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Não decidem a eleição, mas exercem influência 

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ENTRAMOS no tempo do horário eleitoral. Logo mais teremos sabatinas com os candidatos nos órgãos de comunicação e debates entre os postulantes a ocupar o Palácio Rio Branco. O horário da rádio e televisão não decide eleição, mas serve para o candidato se tornar mais conhecido, e se tiver um programa leve, chamativo, com um jingle que caia na simpatia do telespectador, ajuda a candidatura.


 O mesmo acontece nos debates, quando se dá para mensurar o grau de qualificação de cada candidato. São duas ferramentas importantes, que se bem usadas dão um plus ao candidato; se mal utilizadas, podem empurrar candidaturas ladeira abaixo. Que venham os debates, sabatinas e fiquemos de olho no restante do horário eleitoral. O resto quem decide é sua majestade, o eleitor. 


FUZUÊ NO JURUÁ


A candidatura de Orleilson Cameli a deputado federal foi, como uma bomba na candidatura do ex-prefeito Zezinho Barbary (PP). A ordem do Gladson é fechar apoio ao primo. Mandou até a ex-secretária de Saúde, Muana, para coordenar a campanha. Não pense o Orleilson que,  alguém se elege em cima apenas do nome da família.


BRIGANDO CONTRA O TEMPO


COMO foi uma candidatura de última hora, Orleilson terá de ter uma divulgação maciça para se tornar conhecido, o seu nicho de relação sempre foi restrito ao empresariado.


ALIANÇA IMPORTANTE


O EX-DEPUTADO Jamil Asfury retirou a candidatura a deputada federal da mulher Sandra Asfury, para apoiarem a candidatura da Keiliane Cordeiro à Câmara Federal. Keliane tem amarrado parcerias importantes. Como a do Pastor da IBB, Agostinho Gonçalves.


CONVERSA NÃO IMAGINADA


ACONTECEU ontem, uma longa conversa entre duas importantes figuras do estado que estavam rompidas politicamente, o que pela lógica parecia ser improvável dialogarem. O que sempre digo: não acredite em briga de políticos. Eles acabam se acertando e quem se meteu, é quem fica mal. É como briga de marido e mulher.


TOLERÂNCIA ZERO COM INFIDELIDADE


O CANDIDATO ao governo, senador Sérgio Petecão (PSD), vai chamar todos os candidatos a deputados, e avisar: quem se reunir com adversários sofrerá represália dura.


ARRASTÃO GIGANTE


FALANDO no Petecão, ele fez ontem junto com a candidata ao Senado, Vanda Milani (PROS), um arrastão gigante no Calafate. Definitivamente, pôs a campanha na rua.


NADA DE EXTRAORDINÁRIO


ASSISTI ontem, os programas dos candidatos ao governo. Não consegui ver nada de extraordinário em nenhum deles, que possa ser destacado como algo inovador.


CANDIDATO PERIGOSO


UM EXPERIENTE político, que acompanha os bastidores da campanha eleitoral, fez ontem, uma observação: “Não menosprezem a candidatura do Gérlen Diniz a deputado federal, é um candidato perigoso na chapa do PP”.


APOSTANDO NOS MOVIMENTOS SOCIAIS


O CANDIDATO do PSB ao Senado, Jenilson Leite, tem investido pesado na conquista de apoios de movimentos sociais, principalmente, dos sindicatos do setor público.


PARTICIPANDO ATIVAMENTE


O GRUPO Milani, formado pela deputada federal Vanda Milani (PROS), Israel Milani (REPUBLICANOS) e Tadeu Hassem (REPUBLICANOS), têm tido participação ativa nos atos políticos do candidato ao governo, Petecão (PSD).


GRANA ALTA


O MÍNIMO que um deputado estadual tem pedido para apoiar um candidato a deputado federal ou a senador, é na faixa de 200 mil reais, e isso pago em grana e de uma só vez. São operações que ocorrem no chamado caixa 2.


