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A máquina do poder é importante, mas não é decisiva numa eleição majoritária 

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Quem imaginar que o candidato a prefeito de Rio Branco que tiver o apoio da máquina estatal ou municipal está eleito e por isso abandonar a conquista do eleitor, pode estar dando com a cara no chão. Poderia citar vários exemplos de candidatos apoiados pelo poder que perderam a eleição para a PMRB, até com o PT no auge da sua popularidade. Citando um que derrotou a máquina petista no seu auge e se elegeu prefeito, o Mauri Sérgio. Mais recentemente, o Tião Bocalom se elegeu sendo oposição ao governo. 


A eleição majoritária tem as suas nuances. Uma delas é o candidato conseguir a empatia com o eleitor, e quando isso ocorre é como água de ladeira abaixo, ninguém segura; mesmo tendo a máquina contra a sua candidatura. Portanto, senhores candidatos, eleição se ganha pela simpatia conquistada. Caiu na graça do povão, é uma vitória certa. Ninguém é dono dos votos.


COISAS DA POLÍTICA


Quem é que imaginava ler uma declaração da deputada federal extremista de direita, Carla Zambelli -aquela que apareceu correndo atrás de um homem negro de arma em punho- pedindo trégua com o STF e criticando o Bolsonaro. Pois é, isso aconteceu esta semana. Na política, costumo dizer, até o boi voa. Zambelli foi este boi que voou.


NADA MAIS NATURAL


NADA mais natural, o deputado federal Gerlen Diniz (PP) anunciar que não passará emendas ao prefeito Mazinho Serafim, de Sena Madureira, ambos são inimigos políticos viscerais. Aos amigos os favores, aos adversários os rigores, é a máxima da política.


CONTRAPONTO FAMILIAR


MAS a decisão não deverá impactar a gestão do prefeito Mazinho, que tem a mulher e deputada federal Meire Serafim (União Brasil), pronta para repassar à prefeitura comandada pelo marido, as suas cotas de emendas parlamentares.


NÃO VAI SE ADMIRAR


O senador Sérgio Petecão (PSD) falou ontem ao BLOG que não vai se admirar se na nova reforma administrativa do prefeito Bocalom, este demitir a vice-prefeita Marfisa Galvão da secretaria que ocupa. Ambos já estão rompidos politicamente.


SÓ DESCONVERSA


OS dirigentes políticos que têm procurado o ex-prefeito Marcus Alexandre com proposta de filiação para disputar a PMRB, só ouviram respostas evasivas. Uma coisa parece certa: Marcus não deve voltar a se filiar ao PT. Sobre o restante, só o tempo dirá se será candidato a prefeito no próximo ano.


DECISÃO TOMADA


O deputado Emerson Jarude (MDB) não vai seguir as orientações da liderança do MDB na ALEAC, para votar com o governo. Manterá seu voto independente. É uma decisão tomada e anunciada.


SAIRÁ POR CIMA


TODOS os ex-presidentes da Câmara Municipal de Rio Branco prometeram construir uma sede própria para o poder municipal. Nenhum cumpriu. Vamos ver se o presidente Raimundo Neném conseguirá desenterrar esta caveira de burro ou se será mais uma promessa não cumprida. Se conseguir, ele sairá por cima.


VOLTAMOS À BARBÁRIE


Pela onda de roubos e furtos, execuções, que acontecem rotineiramente na cidade, estamos voltando aos tempos da barbárie, e com Rio Branco virando uma cidade faroeste cabocla. E, não foi por falta de investimentos do governo do Gladson na área da Segurança Pública, que foram muitos. Só que a resposta não é a esperada.


TÔNICA IMUTÁVEL


O governo continuará aprovando o que bem entender na ALEAC, até um projeto loteando a Lua, se assim entender. A oposição ficará reservada ao papel de protestar, por ser amplamente minoritária na Casa.


COMEÇAR DO ZERO


Seja quem for o novo presidente do PSDB, terá de começar do zero na montagem de uma chapa para disputar vagas de vereadores em Rio Branco. Os tucanos saíram desplumados da última eleição, fazendo apenas um deputado estadual.


SITUAÇÃO DESCONFORTÁVEL


O Prefeito de Feijó, Kiefer, está numa situação política desconfortável na próxima eleição municipal. Não conseguiu formar uma liderança forte para apoiar o prefeito, já que não poderá disputar a reeleição.


MUITO IMPROVÁVEL


Pelo que se escuta, será muito improvável que o ex-deputado Jenilson Leite (PSB) consiga juntar em torno de uma candidatura a prefeito de Rio Branco, todos os partidos do bloco da esquerda. E sem isso, fica difícil decolar só com sucesso a disputa pela PMRB.


NÃO FARÁ CAVALO DE BATALHA


O próprio Jenilson tem dito que só será candidato à PMRB liderando uma frente ampla de partidos de oposição, no que está, absolutamente, certo.


SABE SER CEDO


Não se tem escutado um pio do Jorge Viana, sobre como caminhará o PT na eleição municipal do próximo ano. É que, com a saída do Marcus Alexandre do partido, o PT ficou sem um nome de densidade eleitoral para disputar a PMRB com chance de entrar no jogo como favorito.


META PRINCIPAL


É provável que a sua meta principal seja eleger vereadores na capital, onde o PT não tem ninguém na Câmara Municipal de Rio Branco.


CEDO PARA A FESTA


Marcus Alexandre -sem partido- Tião Bocalom (PP) e Socorro Neri (PP) estão certos de não se declararem candidatos à PMRB este ano. Quem antecipar o debate corre o risco de se desgastar.


NÃO TERÁ PROTAGONISMO


Quem não deverá ter protagonismo na próxima eleição municipal na capital é o senador Márcio Bittar (União Brasil), que ainda lambe as feridas do desgaste que saiu da última eleição. Cometeu uma série de erros políticos e acabou pagando caro, não se elegendo governador e nem a ex-mulher Márcia Bittar (PL) ao Senado.


TEM GATO NESSA TUBA


Quem tem lido suas declarações na mídia, já nota que o Jorge Viana deixou de fazer ataques à figura do governador Gladson. Nesta tuba tem gato, algo deve ter acontecido para a mudança do tom belicoso. O JV não dá prego sem estopa.


NÃO É BICHO DE SETE CABEÇAS


Só quem compra ferro velho, fios de cobre, são poucas empresas na capital. Será que é tão difícil assim chegar aos receptadores dos fios furtados da iluminação pública, para acabar com o crime, é a pergunta que se deixa no ar.


FRASE MARCANTE


“No Acre não há mais lugar para amadores na política”. Frase da década de 70 do Zamir Texeira, um paranaense que baixou por aqui, e lançou a moda de comprar votos com sacolões.


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