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Após declaração de Gladson Cameli, Flaviano Melo diz que PMDB vai discutir nome de vice só em 2018

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Em evento de confraternização do PMDB, no espaço Amazônia Hall, no segundo distrito de Rio Branco que reuniu lideranças do interior do Estado e Capital, o presidente da sigla, deputado Federal Flaviano Melo agradeceu a presença de todos e junto com o ex-deputado e pré-candidato ao Senado Federal, Marcio Bittar, abonou a ficha de filiação do médico e ex-vereador Carlos Beirute e seu filho Rodrigo.

Lideranças dos partidos de oposição também se fizeram presentes. O senador Gladson Cameli (PP) não compareceu ao evento, já o Sérgio Petecão (PSD) fez questão de prestigiar a festa.

Durante o evento, o deputado Flaviano Melo disse que o PMDB tem palavra e que só aceita a discussão do vice na chapa da oposição encabeçada pelo senador Gladson em 2018. “Nosso partido cresceu muito. Podemos comprovar nessa festa com a presença de diversas lideranças. No caso do vice do Gladson demos a palavra que isso seria debatido em 2018. E como o PMDB tem palavra, sentaremos com todos os partidos para escolher o melhor nome”, finalizou o deputado.

A deputada Eliane Sinhasique (PMDB), que é líder do partido na Assembleia Legislativa, disse que os partidos de oposição definiram junto com o PP do senador Gladson, que o vice deveria ser somente debatido no próximo ano. “Por que temos que fazer igual o PT e escolher de imediato o vice?”, questiona a deputada.

Já o vereador Roberto Duarte afirmou que PMDB não pode indicar o vice por ter apresentado o pré-candidato ao Senado. “Mas devemos sentar com todos os partidos e definir o vice somente ano que vem”, disse Duarte.

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Cidades

Xapuri registrou neste ano 749 casos de Covid-19 com 8 mortes pela doença

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Numa demonstração da maior força da chamada segunda onda da Covid-19 no Acre, apenas nos dois primeiros meses deste ano o município de Xapuri registrou mais de 40% do número de casos confirmados durante os nove meses em que a pandemia afetou o estado no ano passado – no município o primeiro caso do novo coronavírus foi registrado no dia 27 de abril de 2020.

Em janeiro e fevereiro de 2021, foram diagnosticados 749 casos de Covid-19 em Xapuri, contra 1.851 do ano passado, de abril a dezembro. O número de mortes no município em decorrência de complicações da doença também é maior nos dois primeiros meses deste ano, quando ocorreu mais que o dobro dos óbitos do ano passado – foram 15 mortes em 2020, contra 8 em 2021.

Até a última atualização do Boletim da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Xapuri havia registrado 2.600 casos do novo coronavírus com a ocorrência de 23 mortes, números ainda não confirmados pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) em seu boletim diário. Desde o ano passado, os dois informativos possuem divergência quanto ao número de óbitos no município.

Com taxa de 12.630,1 por grupo de 100.000 habitantes, o município de Xapuri é o segundo do Acre em incidência da Covid-19. São mais de 12 pessoas a cada 100 contaminadas pelo novo coronavírus desde o começo da pandemia. Essa taxa é quase o dobro da média do estado (6.410,2/100.000) e menor apenas que a do município de Assis Brasil (15.211,0/100,00).

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Cidades

“Prefeita das visões, faça um milagre em minha rua”, dizem moradores de Tarauacá

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Moradores de Tarauacá, um dos municípios mais afetados pela enchente do Rio que leva o mesmo nome da cidade, decidiram manifestar contra a situação das ruas após o manancial apresentar vazante, desde o início desta semana.

Neste sábado, 27, começaram a circular imagens de bananeiras “plantadas” em protesto por melhor infraestrutura das vias após a enchente que atingiu quase 90% da cidade. Em fotografias, moradores pedem que a prefeita Maria Lucinéia tome alguma providência.

“Prefeita das visões, faça um milagre em minha rua”, diz um dos cartazes.

Atualmente, o Rio Tarauacá está com nível de 8,05 metros, bem abaixo da cota de transbordamento, que é de 9,50 metros.

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Cidades

Xapuri registra 31 novos casos e mais duas mortes por Covid-19 em 48 horas

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O município de Xapuri atingiu, nessa sexta-feira, 26, a marca de 2.600 infecções pelo novo coronavírus desde o começo da crise sanitária no Acre. Nos dois últimos boletins da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), foram confirmados mais 31 casos positivos na cidade. No mesmo intervalo, ocorreram mais duas mortes por complicações da doença, elevando o total para 23 óbitos.

