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Empresa de exportação de açúcar para o Peru seria o próximo passo de Moura

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Luciano Tavares – da redação de ac24horas
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Roberto Moura seria o primeiro empresário do Acre a investir na ZPE, a Zona de Processamento de Exportação, implantada pelo governo do Estado, em Senador Guiomard, na BR-317.

Moura tinha a intenção de implantar na ZPE uma empresa de exportação de produtos para o Peru, conforme informou o governador Sebastião Viana, em entrevista via telefone ao Gazeta Alerta, edição especial desta quinta-feira.

“Nós já íamos inaugurar a primeira empresa da ZPE, que era de autoria de dele. Ele tava implantando uma empresa que era de exportação de óleo, de leite de açúcar para o Peru. Já tinha feito todos os contatos e o governo tava muito agradecido a ele pela parceria e pela geração de centenas de empregos que ia gerar. Foi um homem que construiu uma história na economia do Acre. Participou com opinião e colaboração”, disse Sebastião Viana. 

Roberto Moura morreu por volta das 4h30 desta quarta-feira, em São Paulo, vítima de um infarto. Ele faria 61 anos, no mês de setembro. O empresário deixa nove filhos e dez netos. O corpo dele será velado no prédio da Assembleia Legislativa do Acre.

 

 

 

 

Acre

Acre registra 69 mortes violentas entre jovens e adolescentes

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Foi divulgado na última sexta-feira, 22, um estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o Unicef, onde coloca o Acre como o segundo estado do país com a maior taxa de assassinatos entre crianças e adolescentes.

Segundo os dados, somente em 2020, foram 69 mortes violentas entre crianças e adolescentes de 5 a 19 anos. A faixa etária mostra que de 0 a 4 anos, não houve mortes, de 5 a 9 anos 1, de 10 a 14 anos, foram 8 e de 15 a 19 anos ocorreram 60.

O levantamento revelou ainda que das 68 mortes registradas entre as idades de 10 a 19 anos, 14 foram em decorrência de ação policial, ou seja, 14% das mortes violentas nessa faixa etária. Por fim, nos últimos quatro anos, no período de 2016 e 2020, foram registradas 380 mortes de crianças e adolescentes em todo o Acre.

O estado que apresentou a maior taxa de mortes violentas em 2020 foi o Ceará, com mais de 46 mortes por 100 mil habitantes de 10 a 19 anos, seguido por Acre (38,41), Pernambuco (36,16), Roraima (36,13), Sergipe (35,78) e Rio Grande do Norte (34,65).

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Acre

Acre confirma mais uma morte e um novo caso de Covid-19

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O estado do Acre registrou apenas um novo caso de infecção por Covid-19 e uma morte ocasionada por complicações da doença neste sábado (25). Segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), o número de infectados aumentou para 88.024, em todo o estado.

A notificação de óbito registrada neste sábado fez com que o número oficial de mortes por Covid-19 aumente para 1.844 em todo o estado.

O óbito recente foi da moradora de Rio Branco, J.S.C., de 31 anos, que deu entrada no dia 20 de outubro, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), e faleceu no dia 22 de outubro.

Até o momento, o Acre registra 248.879 notificações de contaminação pela doença, sendo que 160.810 casos foram descartados e 45 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 86.067 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 10 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

Os dados da vacinação contra a Covid-19 no Acre podem ser acessados no Painel de Monitoramento da Vacinação, disponível no endereço eletrônico: http://covid19.ac.gov.br/vacina/inicio. As informações são atualizadas na plataforma do Ministério da Saúde (MS), ficando sujeitas a alterações constantes, em razão das informações inseridas a partir de cada município.

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Acre

Estudo alerta surto de dengue, zika e chikingunya em Rio Branco

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Dados do 3° Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti – LIRAa, alertam que em Rio Branco existe a possibilidade uma nova ocorrência de surto de dengue, zika e chikingunya, conforme informou uma nota técnica do setor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (Sensa), divulgado na última sexta-feira, 22.

