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O dilema dos partidos de esquerda 

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O BLOCO formado pelos partidos de esquerda no estado, não está vendo uma luz no final do túnel escuro da disputa da prefeitura de Rio Branco, na eleição do próximo ano. Pelo simples fato que não possuem um nome com densidade eleitoral que consiga aglutinar todas as suas tendências. 


O Jorge Viana não vai trocar nunca o comodismo de um bom salário na APEX, em Brasília, para ser candidato. 


O ex-prefeito Raimundo Angelim pendurou as chuteiras. 


O ex-prefeito Marcus Alexandre deixou o PT, e não deve pensar em retornar à sigla para a disputa da PMRB. Tem se negado a dizer se será candidato e nem em qual partido pretende se filiar. 


O ex-deputado Jenilson Leite (PSB), bem votado para o Senado na capital, é visto como inconfiável por lideranças importantes do PT. E, sem uma unidade em torno do seu nome, tem falado que não vai entrar numa aventura. Por enquanto, eleger o próximo prefeito é uma equação de difícil solução, e a sede da prefeitura de Rio Branco, apenas uma miragem.


NINGUÉM SE ENTENDE


A ASSESSORIA do governador Gladson precisa se entender, porque está lhe causando um desgaste. Há poucos dias aprovou na ALEAC um projeto transferindo a verba publicitária da SECOM para o Gabinete Civil. E agora, mandou outro retornando a dita verba para a SECOM. É reforma da reforma.


SEGUNDO TEMPO


FOI apenas uma reaproximação. Não aconteceu nenhuma conversa política entre o Gladson e o senador Sérgio Petecão (PSD), isso ficou para um segundo tempo, em outro encontro. Mas, Petecão confirmou que marcharão juntos para a PMRB.


CONVITE CONFIRMADO


O BLOG tem informação que o PSD vai ter como principal meta para 2024, além de formar uma chapa forte para vereador, convencer o Marcus Alexandre a ser candidato à PMRB pelo partido.


MUITO MAIS MORNA


É unanimidade entre os jornalistas que cobrem as sessões da ALEAC, de que a atual legislatura é mais morna do que a passada, em termos de debates.


SEXTA DECISIVA


AMANHÃ, começa o julgamento no STF de ações de partidos que questionam a distribuição das vagas das sobras eleitorais. Se a tese for aceita, o TRE-AC terá que refazer a conta dos quocientes eleitorais, o que poderá alterar as composições na ALEAC e na Câmara Federal. O primeiro a votar será o ministro Ricardo Lewandowski.


APENAS CORDIAIS


AS relações entre a deputada Antônia Sales (MDB) e o deputado Emerson Jarude (MDB), são apenas cordiais. O voto de Antônia, que decidiu a escolha do deputado Tanízio de Sá (MDB) para a liderança do MDB na ALEAC, cavou um fosse entre ambos. O balão que o Jarude deu agora nos deputados ao ir só para uma reunião em Brasília para discutir a BR-364, azedou mais o caldo entre ambos.


OLHO DE BOTO NO BOLSO


“O deputado Tchê deve ter um olho de boto no bolso que hipnotiza os governadores; foi assim nos governos do PT e repete com o Gladson. Ninguém consegue mais cargos no governo que ele”. O comentário foi enviado por leitor do BLOG.


FAZ PARTE DA POLÍTICA


NÃO sei se tem “olho de boto” no bolso, mas sei que o deputado Tchê (PDT) é o político acreano mais pragmático que conheço, sempre está por cima da carne seca. No que, não está errado.


MEDIDA IMPORTANTE


SERIA uma grande colaboração para uma conscientização de respeito às mulheres, se o projeto do deputado Emerson Jarude (MDB), que estabelece o ensino sobre a Lei Maria da Penha nas escolas do Acre, fosse aprovado na ALEAC e sancionado pelo governador Gladson.


PAUTA PROGRESSISTA


A DEPUTADA FEDERAL Socorro Neri (PP) tem defendido pautas ligadas ao meio-ambiente. Defende a criação de um Fundo para ajudar os países vulneráveis a lidar com perdas e danos decorrentes das mudanças climáticas.


DEFESA DA MULHER


O deputado Pedro Longo (PDT) não fica só na defesa oral dos direitos das mulheres. O seu gabinete na ALEAC é composto em sua maioria por mulheres. Um exemplo que deveria ser seguido.


DISPARIDADE


AS MULHERES não têm o que comemorar em termos de representatividade na ALEAC, dos vinte e quatro deputados só três são mulheres, num eleitorado acreano formado em sua maioria pelo público feminino. Mulher vota pouco em mulher.


POP, MAS SEM VOTO


COSTUMA-SE falar muito na força do Agronegócio nas campanhas. O Agronegócio é importante na economia do país. Mas em termos de eleição, o Agro é Pop, mas não tem voto. Que o diga o ex-presidente Bolsonaro, candidato deste setor.


NADA AO MANDATO


Não entendo esta confusão para ser líder da bancada federal acreana. O cargo não acrescenta nada politicamente para quem o ocupa, ao não ser o mero status em dizer que é “líder”. E só isso.


CHAPAS PRÓPRIAS


PTB-DC-CIDADANIA- PATRIOTAS E PMB soltaram nota dizendo estarem unidos e querem lançar candidatos a prefeitos e vereadores, nos municípios; mas pela nova legislação cada um terá que ter chapa própria na eleição de 2024.


BEM MAIS ATIVO


QUEM está bem mais ativo na tribuna da ALEAC do que em mandatos anteriores, é o deputado André da Farmácia. A tribuna é a voz dos parlamentares.


REVIRAVOLTA DE CENÁRIO


O senador Márcio Bittar (UB) não se furta em dizer nas suas entrevistas, que o seu sonho é governar o Acre. Para que o Bittar seja um nome competitivo em 2026, teria que haver uma reviravolta no cenário político do estado. Teria que se reinventar.


NÃO ESTÁ ERRADO


O EX-PREFEITO Vagner Sales não está errado ao se calar sobre uma possível candidatura da filha Jéssica Sales (MDB) a prefeita de Cruzeiro do Sul. Falar agora, seria antecipar uma campanha fora do ano eleitoral. Tem que ver o quadro do futuro.


COM QUE APOIO VAI CONTAR


O mais importante é saber com que apoio a filha Jéssica Sales vai poder contar, se resolver mesmo se candidatar à prefeitura de Cruzeiro do Sul.


FRASE MARCANTE


“Para alcançar o sucesso, precisamos antes de tudo acreditar que somos capazes”. Michael Korda.


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