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É uma candidata ao governo certa, de prego batido e ponta virada

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Podem esquecer, quem pensar o contrário. A vice-governadora Mailza Assis, não está fazendo jogo de cena quando declara que vai disputar o governo em 2026, é para valer, na base do prego batido e ponta virada. Mailza é uma pessoa afável, mas não entendeu ainda que candidatura majoritária não se constrói sem aliados, participando de congraçamentos do poder, porque neste tipo de atividade o povo fica de fora. A campanha majoritária tem de ser profissional. Ela não tem base na imprensa. Não tem grupo político. Tem pastores que circulam em sua volta, mas que não pesa em termos de votos. Se quiser ter chance de ganhar a eleição de 2026 tem que popularizar e levar o seu nome aos rincões do estado. Este é o seu maior desafio a ser vencido. Sem isso, o boi não dança.


DEBATE LIVRE


Os deputados Nicolau Júnior (PP) e Luiz Gonzaga (PSDB), que comandam a mesa diretora da ALEAC, foram democráticos no primeiro ano desta legislatura: deixaram o debate livre entre a oposição e a base do governo. E a oposição deu o tom dos debates.


NÃO É CASA DE ORAÇÃO


E agiram dentro do princípio que todos os deputados têm direito a voz na ALEAC, aliás, o poder não é uma casa de oração, mas de debates políticos.


SE TIVER ESTRUTURA, DISPUTA


O Márcio Pereira (PP) tem chance de travar uma disputa por igual com o prefeito de Plácido de Castro, professor Camilo. Mas desde que tenha a oposição unida em torno, e estrutura para tocar a campanha.


NÃO É DONO


E o prefeito Camilo não é o dono de Plácido de Castro e nem dos votos dos eleitores. Não pode querer ser candidato único.


VOZ DAS PESQUISAS


Márcio Pereira tem que antes de dar a palavra se será ou não candidato a prefeito de Plácido de Castro, esperar o que dirão as pesquisas.
E, outro ponto: o grupo político do PP que integra, apoia a reeleição do Camilo.


NÃO TEM VAGA


Em Sena Madureira não tem vaga para uma terceira via na disputa da prefeitura, deve polarizar mesmo entre o deputado federal Gerlen Diniz e o vereador Alípio – apoiado pelo prefeito Mazinho. A disputa será neste campo.


NEM UMA PALHA


Perguntei ontem a um importante membro do PP como está o projeto do partido para as eleições municipais, e veio a resposta: “Enquanto não se souber se o Gladson será ou não afastado pelo STJ, tudo está parado”.


NÃO SÓ NO PP


A decisão do STJ sobre o afastamento do governador não deixa o cenário político parado somente nos partidos aliados ao poder, mas também na oposição, que fica sem saber quem enfrentará e em cima de quais alianças.


ESPERANDO O BOLSONARO


O prefeito Tião Bocalom prepara um grande ato para sua filiação ao PL, durante a programada visita de Bolsonaro a Rio Branco, em fevereiro.


FORA DA MAJORITÁRIA


O PDT está fora da disputa pela indicação do vice na chapa de Alysson Bestene (PP), devendo entrar na eleição apenas como mais um aliado.


ALIADOS CERTOS


PODEMOS-PDT-PP-PSD são partidos certos na aliança que apoiará a candidatura de Alysson Bestene (PP) para a PMRB. Pode ainda vir o PSD.


MARÇO EM DIANTE


Os institutos de pesquisas sérios — DELTA e Data-Control – só devem começar os seus ciclos de pesquisas em março, quando se terá um quadro mais delineado sobre a disputa da PMRB, de qual será o papel do Gladson. Antes, seria chover no molhado.


SAIR DO ZERO


Essa é a meta do PT e do PCdoB na eleição para vereador de Rio Branco. Hoje, nenhum dos partidos tem um vereador na casa legislativa.


É CEDO PARA O CHURRASCO


A eleição para a prefeitura de Rio Branco ainda nem começou a campanha, é cedo para qualquer dos candidatos a prefeito da capital comprar a picanha do churrasco.


VIROU PROFISSÃO


Surgiu na capital uma profissão ilegal rentosa e que não termina em prisão: furtar fios de cobre das instalações públicas. A polícia prende, a Audiência de Custódia solta, e no mesmo dia o pilantra volta a cometer o citado crime. É alta a cifra que a prefeitura de Rio Branco está gastando para repor o que foi furtado, para não deixar prédios e a cidade no escuro.


CHUVA DE CANDIDATOS


A chapa de candidatos a vereadores pelo PMDB passou e muito do número de candidaturas para a prefeitura de Rio Branco. Terá que colocar nomes em outros partidos para ficar no teto.


CANDIDATO É A ATRAÇÃO


Para o presidente do MDB, Flaviano Melo, o fato do partido ter um nome que vem liderando as pesquisas, como o Marcus Alexandre (MDB), serve como atração de candidatos.


ENTROU EM MEDITAÇÃO


O ex-deputado Jenilson Leite (PSB) entrou em meditação política, não fala mais na sua candidatura para a PMRB, nem com quem o PSB vai se aliar na eleição deste ano.


SEM MUITA ALTERNATIVA


O REPUBLICANOS do deputado Roberto Duarte não terá candidato próprio a prefeito de Rio Branco. Ou apoiará Alysson Bestene ou o Tião Bocalom. Não creio que opte pelo deputado Emerson Jarude (NOVO).


BOA PRODUÇÃO


Um setor que funciona na gestão do Bocalom é o da Comunicação, com a equipe do jornalista Ailton Oliveira. A produção de matérias enviadas para a mídia é num volume muito grande.


NADA COLOU


Conversando ontem com um dirigente da oposição, ouvi que não consegue entender o Gladson; por muito menos de escândalos que acontecem no seu governo, se fosse outro governador já estava com a popularidade na lama. Mas continua em alta nas pesquisas.


CONTA DO RECADO


O deputado Tanízio Sá (MDB) veio de um município pequeno (Manuel Urbano), mas tem se mostrado mais produtivo do que muitos candidatos com base na capital. E deu mais vida ao MDB.


FRASE MARCANTE


“Quem muito atira pedra para cima, um dia uma lhe cai na cabeça”. Ditado popular.


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