e um grande deputado”, destaca o vereador.

Segundo o secretário de Saúde, Cassio Hasssen, essa parceria com o deputado foi muito vantajosa. “Estamos na comunidade do Prata, aqui na reserva extrativista, na qual estamos concluindo mais uma etapa do Programa Saúde na Comunidade. Destaco que essa parceria com o Dr. Jenilson tem sido muito vantajosa, porque ele nos proporcionou alguns exames que a Prefeitura não dispõe e deu sua contribuição como médico. É muito bom poder contar o humanismo de nossos deputados. Porque o nosso objetivo é trazer a saúde nas comunidades, podendo ofertar exames, uma vez que todos têm direito à saúde, mas sabemos da dificuldade que é fazer isso nas comunidades de ponta, as mais distantes da cidade e de difícil acesso. Também somos cientes da dificuldade que é vocês irem à cidade, então, o prefeito e nós da secretaria estamos indo até vocês”, diz o secretário.

Evento contou ainda com a presença dos vereadores José Antônio “Nego” (Progressistas), Zé Maria (PSL) , Pantico da Água (SD) , Rubenslei (PSD) e Messias Lopes (PT).

Depoimento dos moradores

Seu Antônio Rufino, 78 anos, reside na comunidade faz dez anos, mas segundo ele, não tinha visto ao tão legal assim, poder fazer exame de próstata na sua própria comunidade. “Moro na comunidade há dez anos e não tinha visto um evento legal assim. Fui bem atendido, fiz exame de próstata. Graças a Deus estou bem e fico muito feliz pelo carisma do médico e das enfermeiras”, conta.

Dona Devanir ficou bastante emocionada porque aguardava há sete meses para fazer um exame de tireoide, mas não tinha como pagar e esperava na fila do SUS. “ Quero agradecer a equipe do Dr. Jenilson e a ele, porque há sete eu tinha que fazer um exame de tireoides e não tenho condições, me faltava recursos. Contudo, com essa ação de saúde, pude fazer na porta de minha casa, sem custo nenhum. Além de outros exames. Isso mostra que Deus é fiel, uma vez que consegui fazer o exame e resultado mostrou que tenho apenas uma inflamação. Doutor Jenilson, desejo que o senhor volte outras vezes, porque igual a mim, temos outras pessoas que precisam fazer exames, mas não podem pagar”, diz a moradora.

 

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Gracil fechou o bar há mais de um ano e sonha com tempos áureos de “casa cheia”

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Uma lenda viva da Gameleira. Assim pode ser chamado Gracil Bandeira Roque, ou simplesmente Gracil. Com 65 anos muito bem vividos, o sexagenário nascido no seringal Alagoas, em Tarauacá, já dedicou quase 40 anos de vida aos bares que possuiu pela cidade de Rio Branco, especialmente aos localizados na região do Segundo Distrito, à margem do Rio Acre, num dos pontos turísticos mais visitados da capital acreana.

Há menos de 10 anos está gerindo o Quiosque do Gracil, em frente à Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Antes disso, lembra com saudades dos 22 anos de casa cheia que viveu nos tempos áureos do antigo Bar do Gracil, localizado na mesma rua. Com o passar das décadas, clientes viraram amigos e funcionários tornaram-se membros da família.

No entanto, os tempos mudaram e as dificuldades para seguir com o bar foram muitas, ainda assim não impediram que Gracil continuasse a perseverar na sua maior especialidade: vender cerveja gelada. Com as portas fechadas há 1 ano e 3 meses devido à pandemia da Covid-19, pretende renovar com a venda de pizza, salgados e afins na tentativa de reerguer o negócio. A reabertura do Quiosque do Gracil está prevista para a próxima semana.

Solteiro, pai de uma adolescente, tem dedicado a vida a ajudar amigos, conhecidos e até mesmo desconhecidos. O jeito extrovertido, falante e afável escondem a dor de quem perdeu 9 familiares para o novo coronavírus. Por isso a decisão de manter o Quiosque fechado até os dias de hoje, desde março do ano passado.

