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Santa Rosa, Tarauacá e Assis Brasil são os mais vulneráveis do Acre para Covid-19

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Santa Rosa do Purus, Tarauacá e Assis Brasil são os municípios mais vulneráveis ao Covid-19, segundo o Índice de Vulnerabilidade dos Municípios (IVM), criado pelo Instituto Votorantim na primeira semana de maio para mapear o cenário da pandemia no país.

O IVM varia de 0 a 100 pontos, indicando que quanto maior o valor do índice de um determinado município, mais vulnerável e suscetível ele está com relação aos impactos da Covid-19.

Nesse contexto, Santa Rosa do Purus ficou com nota 68,66; Tarauacá, 67,14; e Assis Brasil com 66,56. Apesar de ser o epicentro da pandemia, Rio Branco é de menor vulnerabilidade com 47,8 pontos.

O que faz de um município mais ou menos vulnerável é essencialmente o número de leitos disponíveis na UTI e de respiradores, os quais, apesar de relevantes, não são os únicos indicadores para o compor o IVM, que leva em conta também proporção da população idosa, o PIB per capita e a situação fiscal da cidade.

De acordo com o Instituto Votorantim, o IVM é composto por dezoito indicadores distribuídos em cinco pilares temáticos que abrangem dados relacionados a população vulnerável, economia local, estrutura do sistema de saúde, organização do sistema de saúde, e capacidade fiscal da administração pública.

O sistema do IVM permite a realização de buscas por regiões geográficas, pilares temáticos, níveis de criticidade e o cruzamento com o número de casos confirmados e óbitos por município, que são atualizados diariamente.

Para cada indicador e pilar temático, foram atribuídos pesos de acordo com sua relevância no contexto da pandemia. O IVM pode ser acessado aqui: http://ivm.votorantim.rarolabs.com/

VEJA O IVM DE CADA CIDADE DO ACRE

Rio Branco 47,80

Acrelândia 58,12

Sena Madureira 60,76

Porto Acre 61,49

Plácido de Castro 60,59

Epitaciolândia 61,26

Brasiléia 58,33

Santa Rosa do Purus 68,66

Jordão 66,16

Cruzeiro do Sul 57,87

Mâncio Lima 61,36

Rodrigues Alves 57,10

Bujari 59,14

Senador Guiomard 63,35

Manoel Urbano 66,05

Marechal Thaumaturgo 61,78

Feijó 63,59

Tarauacá 67,14

Capixaba 61,81

Xapuri 59,28

Porto Walter 64,63

Assis Brasil 66,56

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Cotidiano

Inscrições para oficina de cenas teatrais estão abertas à comunidade de Tarauacá

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A oficina ‘Produção de Cenas em Cenários Amazônicos’ está com inscrições abertas até o meio-dia do próximo dia 3. Para participar, os candidatos devem acessar o formulário online que está disponível no perfil @cenasteatrais, no Instagram, para manifestar interesse por uma das 15 vagas gratuitas.

As aulas são presenciais e ocorrem nos dias 8, 9 e 10 de fevereiro, das 14h às 18h, no auditório do Sinteac de Tarauacá. Formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Acre (Ufac), a atriz Melânia Brasil é a responsável pela execução do projeto.

A proposta é democratizar o acesso à cultura e investir na formação técnica de artistas experientes e iniciantes, a partir do estudo de interpretação, figurino, criação de cenários, objetos cênicos, sonoplastia e aspectos representativos do teatro acreano.

“Pretendia realizar a oficina no Teatro José Potyguara, que foi construído em 1933 e é o mais antigo do estado. Porém, o prédio está fechado”, lamenta a artista que nasceu em Sena Madureira, mas mora em Rio Branco há oito anos.

“Decidi focar em Tarauacá para estimular a comunidade a valorizar e ocupar o patrimônio cultural dedicado à memória e à arte. Sou fascinada pela ideia de usar esses espaços públicos para fazer teatro e contar a história do nosso povo. Fazer do nosso jeito”, explica a artista.

O projeto é financiado pelo edital da Lei Emergencial de Cultura Aldir Blanc, que é gerido pelo governo por meio da Fundação Elias Mansour (FEM).

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Cotidiano

Novo prazo: municípios têm até 31 de janeiro para aderir ao Programa Tempo de Aprender

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As Secretarias de Educação de todo o país interessadas em aderir ao Programa Tempo de Aprender do Ministério da Educação (MEC) têm novo prazo para preencher o termo de adesão. Em caso de interesse, o gestor municipal tem até o dia 31 de janeiro para preencher o formulário de adesão na página do programa.

Esta não é a primeira vez que o MEC prorroga o prazo de adesão. Os municípios enxergam como positiva a flexibilidade e dilatação de prazos estabelecidos para os programas federais de educação, principalmente, em razão das particularidades que os gestores municipais estão tendo de enfrentar em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19). Além disso, a entidade reforça que é uma oportunidade para os novos secretários de educação tomarem conhecimento da iniciativa e, se tiverem interesse, realizarem a adesão do Município.