MAIS VOTADA


A REVIRAVOLTA, com a entrada de novas candidaturas a deputado federal em Cruzeiro do Sul, não mexe nos redutos da deputada federal Jéssica Sales (MDB), que é forte concorrente a ser a mais votada para a Câmara Federal. Jéssica tem um eleitor fidelizado no Juruá.


HEITOR JUNIOR


É UM dos fortes concorrentes a deputado estadual na forte chapa do PSD, que tem pelo menos, oito nomes disputando as três prováveis vagas a serem conquistadas.


PRESTÍGIO EM JOGO


QUEM está com o prestígio em jogo é o Pastor da Assembleia de Deus de Rio Branco, Luiz Gonzaga, que tem a nora Yael Saraiva (PSD) de candidata a deputada estadual. A saber se desta vez crente votará em crente. Como verbaliza bem num discurso, esta menina!


JOGO PESADO


ALAN RICK (União Brasil), Márcia Bittar (PL), Ney Amorim (PODEMOS), Vanda Milani (PROS) e Jenilson Leite (PSB), travam um jogo pesado pela única vaga do Senado.


MELHOR DA DISPUTA


O MELHOR da disputa do Senado é que até nos partidos que não têm grande estrutura no estado, como o PSOL, há candidatos de grande qualidade política, como no caso do advogado Sanderson Moura (PSOL).


ABRE A SABATINA


NA SEGUNDA-FEIRA às 19,30 horas, ao vivo, quem abre a sabatina de candidatos ao Senado no ac24horas, é a deputada federal Vanda Milani (PROS), com 50 minutos para explanar sobre os seus projetos e ser questionada.


CHAPA ENCRENCADA


OUTRA chapa encrencada para deputado federal é a do PP, que de fraca no início; com as novas adesões ficou muito forte e parelha. Socorro Nery, José Adriano, Gérlen Diniz, Samir Bestene, Dr. Edson e Zezinho Barbary, são os puxadores de votos. A meta do PP é fazer dois deputados.


NÚMEROS MAIS REAIS


PESQUISA QUENTINHA de um grande partido na mesa, com projeções nos principais municípios para governador e senador. Números plausíveis e não aquele escancaro que se vê em outras pesquisas. E, também, com uma amostragem para deputado estadual e deputado federal. Sem registro, não posso divulgar. Mas, serve de espelho.


CORPO E ALMA


O prefeito Tião Bocalom está de corpo e alma na campanha da candidata ao Senado, Márcia Bittar (PL).


CAMPANHA PROFISSIONAL


UMA das campanhas mais redondas para deputado federal dentro da chapa do REPUBLICANOS, é a do médico Israel Milani. Muito bem planejada. 


FIDELIDADE, PARA AS FAVAS!


ACOMPANHANDO parcerias políticas formadas, a dedução a que se chega é que nesta eleição a fidelidade partidária foi jogado do telhado e se estatelou no chão. E, não pense ser só nos nanicos, generalizou nos grandes.


EM TERMOS


COSTUMA-SE dizer que, segundo turno é uma outra eleição. Em termos! Se um candidato chegar na frente do outro com muitos pontos de vantagem, geralmente, é difícil ser derrotado. É, na essência, uma nova eleição, quando os dois candidatos chegam com diferenças curtas, que podem facilmente serem superadas.


TIRO CURTO


ATÉ o dia 15 de setembro já vai se ter uma noção mais precisa se teremos mesmo segundo turno; e quais candidatos estarão polarizados para senador e governador. A reta final é o momento crucial da campanha. É quando geralmente os profissionais chegam.


NÃO PRECISA TER PESQUISA


PARA se prever que o presidente Jair Bolsonaro vai ganhar a eleição no estado, não é nem preciso ter pesquisa. Pode não ganhar com a diferença acachapante de 2018, mas vai bater o Lula. Mas, os minguados votos do Acre não têm nenhuma influência na eleição nacional.


“Se o adversário é uma formiga, trate-o como um elefante”. Ditado turco.


 


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