“Moro aqui nesta rua [Nossa Senhora da Conceição], no bairro Quinze, desde 1961. Abri meu primeiro bar em 1978, e ele se chamava ‘Corujão’. Ficava ali na Avenida Getúlio Vargas, onde também funcionou o estabelecimento Aquarius”, explica. Gracil abriu um bar na Gameleira pela primeira vez em 1981. “Não existia nem essa árvore ainda [a Gameleira], mas a minha família toda morava aqui pelo Segundo Distrito, desde que meu pai, que era seringalista, nos trouxe para a cidade, quando eu tinha só 7 anos”, salienta. Antes de encarar a vida de dono de bar, trabalhou bastante tempo pelas bandas do Seringal Triunfo, próximo a Rio Branco.

Uma vida na política  – Embora nunca tenha vencido uma disputa eleitoral, Gracil sempre participou de movimentos partidários e trabalhou nos bastidores da política acreana, inclusive em seus bares. A influência vem de muito tempo atrás. “Quando o pai do senador Sérgio Petecão faleceu, ele tinha um flutuante na região do Mercado. E era muito jovem, tinha uns 15 anos, e resolvi alugar o flutuante com a mãe do senador”.

A ideia de alugar o barco veio após muitos anos de trabalho com o pai, desde o seringal, quando ambos conduziam um caminhão para os coronéis de barranco. “Com 12 anos comecei a dirigir caminhão, carregando 12 mil toneladas de borracha que eu trazia para a cidade”, destaca.

Já no flutuante, vendia gasolina. Seu primeiro bar foi adquirido com a ajuda financeira do então secretário de comunicação do Estado, Eduardo Mansour, no governo de Joaquim Macedo. “Com muita amizade ele comprou [o estabelecimento] para mim”.

Passaram-se vários prefeitos e governadores desde que o empreendedor se entende por gente e se diz feliz por sempre ter continuado a trabalhar com o que gosta. “Durante muito tempo fui cabo eleitoral dos irmãos Vianas. Minha família apoiou o PMDB. Eu era Jorge Viana, eu não era PT”, argumenta. “Nunca fui PT, sempre fui Jorge Viana.  A gente era amigo de infância e ele nunca mudou comigo. Continuei apoiando a família dele”, explica.

Gracil Roque afirma que atualmente apoia o governo de Gladson Cameli (Progressista). “É um garoto direito, tenho orgulho de tê-lo como meu govenador, pois não vejo as pessoas falarem mal. É um garoto íntegro”. Ele diz apreciar a política pelo fato de gostar de ajudar as pessoas. “Não me envolvo em política por me envolver. Tenho muito medo da solidão. Minha casa é cheia de gente, não como sozinho, pois sempre aparecem 10 ou 15 pessoas para comerem comigo. É isso que eu gosto”.

Entre os gestores municipais mais atuais, a única de quem Gracil não guarda boa recordação é a ex-prefeita Socorro Neri. “Eu tinha um mirante aqui no Quiosque, mas a Socorro Neri mandou derrubar. Era uma vista linda. Mas me dou bem com todos os partidos”, garante.

O Rei da Gameleira – Tantos anos convivendo com moradores e comerciantes do Segundo Distrito tornaram Gracil uma das personalidades mais conhecidas da região. Foi no ano de 1996, há 24 anos, que ele abriu o primeiro bar na Gameleira. “Até hoje amigos me prestigiam. Isso aqui é uma família. Nunca tive problema, nunca tive uma briga no meu bar. Tive minha casa cheia durante 22 anos”, relembra.

O primeiro estabelecido ficava embaixo da árvore. Mas depois mudou-se para outro lugar na mesma rua. “Fui embora para o Ceará e vendi o primeiro bar da Gameleira. Passei uns seis meses fora. Não aguentei de saudade e voltei. Retornando, montei uma boate chamada Luar de Prata, ficava próximo de onde é o prédio do Corpo de Bombeiros”.

