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Aparelho quebrado no HC leva mãe ao desespero com medo de filho ficar cego

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Ray Melo,
da redação de ac24horas
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Vivendo de favores há mais de 15 dias, na cidade de Rio Branco, a funcionária pública do município de Feijó, Elizangela da Silva Viana, 34, faz uma verdadeira peregrinação em busca de ajuda para o filho de quatro anos, que sofre de toxoplasmose.

Com passagens pagas pelo TFD, à servidora veio à capital em busca de um exame no Hospital das Clínicas, mas ao realizar a consulta e pegar os encaminhamentos, Elizangela da Silva foi comunicada que o aparelho que realizaria o procedimento estaria quebrado.

Segundo informações de oftalmologistas do HC, o mais importante para o diagnóstico da toxoplasmose ocular é o exame de fundo de olho com as pupilas dilatadas, quando o médico oftalmologista encontra a típica do toxoplasma. O exame é feito com o Oftalmoscópio.

O tratamento do J.E.A.S. só poderá ser iniciado após a realização do exame. A mãe da criança tomou conhecimento do estado de saúde de seu filho, há pouco mais de três meses. O medo da servidora é que a doença evolua e cause a cegueira no paciente.

Elizangela da Silva foi orientada a procurar a direção do HC, para saber quais as providências que seriam tomadas. De acordo com ela, os gestores do hospital colocaram seu nome numa lista, mas não deram previsão de quando o novo aparelho chegaria.

A fundoscopia ou oftalmoscopia é o exame em que se visualizam as estruturas do fundo de olho, dando atenção ao nervo óptico, os vasos retinianos, e a retina propriamente dita, especialmente sua região central denominada mácula.

Sem perspectivas, a servidora pública diz que não sabe o que fará, já que tem que voltar a cidade de Feijó, para assumir suas funções. “Estou assistindo ao sofrimento diário de meu filho sem poder fazer nada. Sinto-me impotente diante desta situação”, diz Elizangela.

Sem recursos para se manter em Rio Branco, a agente comunitária de saúde acredita que voltará a sua cidade sem que seu filho receba o atendimento adequado. “Fui informada que é um aparelho relativamente barato. Porque o hospital ainda não comprou um novo”, questiona.

De acordo com Elizangela, os funcionários do HC teriam informado que Oftalmoscópio estaria quebrado desde o ano passado. A servidora afirmou ainda, que dezenas de pessoas estariam na lista para realização de exames que dependem do mesmo aparelho.

Acre

Em Feijó, Petecão participa da abertura do Festival do Açaí

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Em viagem de uma semana à região do Juruá, onde vai iniciar oficialmente sua campanha, o candidato a governador pela coligação “Com a Força do Povo”, Sérgio Petecão (PSD), participou na noite desta sexta-feira (12) da abertura do 23o Festival do Açaí, tradicional festa popular que acontece todos os anos no município de Feijó.

O evento, que ocorre até domingo, reuniu centenas de pessoas na primeira noite e contou com a presença de vários candidatos, que estiveram em meio à multidão cumprimentando os eleitores.

Enquanto caminhava em meio ao povo, muitas pessoas fizeram questão de conversar com Petecão e posar para tirar as famosas “selfies”. Por isso que o candidato do PSD é conhecido como um político “100% popular”.

“Eu sempre fiz questão de estar junto da população, para mim a política só tem sentido se for pra trabalhar pelo bem das pessoas. Em Feijó temos muitos amigos, essa é uma oportunidade de revê-los e também ver como está o município, já que temos muitas emendas alocadas aqui durante nosso mandato de senador ” disse.

Outro concorrente majoritário que também participou do evento, foi Jenilson Leite (PSB) que disputa o Senado, e esteve na festa acompanhado do suplente César Messias. O encontro de ambos com Petecão foi em clima descontraído.

A edição deste ano do Festival do Açaí acontece em local diferente dos anos anteriores, quando o evento era realizado às margens do Rio Envira. Na primeira noite da festa, a principal atração foi voltada ao cantor Thierry, que ficou conhecido pelo hit “Cabeça Branca”.

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Acre

Caminhão atropela onça na BR-364, no Bujari

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Em publicação feita nas redes sociais, um homem registrou uma onça pintada morta às margens de uma rodovia da BR-364, no Bujari, após ser atropelada por um caminhão.

De acordo com o proprietário do vídeo, o animal, aparentando ainda ser um filhote, teve a cabeça esmagada. “Quem disse que aqui no Bujari não tem onça, olha só”, declarou.

Acompanhe o vídeo.
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Acre

Show de Tierry reúne multidão no Festival do Açaí, em Feijó

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Fotos: Jardy Lopes

A 23ª Edição do Festival do Açaí iniciou nesta sexta-feira, 13, com o show nacional do cantor e compositor Tierry.

Uma multidão se reuniu no Centro de Eventos, recém inaugurado pela prefeitura do município, para assistir o intérprete das músicas “Rita”, “Cabeça Branca” e “Hackeram-me”.

Após dois anos sem realização, a festividade acontece até o domingo, 14, e ainda terá apresentações dos artistas Zezo, João Bosco e Vinícius e atrações locais.

Acompanhe as fotos da primeira noite do XXIII Festival do Açaí.

