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Acreano ganha caminhonete em live da dupla Simone e Simaria

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Na noite deste sábado, 23, as coleguinhas, como são conhecidas as cantoras Simone e Simaria, uma das duplas sertanejas de maior sucesso do país, fizeram uma live que tem se tornado tão comum entre os artistas nesta época de pandemia.

Acontece que além dos principais sucessos da dupla, a live trouxe muita sorte à um acreano. Durante a realização de um sorteio, Gleilson Ferreira Miranda, de Rio Branco, foi o grande sortudo e ganhou uma camionete zero quilômetro.

O ganhador é o reconhecido fotógrafo Gleilson Miranda, que já passou pela redação de vários jornais e sites acreanos e foi um dos fotógrafos oficiais do governo passado.

Assista ao momento em que a dupla sertaneja anuncia o acreano como ganhador do sorteio:

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Destaque 7

Inflação muda comportamento dos brasileiros, mostra pesquisa

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Foto: Valter Campanato 

Com o orçamento apertado, um em cada quatro habitantes no país não consegue pagar todas as contas no fim do mês. A constatação é de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, que aponta redução nos gastos com lazer, roupas e viagens.

De acordo com a pesquisa, sair do vermelho está cada vez mais difícil. Isso porque apenas 29% dos brasileiros poupam, enquanto 68% não conseguem guardar dinheiro. Apesar disso, 56% dos entrevistados acreditam que a situação econômica pessoal estará um pouco ou muito melhor até dezembro.

O levantamento também mostrou que 64% dos brasileiros cortaram gastos desde o início do ano e 20% pegaram algum empréstimo ou contraíram dívidas nos últimos 12 meses. Em relação a situações específicas, 34% dos entrevistados atrasaram contas de luz ou água, 19% deixaram de pagar o plano de saúde e 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas.

Outros hábitos foram afetados pela inflação. Segundo a pesquisa, 45% dos brasileiros pararam de comer fora de casa, 43% diminuíram gastos com transporte público e 40% deixaram de comprar alguns alimentos.

Entre os que reduziram o consumo, 61% acreditam na melhora das finanças pessoais nos próximos meses. O otimismo, no entanto, não se refletirá em consumo maior. Apenas 14% da população pretendem aumentar os gastos até o fim do ano.

Pechincha

Entre os itens que mais pesaram no bolso dos entrevistados nos últimos seis meses, o gás de cozinha lidera, com 68% de citações. Em seguida, vêm arroz e feijão (64%), conta de luz (62%), carne vermelha (61%) e frutas, verduras e legumes (59%). Os combustíveis aparecem em sexto lugar, com 57%. No caso dos alimentos, a percepção de alta nos preços de itens como arroz, feijão e carne vermelha aumentou mais de 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, em abril.

Com a alta dos preços, a população está recorrendo a um hábito antigo: pechinchar. Segundo a pesquisa, 68% dos entrevistados admitiram ter tentado negociar um preço menor antes de fazer alguma compra neste ano. Um total de 51% parcelou a compra no cartão de crédito, e 31% admitiram “comprar fiado”. Os juros altos estão tornando o crédito menos atrativo. Menos de 15% dos brasileiros recorreram ao cheque especial, crédito consignado ou empréstimos com outras pessoas.

De acordo com o presidente da CNI, Robson Andrade, os rescaldos da pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia comprometeram a recuperação econômica do país. A aceleração da inflação levou à alta dos juros, o que tem desestimulado o consumo e os investimentos. Em contrapartida, afirma Andrade, o desemprego está caindo, e o rendimento médio da população está se recuperando gradualmente, o que dá um alento para os próximos meses.

O levantamento, encomendado pela CNI ao Instituto FSB Pesquisa, é o segundo realizado no ano com foco na situação econômica e nos hábitos de consumo. Foram entrevistados presencialmente 2.008 cidadãos, em todas as unidades da Federação, de 23 a 26 de julho.

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Destaque 7

Apenas 9% das acreanas doam ou já doaram leite materno

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O estudo feito pela Famivita com mais de 2,4 mil mulheres entre 8 e 17 de junho de 2022 e publicado neste começo de agosto lembra que o leite materno contém propriedades importantes para o crescimento e desenvolvimento do bebê, fortalecendo a sua imunidade contra diversas doenças.

E dada a importância da amamentação, em 1992, a Aliança Mundial de Ação Pró-Amamentação criou a Semana Mundial de Aleitamento Materno e; todos os anos, define um tema a ser explorado e lança materiais que são traduzidos em 14 idiomas com a participação de cerca de 120 países.

A semana mundial da amamentação vai de 1 a 7 de agosto, e este ano tem como tema “Fortalecer a Amamentação: educando e apoiando”. Tendo em vista a relevância do tema, no Brasil o mês de agosto é dedicado à conscientização da importância do aleitamento materno, e é chamado de Agosto Dourado.

Dentre os objetivos do Agosto Dourado está a doação de leite humano, afinal existem bebês prematuros que precisam deste alimento. E toda mulher que amamenta e produz um volume de leite além da necessidade do seu bebê, é uma possível doadora de leite humano. “Porém, conforme constatamos em nosso mais recente estudo, 82% das brasileiras que estão em período de amamentação ou que já amamentaram, nunca doaram o seu leite para um banco de leite humano. Principalmente as mulheres dos 18 aos 24 anos, com 90% das participantes”, diz a Famivita.