Até este domingo, 13, o Quiosque não está aberto por conta da pandemia. “Perdi 9 familiares, mas estou pensando em reabrir na próxima quarta-feira, das 14 horas até meia-noite. “Sempre gostei de trabalhar com o público, com o entretenimento. Gosto de estar com as pessoas, por isso sempre vivi minha vida com muita gente”. Neste mais de um ano de pandemia, foi a primeira vez que Gracil fechou as portas de seu empreendimento.

Casamento com o bar – Não é novidade, nem surpresa para ninguém que Gracil tem um verdadeiro casamento com seu bar. O proprietário já chegou a empregar cerca de 40 pessoas no tempo das ‘vacas gordas’. Com a pandemia, reduziu para 7 funcionários. Outros 7 ele precisou dispensar, mas os realocou em empresas de alguns amigos.

“É muito gratificante saber que tem gente que depende de você e que você retribui todo o serviço feito. Meu pai me ensinou a tratar bem os funcionários. Quando criança, lembro que meu pai os fazia comerem com a gente na mesa. Hoje, em minha casa, continua do mesmo jeito”, diz.

Basta colocar uma mesa e cadeiras no Quiosque que não para de chegar gente para conversar. “Em casa mesmo, chega gente toda hora. Se não tem o que beber, sento, converso. Moro com a família, tenho uma filha de 14 anos. Sou solteiro. Meu casamento é com o bar. Quando eu abro o bar, dá para ver a diferença do Gracil para o Gracil dono de bar. A energia do bar do Gracil é diferente”, brinca.

Ele conta que pessoas de outros estados, como Pará, Amazonas, entre outros, e estrangeiros dos Estados Unidos mantém contato até hoje por meio de redes sociais após conhecê-lo em seu pequeno Quiosque. O segredo de uma amizade duradoura com os clientes também vem dos pratos servidos no bar.

O famoso caldinho de feijão é um clássico. “Sirvo de tudo, petisco de frango, frango a passarinho, filé a palito, peixe. Todos os meus pratos são maravilhosos e o preço é muito bom, mas a minha especialidade mesmo é vender cerveja gelada”.

Sua relação com os demais donos de bares e comércio da região é a melhor possível. “Todos são maravilhosos comigo, todos me amam e eu os amo da mesma forma. Quando os bares deles estão cheios, eles vêm aqui pegar mesa ou cadeira e eu empresto. Me sinto muito feliz assim”, detalha Gracil, que com tamanha popularidade já foi presidente da Associação dos Bares há cerca de cinco anos.

Dificuldades – Como nem tudo são flores na vida do empreendedor brasileiro, Gracil Roque também já pensou em desistir do bar um dia. Para ele, o atual governo federal também tornou a vida do pequeno empresário mais difícil e burocrática. “Já vi muitos pais de famílias que ao chegar em casa o filho pedia o que comer e o pai não tinha o que oferecer”, disse emocionado.

Muitos de seus funcionários já receberam algum tipo de ajuda em meio às dificuldades financeiras. “Já tive de ir para a rua pedir alimento para que não faltasse comida para eles. Graças a Deus não falta nada na minha casa, mas sou “padrinho” de muitas pessoas. Tem uns que às vezes não tem a fralda, a massa ou o leite do mingau, não tem o dinheiro do aluguel, e eu dou. Ajudo todos eles. Alguns ajudei a abrir seu negocinho de vender pastel, pizza”, afirma.

É comum ouvir de muitos conhecidos: “falam que eu poderia ter um carrão, mas o carro não me dá de comer. Carro é luxo e minha moto faz o que ele faz”, diz sobre o fato de tirar do próprio bolso para ajudar quem mais precisa. “Eu tenho uma coisa maravilhosa, que são as pessoas que vêm à minha casa sem interesse nenhum. Os próprios assessores do governador vêm até mim, pois atendo clientes de todos os níveis”.