O estudo foi realizado no período de 27/09 a 01/10, com resultado de 4,35%. O estudo teve o objetivo de avaliar o resultado da pesquisa e definir estratégias de controle vetorial, a equipe Técnica da Divisão de Endemias e Controle de Vetores, juntamente com a Diretora da Vigilância Epidemiológica, Socorro Martins, estiveram reunidos esta semana, para definir estratégias e elaborar um plano de controle vetorial para os próximos 6 meses.

“Os reservatórios de água considerados úteis, como caixas d’água ao nível do solo, se mostram como os principais criadouros para o vetor. É preciso redobramos os cuidados, tendo em vista, o período das chuvas chegou e qualquer recipiente que acumule água parada é um potencial criadouro do mosquito transmissor dessas arbotiroses”, alerta a coordenadora de vigilância Epidemiológica Socorro Martins.

A coordenadora destaca que a intenção do poder público é se antecipar ao possível aumento no número de casos, atuando nos bairros mais infestados pelo vetor, e com ocorrência de transmissão.

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Acre

Quase 100 crianças do Acre ficaram órfãs de pai ou mãe na pandemia

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Foto: Bruno Kelly/Reuters

Ao menos 99 crianças de até 6 anos de idade que moram no Estado do Acre ficaram órfãs de um dos pais que morreram vítimas da covid-19 entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano. No Brasil todo, esse número é de 12.211 crianças.

Segundo informação à Agência Brasil a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), 25,6% das crianças de até seis anos que perderam um dos pais na pandemia não tinham completado um ano.

Já 18,2% tinham um ano de idade; 18,2%, dois anos de idade; 14,5%, três anos; 11,4%, quatro anos; 7,8% tinham cinco anos e 2,5%, seis anos. São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Ceará e Paraná foram os estados que mais registraram óbitos de pais com filhos nesta faixa etária.

Os dados foram levantados com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 7.645 cartórios de registro civil do país desde 2015, ano em que as unidades passaram a emitir o documento diretamente nas certidões de nascimento das crianças recém-nascidas em todo o território nacional.

Os números obtidos pela Arpen-Brasil, entidade que representa os cartórios de registro civil do Brasil e administra o Portal da Transparência, mostram que 223 pais morreram antes do nascimento de seus filhos, enquanto 64 crianças, até a idade de seis anos, perderam pai e mãe vítimas da Covid-19.

“A base de dados dos cartórios tem auxiliado constantemente os poderes públicos, os laboratórios e os institutos de pesquisas a dimensionar o tamanho da covid-19 em nosso país e o fato de termos esta parceria com a Receita Federal para a emissão do CPF na certidão de nascimento dos recém-nascidos nos permitiu chegar a este número parcial, mas já impactante”, disse, em nota, o presidente da Arpen-Brasil, Gustavo Renato Fiscarelli.

No estado do Rio de Janeiro, ao menos 774 crianças de até seis anos de idade ficaram órfãs de um dos pais vítimas da covid-19 entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano. Os dados foram levantados com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 168 cartórios de registro civil do estado.

Segundo o levantamento, no estado do Rio, 23 pais faleceram antes do nascimento de seus filhos, enquanto cinco crianças, até a idade de seis anos, perderam pai e mãe vítimas da Covid-19.

“As diversas parcerias firmadas pelo Registro Civil permitiram realizar esse levantamento, unindo a base de dados dos cartórios de registro civil, o que tem nos proporcionado dimensionar o tamanho do impacto da Covid-19 no Rio de Janeiro. O resultado de levantamentos como esse indica caminhos para que os poderes públicos possam ser mais assertivos na resolução de questões que envolvem a cidadania e a dignidade daqueles que ficaram órfãos”, afirmou o presidente da Arpen/RJ, Humberto Costa.

(Com EBC)

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