Dado o baixo percentual de mulheres que já doaram leite humano, o percentual de participantes que conhecem outras mulheres que já doaram leite humano, também é baixo. Somente 36% das brasileiras conhecem alguém que já doou seu leite para um banco de leite humano.

Principalmente as mulheres dos 35 aos 44 anos, com 44% das participantes afirmando conhecer alguém que já doou leite humano.

No Rio Grande do Sul, 31% das participantes conhecem doadoras de leite humano.

No Rio de Janeiro e em Santa Catarina, pelo menos 34% têm conhecidas que doam leite.

Já em São Paulo e em Minas Gerais, 37% das entrevistadas conhecem mulheres que doam leite para bancos de leite humano.

Apenas 9% das acreanas doam ou já doaram leite materno, 4º menor índice do país, segundo a pesquisa. Na Paraíba, líder do ranking, 22% doam leite, e no Amapá, útimo entre os Estados, apenas 8% tem este compromisso.

O ac24horas encaminhou mensagem a responsáveis pelo Banco de Leite do Acre e aguarda entrevista sobre o tema.

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Mais de 9 mil enfermeiros são beneficiados no Acre com piso

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O presidente da República Jair Bolsonaro sancionou e publicou na edição desta sexta-feira (5) do Diário Oficial da União a lei que estabelece o piso nacional da Enfermagem em todo o território nacional. Entretanto, o governo decidiu vetar o dispositivo que garantia o reajuste anual automático dos valores com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

No Acre, segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) a medida deve atender a pelo menos 9.226 profissionais auxiliares, técnicos e enfermeiros.

De acordo com o texto promulgado, a remuneração mínima de enfermeiros deverá ser fixada em R$ 4.750,00, 70% deste valor para técnicos e 50%, para auxiliares e parteiras. Os pisos salariais deverão ser aplicados por todos os setores até o início do próximo exercício financeiro.

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Espaço Indústria entusiasma expositores e visitantes da Expoacre 2022  

Empresários elogiam o galpão e acreditam em resultados positivos de visibilidade das marcas e prospecção de novos negócios  

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O Espaço Indústria é referência há muitos anos na Expoacre. O galpão, que acomoda empresas industriais e também FIEAC, IEL, SESI, SENAI e o Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre, é um dos locais da feira de negócios que recebe um grande número de visitantes.

E esse movimento intenso de pessoas é uma verdadeira vitrine para as empresas. Segundo Luciana Mendonça, proprietária do Café Contri, tem sido surpreendente a quantidade de visitantes que o estande da empresa tem recebido. “Estamos surpresos e felizes. Organizamos um espaço aconchegante para demonstrarmos o tamanho da nossa saudade depois de dois anos sem Expoacre. Fizemos um estande sustentável, mas não estamos restritos a esse espaço, pois temos nossas colaboradoras ambulantes levando o Café Contri para todos os lugares do Parque de Exposições”, comentou.

A empresária também elogia a organização da FIEAC e da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict) na organização do Espaço Indústria. “Esse local é extremamente estratégico para demonstrar a força e a união da indústria, além de dar visibilidade a tudo que é produzido no Acre. A organização está de parabéns e os resultados são muito positivos”, ressaltou Mendonça.

Já os empresários Stanley Smith e Arytana Guimarães, proprietários da Farofa Cruzeiro, vieram de Cruzeiro do Sul especialmente para expor seu produto na feira. “É nossa primeira vez na Expoacre. Além de experimentarem e comprarem, alguns clientes já pretendem levar nossa farofa para fora do estado e comprar em grande quantidade”, revelou Smith. “Aqui, pudemos mostrar que, além da tradicional farinha de Cruzeiro do Sul, temos essa farofa pronta para consumo e que traz grande praticidade. Estamos muito felizes por essa oportunidade de estar no Espaço Indústria da Expoacre”, acrescentou Arytana.

O secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia, Assurbanípal Mesquita, diz que é gratificante receber feedbacks positivos dos empresários do setor industrial e ressaltou que o governo, em parceria com a FIEAC, fez um esforço justamente com o objetivo de melhorar a infraestrutura do Espaço Indústria. “Com isso, ganham todos, o poder público, a iniciativa privada e a nossa população”, pontuou.

Presidente da FIEAC, o empresário João Paulo de Assis também demonstra satisfação em ver que o Espaço Indústria tem sido aprovado tanto pelos visitantes como pelos empresários. “Esse galpão foi pensado e construído com muito carinho e esforço. O sucesso é fruto do empenho dos nossos colaboradores, da parceria com o governo e com o setor produtivo. Esta edição da Expoacre resgata a autoestima dos nossos empresários”, assinalou.

Aprovação do público – Visitante da feira, o autônomo Augusto César Freire diz que, no Espaço Indústria, pôde conhecer melhor o trabalho de algumas empresas. “A gente compra certos produtos no supermercado, mas ver aqui na Expoacre é diferente. Temos realmente que valorizar o que é produzido no Acre e nossas indústrias têm, sim, grande qualidade”, salientou.

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