Gracil garante se relacionar muito bem com todos. “Me dou bem com maconheiro, com traficante, com ladrão, não tenho distinção nenhuma entre meus clientes, desde que ele chegue e se comporte. Se é um pé inchado, ele senta, eu dou uma água, um caldo e se eu tiver dinheiro miúdo ainda dou “2 conto”, mas ele come alguma coisa”, conta aos risos.

Ele se orgulha pelo carinho e respeito que conquistou de todos ao longo dos anos. “Todos me respeitam porque eu fiz por onde ter esse respeito. As pessoas me procuram até hoje para jogar conversa fora, para saber mais sobre a história da Gameleira”.

Expectativas – Questionado sobre o que pensa do futuro, Gracil é curto e grosso: “quero ajudar mais ainda as pessoas daqui para frente”. O dono do Quiosque pretende se infiltrar novamente na política nas eleições de 2022 para eleger um candidato de sua preferência. “Não vou me candidatar porque tenho que ter dinheiro. É demagogia se eu disse que não precisa. Pretendo ajudar a eleger uma pessoa para que consigamos mudar muitas coisas. Já fui candidato duas vezes para vereador e ainda ajudei a campanha de um vereador eleito no ano passado. Só que ele ainda não cumpriu o que me prometeu. Vamos esperar”, avisou.

O que precisa melhorar- Gracil atesta que a violência tomou conta da região do Segundo Distrito. Na Gameleira, por exemplo, há conflitos constantes pela proximidade de duas organizações criminosas que são divididas apenas pelo mastro da bandeira do Acre, entre dois bairros. Isso é o que mais dificulta a sobrevivência dos bares e comércios locais.

“Nossa cidade ficou muito violenta. Nós temos a melhor polícia do Brasil, a menos corrupta, e mesmo assim não conseguimos dar conta da criminalidade.  Não temos um policiamento na Gameleira. Há muitos roubos por aqui”. Para ele, o que falta para tornar a região mais atrativa é uma guarita da Polícia Militar.

“Sou de acordo que se cobrasse uma taxa para que a gente arcasse, necessário, com a implantação de uma guarita aqui. Sei que o estado tem obrigação de proteger o cidadão, mas se os donos de bares topassem, eu aceitaria essa taxa”.

Ainda assim, com todos os problemas, Gracil não se vê fazendo nenhum outro tipo de serviço. “Só saio daqui se o dono do ponto me pedir. Só quero sair daqui quando for para eu ir para morada final”, brinca.

Para  a reabertura de seu Quiosque, ele quer que os clientes obedeçam às regras sanitárias contra a Covid-19. “Quero que venham de máscara, bebam sua cerveja, mantenham distância uns dos outros e ao sair usar a máscara novamente, afinal, a vida continua e preciso dos clientes para ajudar meus funcionários a sobreviver”, finaliza.

 

 

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Mailza destaca um Acre que dá certo com Gladson na inauguração da fábrica de palmitos

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Mais de 200 famílias serão beneficiadas pela iniciativa estatal, incluindo a geração de 30 empregos diretos na região

A senadora Mailza Gomes participou na manhã desta sexta-feira, 11, da inauguração da agroindústria de beneficiamento de palmitos Ikiry, localizada no Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Bonal, km 76 da BR-364. Mais de 200 famílias serão beneficiadas pela iniciativa estatal, incluindo a geração de 30 empregos diretos na região. O investimento na nova unidade foi de R$ 1.100.000,00 milhão (um milhão e cem mil reais) por parte do governo, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), com recursos da Fonte 500 (Proser-Bird).

“Essa indústria é um sonho realizado para as pessoas. Fortalece-se uma cadeia produtiva que vai impulsionar a economia, o emprego e a renda para a população da Bonal. Este é o Acre que dá certo: produtivo, forte e vencedor. Nós acreditamos nisso e junto com o governador Gladson vamos fazer o que precisa ser feito”, afirmou a senadora.

