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Servidora do TJ encontra dinheiro, entrega em delegacia e donos são localizados

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Ainda existem pessoas honestas nesse Acre. A servidora do Tribunal de Justiça (TJAC), Alessandra Araújo, usou seu Facebook na tarde desta quarta-feira, 01, para contar que achou uma quantia considerável de dinheiro e alguns documentos na Avenida Ceará, próximo ao Araújo Mix.

Segundo ela, esse dinheiro caiu do bolso de um motoqueiro que não percebeu e acabou por seguir o seu trajeto, porém o perdeu de vista.

“Conseguimos juntar as notas que caíram na via pública e, na sequência, empreendemos diligências para encontrar o proprietário dos recursos. Como não tivemos êxito, entregamos os valores à polícia (Delegacia do Tucumã), mediante boletim de ocorrência (B.O).

Não demorou e no início da noite desta quarta-feira, 01, o dono do dinheiro foi identificado. Alessandra Araújo, contou à reportagem do ac24horas que o dinheiro estava sendo transportado por um funcionário de uma loja da Sobral.

“A filha da dona do estabelecimento me contatou pelo Instagram e me contou os detalhes de como tava o dinheiro e os bloquinhos, além da questão dos cartões de loteria. E pelo nível dos detalhes, eu não tenho dúvida que foi encontrado os verdadeiros donos do dinheiro. Eu e meu marido Marcio Jorge, estamos muito felizes de termos ajudado essas pessoas”, afirmou.

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“Ruídos” entre Depasa e Saerb atrasam repasse do sistema de água para o município

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No final do último mês de maio, o governador Gladson Cameli e o prefeito de Rio Branco Tião Bocalom assinaram o termo que repassa novamente o sistema de água e esgoto para o município. Ocorre que passados mais de um mês, a reversão pouco progrediu. O ac24horas descobriu com exclusividade que o impasse se dá por uma animosidade com troca de acusações entre o Depasa, órgão do estado, e o Saerb, que pertence ao município.

Um pacto foi criado pelas duas instituições para promover o fluxo de informações, documentos e do acervo técnico para que a reversão aconteça quanto antes. Porém, a relação entre os dois órgãos se deteriorou em pouco tempo. O Saerb chegou a mandar uma notificação ao Depasa por conta do atraso no repasse de documentos.

O ac24horas procurou a direção do Saerb e a presidente da autarquia municipal, Pollyana Souza, confirmou o atraso de documentos. “O Sistema de Água e Esgoto de Rio Branco-Saerb desde o início da reversão pactuada entre o Estado e o Município, dividiu o processo em três etapas distintas. Nessas etapas, a documentação necessária para o planejamento do Saerb, seria enviada pelo Depasa em tempo determinado pelos dois órgãos. Algumas dessas demandas atrasaram e infelizmente, o Saerb não recebeu importantes documentos nas datas previstas”, garante.

Segundo ela, ainda espera-se que esse fluxo entre as duas instituições seja normalizado rapidamente. “Sabemos que o Depasa está empenhado e ciente da responsabilidade de nos informar em tempo estabelecido para que os rio-branquenses não sejam afetados. Acreditamos que podemos caminhar juntos e com responsabilidade, para que a reversão ocorra sem maiores atrasos”, alegou Pollyana.

A reportagem também procurou o Depasa. A porta-voz do governo, Mirla Miranda, disse que o órgão não iria se manifestar de forma oficial, mas que considerava normal o que chamou de “ruídos”, durante o processo de definição do fluxo para a reversão.

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CPI da Pandemia escancara superfaturamento em negociação de vacinas no Acre

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Uma reportagem divulgada nesta terça-feira, 3, pela CNN Brasil mostram que o reverendo Amilton Gomes de Paula, ouvido na CPI da Pandemia, tentou negociar vacinas da AstraZeneca com a Associação dos Municípios do Acre (Amac).

A reportagem revela que no dia 25 de fevereiro, o reverendo enviou e-mail à secretaria-executiva da Associação dos Municípios do Acre (Amac), que representa as 22 cidades do estado. Nele, Amilton dizia que estava encaminhando uma “carta de informações” sobre vacinas da Astrazeneca, cuja venda seria feita “com viés humanitário”. A mensagem foi enviada do endereço [email protected] e é assinada pelo próprio Amilton Gomes de Paula.