De acordo com informações do MEC, cerca de 80% das secretarias municipais e estaduais, ou seja, 4.437, já aderiram ao programa. Entretanto, a CNM alerta que antes de realizar o preenchimento de formulário eletrônico, o secretário de educação precisa atualizar as informações no sistema PDDE Interativo, plataforma do MEC utilizada para o repasse de recursos e apoio à gestão escolar. A entidade lembra que sem esse procedimento a adesão não será concluída.

Realizado virtualmente e com foco na alfabetização – da pré-escola ao 1º e 2º ano do ensino fundamental das redes públicas de ensino – o Tempo de Aprender é destinado a professores, coordenadores pedagógicos e diretores escolares. Trata-se de uma Política de Estado voltada à alfabetização que se estrutura nos eixos de apoio pedagógico; aprimoramento das avaliações; formação continuada; e valorização de profissionais da alfabetização.

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Cotidiano

Mapa mostra maior parte do Acre sem serviço de acolhimento de crianças e adolescentes

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A maioria dos municípios do Acre não possuem serviço de acolhimento de crianças e adolescentes. Nos municípios onde há esse serviço, o acolhimento é institucional ou familiar. A informação está sugerida no mapa produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado na última quinta-feira (21).

A nota técnica “Filhos cuidados pelo Estado: o que nos informa o relatório do Ipea sobre o reordenamento dos serviços de acolhimento de crianças e adolescentes” não traz detalhes por Estado ou município mas apresenta uma mostra da situação no País.

A análise da trajetória desses serviços em outro relatório mostra que a implementação das ações de reordenamento permitiu alcançar significativa cobertura da oferta.

Em 2018, 2.010 municípios (36,1%) contavam com algum serviço de acolhimento de crianças e adolescentes, os quais cobriam 80,3% da população brasileira. Os perfis de oferta encontrados foram os mais variados. A maior parte dos municípios (1.488) prestava apenas o serviço de acolhimento institucional (SAI). Alguns (167 municípios) prestavam apenas o serviço de acolhimento familiar (SAF).

Outros 132 municípios não possuíam oferta própria, mas estavam vinculados a alguma oferta realizada em caráter regional (que atende a um conjunto de municípios contíguos). Embora menos frequente, foi possível ainda encontrar municípios com mais de um tipo de serviço ofertado.

Na média nacional, o Ipea observa uma recente trajetória de crescimento do total de meninas entre os acolhidos (50,3%), sendo que, em 2018, elas superaram o total de meninos (49,6%) nos serviços de acolhimento para crianças e adolescentes.

Isso ocorreu sobretudo pela maior ampliação relativa de adolescentes do sexo feminino, que, desde 2016, já são maioria para a faixa etária de 12 a 15 anos. Sugere-se estar em curso uma inflexão nas estatísticas dessa população que, em anos anteriores, trazia a presença majoritária de adolescentes do sexo masculino. Embora os dados disponíveis não permitam entender as razões para o aumento relativo das meninas acolhidas, cabe atentar para a eventual necessidade de adequação dos serviços para atendimento de um público majoritariamente feminino.

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Cotidiano

Grupo de vereadores visita hospital regional de Brasileia e pede intervenção do governo

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Insustentável. Esta é a definição das condições encontradas por um grupo de vereadores de Epitaciolândia após uma visita ao Hospital Regional do Alto Acre durante a sexta-feira, 22.

De acordo com o relato dos vereadores, foi constatado que uma das necessidades mais urgentes da unidade de saúde é a contratação de profissionais de saúde, como técnico de enfermagem, enfermeiros, médicos e maqueiros para atender a demanda do hospital.

Os vereadores também denunciam a falta de ambulância para atender os municípios de Brasileia e Epitaciolândia.

O Hospital Regional de Brasileia, apesar de não ter leitos de UTI, é a unidade referência para o tratamento da Covid-19 no Alto Acre. A unidade está completamente lotada e os vereadores retratam que não há aparelho de tomografia e o sistema de refrigeração onde ficam os pacientes infectados não funciona.

“Encontramos uma sala com todos os equipamentos necessários para abrir mais vagas. Basta que o governo adquira monitores e contrate mais profissionais para proporcionar mais leitos. Não tem onde colocar mais gente na unidade de saúde”, conta o vereador Messias Lopes (PT).

Além de Lopes, estiveram presentes na visita ao Hospital Regional os vereadores Preta (Progressistas), Pantico da Água (Solidariedade), Seliene (Podemos) e Zé Maria (PSL). Os parlamentares decidiram como encaminhamento a realização de uma reunião na próxima semana com os vereadores de Brasileia para a produção de um documento conjunto apontando os principais problemas da unidade de saúde que será entregue ao governo do estado com pedido urgente de providências.

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