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Famílias recorrem às bolsas de estudo para evitar endividamento

Operações bancárias somam 6,81% do volume de dívidas de pessoas físicas

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Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontam que a inadimplência do brasileiro cresceu 4,41% entre os anos de 2017 e 2018. O índice é o maior desde 2012, quando houve crescimento de 6,8%. A estimativa é que haja atualmente 62 milhões de pessoas com ao menos uma conta atrasada e com o CPF restrito para contratação de crédito ou realização de compras parceladas.

O número equivale a 41% da população adulta que mora no Brasil, segundo estimativa da CNDL e do SPC Brasil. Considerando os dados coletados, as dívidas bancárias – que englobam empréstimos, financiamentos e outras operações financeiras – ficaram em segundo lugar no ranking de volume de dívidas de pessoas físicas do ano passado. O crescimento foi de 6,81%, atrás apenas dos 14,88% das dívidas contraídas para despesas básicas (água e luz, por exemplo).

Para evitar débitos decorrentes de empréstimos ou financiamentos estudantis, Renata Gonçalves, de 34 anos, recorreu às bolsas de estudo do Educa Mais Brasil. A enfermeira foi contemplada com uma bolsa para a educação básica. “O programa apareceu na minha vida no momento certo. Eu teria uma despesa de R$970 com a mensalidade do meu filho e só estou pagando R$485”, compara o investimento com a escola de Thiago, de 10 anos.

Mais de 300 mil bolsas com desconto de até 50% são disponibilizadas para a educação básica em 2019, por meio do programa educacional, que atua há 15 anos no mercado. Ao contratar o benefício e reduzir metade dos gastos com a escola do filho, a enfermeira destaca que houve também diminuição do impacto no orçamento familiar. Isto porque, por ser divorciada, a pensão que recebe não é suficiente para arcar com gastos de saúde, alimentação, moradia, educação, entre outros.

Inadimplência x Escola

De acordo com o Código do Consumidor, o aluno não pode sofrer sanções na escola devido à inadimplência uma vez que há uma relação de consumo entre a instituição de ensino, os estudantes e os responsáveis. Com isso, não são permitidas sanções pedagógicas, suspensão de provas escolares, retenção de documentos, entre outras penalidades.

Ao mesmo tempo, a instituição de ensino não tem a obrigação de renovar a matrícula anual ou semestral e nem facilitar as condições de pagamento da dívida contraída. Isto acontece porque a inadimplência revela o descumprimento de cláusulas contratuais. É válido destacar que a escola pode ainda processar o devedor para que haja a execução do contrato.

Ascom Educa Mais Brasil

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Destaque 3

Acre teve aumento de casos e redução de mortes por Covid-19, segundo Ministério da Saúde

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Dados do novo Boletim Epidemiológico sobre a Covid-19, publicado nesta sexta-feira (22/1), apontam tendência de estabilização com acréscimo de 5% no número de novos casos e queda de 3% no registro de óbitos pela doença.

Os registros de casos e de óbitos pela Covid-19 apresentaram estabilização entre a primeira e a segunda Semana Epidemiológica de 2021.

A Semana Epidemiológica (SE) 2 (10 a 16/1) encerrou com 379.061 novos casos registrados, enquanto na SE 1 (3 a 9/1) foram registrados 359.593 casos. Em relação aos óbitos, a SE 2 encerrou com 6.665 novos registros e a SE1, com 6.906 óbitos.

O número de recuperados da Covid-19 no Brasil vem crescendo a cada semana, atingindo mais de 87% do total de casos já confirmados. Ao final da SE 2 de 2021, o Brasil apresentava uma estimativa de 7.388.784 casos recuperados e 856.979 casos em acompanhamento.

Entre os dias 10/01 e 16/01, o número de novos casos da doença foi de 161.637 no Sudeste, 66.724 no Nordeste, 77.454 no Sul, 32.740 no Centro-Oeste e 40.506 no Norte. O número de óbitos novos foi 3.586 no Sudeste, 865 no Nordeste, 425 no Centro-Oeste, 1.050 no Sul e 739 no Norte.

O Boletim destaca ainda a redução, estabilização e incremento do registro de casos e óbitos novos de Covid-19 no Brasil, por estado, nesse período. Comparando a SE 2 com a semana anterior, 4 estados brasileiros apresentaram redução no registro de casos: Paraná, Rio de Janeiro, Sergipe e Mato Grosso do Sul.

O aumento ocorreu em 17 estados e no Distrito Federal: São Paulo, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Amapá, Ceará, Piauí, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Tocantins, Goiás, Roraima, Bahia, Amazonas, Maranhão, Rondônia e Acre.

A estabilização ocorreu em 5 estados do país: Santa Catarina, Paraíba, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Alagoas.

