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Em evento no Quinari, oposição diz que não vai levar desaforo para casa

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Em mais um evento da chamada “Caravana da Mudança” os líderes de partidos de oposição reuniram-se na noite de ontem em Senador Guiomard para afinar o discurso de unidade do grupo na disputa pelo governo, e passar o recado ao PT de que “não levará desaforo para casa”. PSDB e PMDB deram o tom mais duro dos discursos num claro sinal de que formarão a cabeça de chapa na sucessão de Sebastião Viana (PT).

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 Na cidade do tucano James Gomes estiveram presentes Márcio Bittar (PSDB), Flaviano Melo (PMDB), o prefeito de Cruzeiro do Sul Vagner Sales (PMDB), o deputado Gladson Cameli (PP), além de Wherles Rocha (PSDB) e Antônia Sales (PMDB). O tom dos discursos apontou que o grupo não se deixará mais intimidar pelos ataques petistas, partindo para o contra-ataque na mesma medida.

 “O governo do PT é uma mercadoria vencida, eles não têm mais propostas, perderam o discurso”, disse Antônia Sales. De acordo com Márcio Bittar, após sucessivas campanhas da Frente Popular acusando a oposição de corrupção, esta bandeira foi perdida “por metade do governo que aí está ter sido colocada no presídio”.  O tucano afirmou que o debate será de proposição, com o grupo apresentando um “robusto plano de governo ao eleitor”.

 O evento ainda sinalizou que a oposição vai partir para o debate para mostrar quem fez mais pelo Acre. O ex-governador Flaviano Melo comparou as obras de seu governo no fim da década de 1980 com as feitas na gestão petista.

 “O governo do PMDB fez a infraestrutura básica de Rio Branco. Toda a rede de esgoto que até hoje está aí começou com o Nabor Júnior. Nossos conjuntos habitacionais resistiram há mais de 20 anos, enquanto as casas deles racham em menos de um mês, obras feitas de forma precária. Iremos mostrar quem executou obras de qualidade no Acre”, afirmou.

 Apontado como potencial candidato ao Palácio Rio Branco, Vagner Sales defendeu uma reforma administrativa na gestão da oposição para melhor aplicar os recursos públicos. “Diziam que não íamos conseguir governar Cruzeiro do Sul, mas provamos o contrário. Basta saber aplicar bem o dinheiro, enxugar a máquina e ter eficiência. Cruzeiro do Sul não depende um real do governo do Estado para sobreviver”, declarou.

 O prefeito James Gomes reclamou da falta de políticas do governo em fazer parcerias com os prefeitos não membros da Frente Popular. “Em seis anos de mandato o governo nunca veio ao Quinari debater comigo ou algum vereador as demandas da cidade para saber o que o povo precisa. É preciso acabar com esta política mesquinha e governar com todos.”

 Pré-candidato ao Senado, Gladson Cameli disse que uma de suas prioridades até o fim do mês será trabalhar pela unidade da oposição. “Eu só vou sossegar fecharmos todas as nossas chapas, desde presidente, passando pelo governo e Senado e finalizando nas proporcionais para fazermos valer em outubro a alternância de poder tão necessária para o bem do Acre”, ressaltou.

 

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