Mailza destacou ainda que Gladson tem contribuído muito no incentivo e investimentos na produção do setor rural para fortalecer a agricultura familiar e melhorar a vida dos pequenos agricultores de diversas regiões do nosso Estado.

Na ocasião, Mailza anunciou o envio de mais de R$ 98 milhões de suas emendas parlamentares para o governo do Acre.

Gladson agradeceu. “A senadora Mailza e toda a bancada tem sido meus parceiros. Os benefícios vão chegar em todo o estado independente do partido do prefeito, porque o foco maior de qualquer gestor deve ser a população”, reforçou o chefe do executivo acreano.

A Bonal

O projeto da PDS Nova Bonal foi iniciado em 2018, em parceria da Seict com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e Cooperativa Central de Colonização e Reforma Agrária (Cooperacre), e finalizado em 2020. O palmito sai da Indústria embalado em carretas e pronto para venda em supermercados e varejos do Estado, em potes de vidro de 300g e 1,2kg.

Participaram da cerimônia à prefeita de Senador Guiomard Rosana Gomes; deputado federal Alan Rick; presidente da Fieac, José Adriano, da comunidade, os presidentes da Cooperbonal, Raimundo Macedo, e da Cooperacre, Manoel José, do diretor-presidente do Deracre, Petronio Antunes; secretários de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (SEICT), Anderson Abreu e de Produção e Agronegócio (SEPA), Nenê Junqueira, superintendente do Incra, Sérgio Bayum, além de secretários municipais e vereadores de Senador Guiomard.

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Empresa do Amazonas ganha licitação de mais de R$ 1,5 milhão para aluguel de carros no Acre

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De acordo com a publicação no Diário Oficial desta sexta-feira, 11, a Secretaria Estadual de Saúde vai gastar mais de 1,5 milhão no aluguel de picapes. O valor será gasto no prazo de 12 meses e será com carros do modelo Fiat Toro.

O edital especifica que os veículos são sem motoristas com as seguintes características mínimas: cabine dupla; tração nas quatro rodas 4×4; capacidade para 05 (cinco) pessoas; motor turbo diesel; ar condicionado, direção hidráulica; 04 (quatro) cilindros, potência mínima 120 cv; marchas à frente e 01 (uma) a ré; 02 (dois) anos de fabricação; acessório inclusos: protetor de caçamba capota marítimo e estribos; estar com a documentação regularizada e em conformidade com as leis de trânsito.

O aluguel mensal de cada veículo deve ficar por volta de R$ 5.990 mil reais para os 12 veículos que vão ficar em Rio Branco e R$ 6.490,00 para as picapes que irão para os municípios de Acrelândia, Plácido de Castro, Senador Guiomard, Brasileia, Xapuri, Feijó, Tarauacá e Sena Madureira e Manuel Urbano, conforme consta no certame.

Ao todo, a empresa contratada vai disponibilizar 21 veículos, o que em um ano de contrato chega-se ao valor de R$ 1.563.480,00. A empresa contratada é a Reche Galdeano & Cia LTDA, oriunda do estado do Amazonas.

Um outro contrato de aluguel de veículos foi assinado pela Secretaria Estadual de Saúde e também foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, 11. Neste caso, trata-se do aluguel de veículo de passeio da marca/modelo Volkswagen Voyage. São 9 veículos que serão alugados ao preço mensal de R$ 2.799,00. Um total de mais de R$ 300 mil ao longo de um ano. No caso do referido contrato dos veículos de passeio, a empresa é a V.C.P DAVILA – ME, sediada em Rio Branco.

O ac24horas procurou a Sesacre para um posicionamento sobre os valores gastos com o aluguel de veículos. A diretora de administração, Muana Araújo, explicou que a licitação é necessária para locação de veículos que vão apoiar as atividades das unidades de saúde e da secretaria. Ela afirmou ainda que é um registro de preços e que não significa que todos os veículos serão contratados.

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