 

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Acre

DO PSOL, Nilson Euclides quer um governo sem olhar pelo retrovisor

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O candidato do PSOL ao Governo do Acre, professor Nilson Euclides, está convicto de que nestas eleições o eleitorado acreano vai optar por um governo de renovação, com novos rostos e novas ideias.

“Precisamos renovar no sentido efetivo da palavra, cabeças novas, ideias novas, outra forma de pensar a política. O eleitor não quer mais uma administração que olhe pelo retrovisor, seja do lado direito seja do lado esquerdo. Vamos olhar pra frente”.

Os comentários foram feitos em entrevista aos jornalistas Thiago Martinello e Brenda Amâncio do programa Jornal Gazeta 93, que foi ao ar na manhã desta sexta-feira, 12, pela rádio Gazeta FM.

Paulista de uma família com 12 filhos, foi office boy e funcionário da Odebrecht na Usina de Samuel em Rondônia até migrar para o Acre há 30 anos onde se formou na UFAC em Ciências Sociais com mestrado e doutorado em Ciências Sociais-Política pela PUC de São Paulo.

Professor associado de Ciências Políticas da Universidade Federal do Acre, Nilson informou que sua candidatura foi motivada por mais de 20 anos estudando a política acreana. Neste período, ele teve oportunidade de escrever uma tese sobre o projeto de hegemonia da Frente Popular do Acre, a aliança liderada pelo PT que governou o Estado entre 1999 e 2018.

As eleições deste ano, segundo Nilson, vão ser as mais importantes para quem nasceu nos anos 1960. “Vivemos um momento de extrema gravidade. A democracia sofre ataques diários. Aqueles que têm responsabilidades com a democracia, os homens e as lideranças que têm compromisso com o Brasil e com o Acre precisam se posicionar. É este o movimento que faço ao sair do gabinete da universidade para acrescentar de forma propositiva e qualificada o debate político no Acre”.

De acordo com o professor, os indicadores econômicos revelam que o Acre retrocedeu no tempo. “São números pavorosos. A produção de mandioca, principal produto agrícola do Estado e da dieta do acreano, caiu 40%. A educação está em 22º segundo lugar num ranking de 27 unidades da federação.

Nilson Euclides refuta a ideia de que a esquerda é contra o agronegócio. “Ninguém é contra o agronegócio, mas este segmento precisa atualizar o discurso de que a produção depende do desmatamento. A produção tem que se apoiar em tecnologia para melhorar a produtividade sem esquecer de incluir a agricultura familiar e a pequena propriedade. Caso contrário não é um agronegócio do século 21, pois a produção de alimentos tem sido feita basicamente pela agricultura familiar”.

O professor acha uma contradição a negação da ciência pelo atual Governo que tem no agronegócio sua principal base de apoio, pois o agronegócio é um produto de ciência e tecnologia. “As universidades e a Embrapa são a fonte de conhecimento do agronegócio, portanto é um absurdo esta rejeição à vacina, à ciência. Pela manhã negam a ciência e à noite rezam por soluções que dependem de pesquisa e conhecimento”.

Em sua administração, Nilson Euclides tem como prioridades um tripé formado por participação popular, transparência e desenvolvimento. “Falar em Governo popular parece ofensivo, mas se todo poder emana do povo e por ele deve ser exercido não estamos inventando a roda, nem desprezando o Poder Legislativo.

Esta participação do povo, de acordo com o programa de Nilson, se dará por meio da reorganização do movimento social, reformulando os sindicatos, associações e cooperativas desmantelados durante o longo período da hegemonia da FPA.

“O Acre terá um orçamento de R$ 8 bilhões para 2023. Como este dinheiro será aplicado deve ser decidido por uma conferência dos movimentos sociais e não por cinco ou seis pessoas que dominam o PIB do Acre. Isso é participação popular, não estamos inventando a roda e nem estamos querendo substituir o Legislativo, estamos falando de um orçamento que temos que aplicar ouvindo a população. O povo terá poder para deliberar”.

Ao optar pela servidora pública Jane Rosas, uma militante do movimento de mulheres do Acre e do Brasil como vice em sua chapa, Nilson explicou que foi uma deliberação do PSOL sem a qual ele não se sentiria confortável para conduzir a campanha. “A mulher é a protagonista do Século 21 não apenas na política, mas nas ciências, nas artes e nos esportes. Esta violência que a mulher vem enfrentando hoje em dia nada mais é do que a reação a este protagonismo”.

A Educação, além de prioridade no programa de Governo, é uma especialidade de Nilson Euclides, professor da Ufac que já lecionou no Iesacre e na Uninorte. Nesta área, suas ideias são inspiradas em experiências já conhecidas no Rio de Janeiro e em São Paulo. “Como exige muito investimento, tenho o compromisso de construir pelo menos uma escola de período integral para alunos desde a pré-escola ao ensino médio. Uma escola que integre educação, esporte, arte, saúde, meio ambiente e infraestrutura”.

Além disso, como modo de combater a evasão de alunos do Ensino Médio, Nilson Euclides vai estudar uma alternativa para implantar um programa de transferência de renda para cada aluno, uma espécie de bolsa de estudos para ajudar o aluno e sua família. “Este é um programa que precisa ser elaborado em caráter de urgência, pois estamos perdendo os jovens para o crime organizado”.

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