As conversas seguiram. No mês seguinte, já no dia 26 de março, a Amac enviou então uma carta de intenção, dizendo-se interessada na compra de vacinas da Janssen. A mensagem foi enviada por e-mail para Renato Gabbi, integrante da Senah (Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários), instituição dirigida por Amilton.

Gabbi remeteu o pedido ao representante da Davati no Brasil, Cristiano Carvalho. No mesmo dia, Carvalho respondeu dizendo que não teria mais a disponibilidade da vacina da Janssen e que a companhia poderia fornecer doses da Astrazeneca. No fim, o negócio não se concretizou.

Segundo Amilton, as vacinas da AstraZeneca – oferecidas pela Davati – surgiram primeiro com o valor de US$ 3,50 e depois subiram para US$ 17,50.

Em nota enviada à CNN, a Davati, empresa que tinha Cristiano (também ouvido na CPI) como interlocutor e que negocia as vacinas no Brasil, afirmou que Carvalho agiu de forma independente na oferta que fez à Amac.

“Davati Medical Supply informa que Cristiano Carvalho agiu de forma independente fazendo ofertas como a da Associação de Municípios do Acre (AMAC). No dia 30 de março, ao verificar grande quantidade de cartas de interesse recebidas, o CEO da empresa, Herman Cardenas, respondeu ao representante autônomo que não poderia manter oferta a diferentes municípios pois ainda aguardava retorno da proposta apresentada ao Ministério da Saúde”, diz a empresa.

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Desembargador nega pedido para sustar lei que permite contratação de médicos sem Revalida

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O desembargador Francisco Djalma, do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), negou o pedido de medida cautelar impetrado pela Federação Médica Brasileira (FMB) para sustar os efeitos da Lei Estadual, de autoria do deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), que permite a contratação de profissionais formados em medicina no exterior sem a devida revalidação do diploma.

Em sua decisão, o desembargador afirmou que não há motivos para decidir em caráter liminar, sem antes ouvir as partes envolvidas, a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), de onde originou a Lei.

A entrada da Federação Médica Brasileira (FMB) ocorre após o procurador de justiça, do Ministério Público do Acre, Sammy Barbosa, afirmar em parecer que o Conselho Regional de Medicina (CRM) não poderia entrar com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) em razão por não ter competência. O relator da Ação impetrada pelo CRM é o desembargador Luís Camolez. 

Segundo o desembargador, os requisitos impostos para apreciação em sede de plantão judiciário não se fazem presentes, ou seja, está em discordância com o Art. 7º, V, da Resolução n. 161/2011 do Tribunal de Justiça (TJAC). 

“Ademais disso, é cediço que compete ao colegiado do Tribunal Pleno desta Corte de Justiça decidir sobre a concessão ou não da medida cautelar na ação direta de inconstitucionalidade, após a audiência dos órgãos ou autoridades dos quais emanou a lei ou ato normativo impugnado, que deverão pronunciar-se no prazo de cinco dias”, diz trecho da decisão de Djalma

 

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Palácio Rio Branco fica lilás durante campanha de combate à violência contra a mulher

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Em evento realizado na noite desta segunda-feira, 2, nas escadarias do Palácio Rio Branco, o governador Gladson Cameli (Progressistas) assinou um Acordo de Cooperação Técnica para o combate e prevenção à violência doméstica e familiar praticada contra as mulheres.

Na ocasião, o Palácio Rio Branco foi iluminado na cor lilás para impulsionar a campanha de conscientização e enfrentamento da violência contra a mulher, promovida pela a primeira-dama, Ana Paula Cameli, uma das personagens mais atuantes em defesa das mulheres acreanas, das equipes do gabinete da primeira-dama, da Secretaria de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para Mulheres, da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, e da Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Esportes (SEE).

Nas redes sociais, o governador Gladson Cameli afirmou que o Acre ainda tem muito o que fazer para continuar preservando a dignidade e a honra das mulheres.

Cameli ressaltou a redução nos índices de redução em 77,8% de feminicídios em nosso estado, de janeiro a junho deste ano, se comparado ao mesmo período de 2020.

“Esses dados foram catalogados pelo Observatório de Análise Criminal do Ministério Público do Acre e demonstram o esforço conjunto entre as forças de segurança e ações integradas desenvolvidas com instituições aliadas ao poder executivo, como o Tribunal de Justiça e o Ministério Público”, afirmou.

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