As duas últimas vítimas fatais da pandemia em Xapuri são o locutor de rádio Diego José Ferraz Nogueira, de 39 anos, que morreu nessa quinta-feira, 25, e o aposentado Marcos Augusto Menezes, de 60 anos, que faleceu nessa sexta-feira, 26. Ambos estavam sendo tratados no hospital de campanha do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-Ac).

Marcos Augusto Menezes já havia perdido um irmão para a Covid-19. Afonso Maria Menezes, de 65 anos, morreu no dia 27 de janeiro passado em sua residência, em Xapuri. Marcos e Afonso eram muitos conhecidos em Xapuri por serem inseparáveis a ponto de ser muito raro um ser visto sem estar na companhia do outro. Nas redes sociais, familiares lamentaram a morte dos irmãos.

Diego Ferraz foi sepultado na manhã dessa sexta-feira. Parentes e amigos organizaram uma comitiva de veículos para receber o carro funerário na chegada a Xapuri e seguir em cortejo até o cemitério municipal São José, onde ocorreu o sepultamento. Ferraz trabalhava há 9 meses nas rádios Educadora AM e Aldeia FM, onde apresentava o programa romântico “Love Night”.

Xapuri é o segundo município do Acre em incidência da Covid-19, com 12.574,0 casos registrados por grupo de 100.000 habitantes, segundo os dados da Secretaria de Estado de Saúde. Essa taxa é quase o dobro da média estadual, que é de 6.342,4/100.000 habitantes, e menor apenas que a do município de Assis Brasil, que é de 14.892,5/100.000 habitantes.

Vacinação

A Secretaria Municipal de Saúde de Xapuri (Semusa) informa que já aplicou 226 vacinas contra a Covid-19 de um total de 260 repassadas ao município pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) referentes à primeira dose. A segunda dose também já começou a ser aplicada, mas ainda não há dados disponíveis a respeito do andamento.

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Cidades

Comunidades indígenas do Acre pedem socorro após cheia de rios destruir produção agrícola

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As enchentes nos municípios acreanos têm provocado a perda de roçados de mandioca, banana e sistemas agroflorestais cultivados pelas comunidades. A criação de animais também foi seriamente prejudicada nas terras Indígenas situadas em Sena Madureira, Cruzeiro do Sul, Rodrigues Alves e Porto Walter, Tarauacá, Jordão e Santa Rosa do Purus.

De acordo com o Conselho Indigenista Missionário no Acre (CIMI), há relatos de alagações nas Terras Indígenas Kaxinawá do Rio Jordão, Baixo Jordão, Seringal Independência, Katukina-Kaxinawá, Igarapé do Caucho, Kaxinawá do Rio Humaitá, Alto Rio Purus e Igarapé Preto.

“Os roçados que ficam nas margens dos rios foram prejudicados. As pessoas perderam as plantações, este ano vai ter fome não só para os indígenas, para os ribeirinhos também”, diz o professor indígena Ulices Moisé Kaxinawa, vice-presidente Organização do Povo Indígena Huni Kuῖ Alto Rio Purus (OPIHARP) e que mora em Santa Rosa do Purus.

A Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Acre) e a Organização dos Professores Indígenas do Acre (OPIAC) junto aos DSEIs Alto Rio Purus e Alto Rio Juruá, iniciaram semana passada uma mobilização para atender às solicitações das famílias indígenas que tiveram que deixar suas casas em decorrência das inundações e estão com a segurança alimentar comprometida. A comunicação limitada e uma pane no sistema de telefonia, causado pelas chuvas, atrasou o envio das informações das Terras Indígenas, mas a CPI-Acre vem gradativamente recebendo vídeos, áudios e fotos de colaboradores indígenas que estão nos locais afetados.

O presidente da OPIAC, Eldo Shanenawa, que vive na aldeia Morada Nova, na TI Katukina-Kaxinawa, em Feijó, disse que a água causou sérios danos em sua aldeia e em várias outras da TI, deixando muitas pessoas desabrigadas, sem água e alimentos.

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Em Sena Madureira, a Terra Indígena São Paulino, do povo Jaminawa, foi totalmente destruída pelas forças da água do Rio Iaco. As mais de 20 famílias que moram no local estão abrigadas em uma fazenda na outra margem do rio.

Francisca Arara, liderança indígena, explica a situação após as enchentes. “Muitas famílias vão precisar de apoio para a garantia da segurança alimentar, já que perderam tudo. Não é um sacolão que vai resolver, é preciso a doação de insumos para que eles possam retomar suas plantações, já que a gente planta para vender nos municípios, além da alimentação de cada família”, explica.

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