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Luiz Calixto diz que não fez ameaça a policial penal: “se ajoelhou ao poder do crime”

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O secretário-adjunto de Governo, Luiz Calixto, negou neste sábado (27) que tenha feito ameaças ao policial penal Renê Fontes após debates em audiência pública sobre valorização dos servidores da Segurança Pública do Acre realizada na última quinta-feira, 25, na Assembleia Legislativa.


Renê Fontes disse que após a audiência, recebeu ligação do secretário Calixto que teria sido ofensiva e ameaçadora. “Foi bem ofensivo, bem ameaçador por causa do meu posicionamento, da minha opinião que postei nos stories na noite de ontem. É o meu posicionamento. Fico triste pelo secretário por tentar coagir as pessoas. Eu sou servidor de carreira. Se algum ato violento acontecer comigo, o nome do suspeito já está devidamente anunciado para duas pessoas”, disse Renê.

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Em entrevista ao ac24horas na manhã deste sábado (27), em agenda institucional no bairro Cidade do Povo, Luiz Calixto diz que não faria ameaças nem a policiais despreparados. “Quem sou eu para ameaçar um policial sem preparo, que participou de uma audiência no plenário da Assembleia com uma arma na cintura? Eu liguei pra ele mas só repeti o que disse na audiência pública”, disse Calixto.


Calixto também voltou a criticar que operadores de segurança pública declarem domínio de facções criminosas, e disse que se presídios fosse dominados por grupos criminosos isso implicaria numa falha profissional do próprio policial. “Quando um agente da segurança declara que o presídio que cuida é dominado por facções, isso demonstra que ele fraquejou e se ajoelhou ao poder do crime organizado. Ou seja, recebe em dia salário do Estado para cuidar do povo, mas não cumpre a função para a qual foi designado”, concluiu.


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