Em relação aos óbitos, 8 estados e o DF apresentaram redução, enquanto 12 estados registraram aumento e 6 apresentaram estabilização. A redução no número de óbitos foi verificada no Paraná, Acre, Amapá, Ceará, Goiás, Distrito Federal, Paraíba, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

A estabilização foi observada no Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Bahia.

Por fim, o aumento foi constatado no Piauí, São Paulo, Maranhão, Rondônia, Pernambuco, Alagoas, Pará, Sergipe, Amazonas, Minas Gerais, Tocantins e Roraima.

Nesta sexta-feira, 22, o Acre registrou 258 novos casos de infecção por coronavírus nesta sexta-feira, 22, sendo 72 casos confirmados por exame de RT-PCR e 186 por testes rápidos. O número de infectados subiu de 45.729 para 45.987 nas últimas 24 horas.

Mais 2 óbitos foram notificados sendo todos do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 846 em todo o estado.

Os dados da vacinação nos municípios ainda não estão disponíveis e serão atualizados de acordo com a plataforma do Ministério da Saúde (MS), ficando sujeitos a alterações constantes, em razão das informações inseridas a partir de cada município.

Com informações da Agência Saúde e da Agência de Notícias do Acre.

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Cotidiano

Prefeitura de Rio Branco começa remoção de árvore em escola do Bosque

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A Prefeitura de Rio Branco começou nesta sexta-feira (22), a remoção de uma árvore na Escola Dom Giocondo, no Bosque.

Segundo a Prefeitura, há muito tempo foi solicitado que a árvore fosse retirada porque vinha prejudicando a estrutura da escola, fazendo com que muro e parede fiquem rachados.

“O muro foi pintado. Essa semana a secretária municipal de Educação, Nabiha Bestene, soube da situação e atendeu a solicitação da escola. A secretaria municipal de Meio Ambiente, prontamente atendeu a solicitação”, informa a PMRB.

Uma foi da Secretaria de Meio Ambiente foi enviada para o serviço. Como a árvore é grande, a remoção deverá durar alguns dias.

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Cotidiano

Jovem é ferido com um tiro nas nádegas enquanto caminhava em rua do Belo Jardim I

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Alisson Aragão de Almeida, de 18 anos, foi ferido com um tiro na noite desta sexta-feira, 22, em frente ao mercado 2 Irmãos, no Ramal da Judia, bairro Belo Jardim I região do Segundo Distrito de Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, Alisson estava caminhando na rua, quando um homem não identificado se aproximou em uma motocicleta modelo XRE, de cor preta, e efetuou vários tiros na direção da vítima, que foi atingido com um tiro nas nádegas que transfixou o corpo na região do abdômen.

Populares que passavam pelo local colocaram o ferido em um veículo e acionaram a ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que interceptou o carro. Os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e encaminharam a vítima ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde grave. Segundo a Médica do SAMU, o tiro deixou as víscera de Alisson exposta.

A Polícia Militar esteve no local, e após colher as características do autor do crime, fez patrulhamento na região em busca de prendê-lo, mas o criminoso não foi encontrado.

O caso segue sob investigação dos Agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A polícia acredita que o crime foi motivado pela guerra entre facções, por disputa de território e o domínio de tráfico de drogas.

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Acre 01

Empresário Marcello Moura diz que “toque de recolher” é uma medida necessária

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Presidente da Acisa diz que momento é de cautela para evitar prejuízos ao comércio e o colapso do sistema de Saúde

O presidente da Associação Comercial (Acisa), Marcello Moura considera necessária a medida anunciada pelo governador Gladson Cameli, na manhã desta sexta-feira, 22, sobre o início do “toque de recolher” das 22h às 6h.

Para Marcello Moura, com o avanço dos casos e das mortes, é preciso que medidas sejam tomadas, para evitar o colapso do sistema de Saúde.

“É uma medida que, no primeiro momento, parece ser ruim para alguns setores do comércio, mas quando levamos em consideração o aumentos dos casos de Covid-19, percebemos que o momento é de medidas que possam contribuir para diminuir o contágio. Nós acreditamos que, todos unidos, logo estaremos retornando à normalidade”, afirmou.

Afirmando que o momento é de união de todas as entidades e o Poder Público, para evitar um colapso do Sistema de Saúde, Marcello Moura lembra que é preciso agir agora, para evitar mais prejuízos ao comércio.

“Já temos o início da vacinação. Mas tudo está apenas começando. Precisamos nos unir e buscar alternativas para evitar prejuízos aos comerciantes e a nossa economia. Com a colaboração de todos, tenho certeza que em breve estaremos com nosso comércio funcionando dentro da normalidade”, disse.

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