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Mecânico agradece ao prefeito Bocalom por buracos e diz que serviços aumentaram

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O mecânico Geilson Sousa Almeida, viralizou nas redes sociais neste final de semana, após tecer vários elogios ao prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas). 

No vídeo, Geilson conta que devido ao grande número de buracos nas ruas da cidade, a demanda de serviço para as oficinas mecânicas aumentaram, gerando assim mais emprego e renda.

Com pitadas de ironias, o mecânico pediu para que o prefeito não recupere os trechos esburacados, para que assim os serviços da oficina não parem.

“Obrigado Bocalom por não tapar os buracos das ruas. Por conta disso, eu tenho trocado pivô, balança, amortecedor, terminal de direção por conta do senhor não tapar os buracos de Rio Branco. Obrigado pelo serviço. É muito bom para os mecânicos”, salientou. 

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Ex-chefe de gabinete da senadora Mailza Gomes será o novo secretário de Turismo no Acre

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O escolhido para ocupar o cargo de secretário Estadual de Empreendedorismo e Turismo, no lugar de Eliane Sinhasique, é o ex-chefe de gabinete da senadora Mailza Gomes (Progressistas), Jhon Douglas, 27 anos.

Ele assume o cargo após Sinhasique pedir demissão da pasta por motivos familiares. Sinhasique anunciou a saída da pasta no dia 7 de setembro, dia em que se celebrou a independência do país, mas estava no cargo para o período de transição. Oficialmente, ela entregou o pedido de exoneração na semana passada.

O ac24horas apurou que a única certeza na nova montagem com saída de Sinhasique é que o MDB não seria o beneficiado devido o staff do governo entender que a sigla já está contemplada, segundo interlocutores palacianos.

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Governo realiza desfile para comemorar aquisição de 44 novas viaturas da Segurança

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Como parte da programação do 1° Encontro de Segurança Fronteiriça Brasil/Bolívia, e sem a presença do governador Gladson Cameli (Progressistas), a cúpula da segurança pública realizou na manhã desta sexta-feira, 22, um desfile com as novas viaturas pelas principais ruas de Rio Branco.

A exibição do desfile saiu do Palácio Rio Branco, passando pela região do Segundo Distrito e em seguida voltou ao Primeiro Distrito, com passagem pela BR-364, finalizando com retorno ao Palácio do Governo.

A solenidade faz menção a entrega de 31 viaturas policiais, 13 quadriciclos, equipamentos de informática, insumos para o Departamento de Polícia Técnico-Científica, coletes de proteção balística e capacetes balísticos. Ao todo, o investimento por parte do Estado foi de R$ 9,7 milhões.

O diretor operacional da secretaria de segurança pública, coronel Ulysses Araújo, destacou que os veículos vão ser fundamentais para coibir a criminalidade. “Essa aquisição vai reforçar a capital e a zona rural”, declarou.

Paulo César, secretário de segurança pública, ressaltou que os veículos reforçam o policiamento ostensivo no estado. “A equipe da perícia não tinha veículos, agora chegaram três. Quem ganha com isso é a população”, destacou.

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Índios do Acre denunciam que dinheiro ganho em programa da Globo nunca chegou na aldeia

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Lideranças da etnia Shawãdawa, os Arara, da cidade de Porto Walter, no interior do Acre, foram nesta quinta-feira, 21, à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal e à Funai fazer denúncias contra indígenas e não indígenas, que estão ganhando dinheiro de forma fraudulenta utilizando o nome deles.

Um das denúncias e contra o casal, Txãdá Shawã e Daosha, ele índio e ela branca. A dupla foi ao Programa Caldeirão do Huck, da rede Globo, em abril deste ano, ganhou mais de R$ 100 mil, que nunca beneficiou a etnia e nem foi empregado em projeto de calçados ecológicos. Segundo Anchieta Arara , um dos denunciantes, o casal do programa comprou duas terras e criou falsas aldeias com o objetivo de atrair turistas de outros Estados e países.

“Ele mora em São Paulo com essa mulher não indígena e ganham dinheiro usando o nome e tradição indígena Shawandawa. Fazem pajelança. E o dinheiro que ganharam na Globo dizendo que beneficiaria famílias, nunca apareceu. Eles abandonaram o grupo a que se referiram no programa e já formaram outro grupo em uma segunda aldeia falsa”, relatou Anchieta, que afirma existirem apenas as aldeias Shawandawa, do Rio Cruzeiro do Vale . “O restante é aldeia falsa”, ressalta.

O cacique geral dos Shawandawa, José Maria, cita ainda que uma empresa do Rio de Janeiro está utilizando o nome da etnia como marca de produtos medicinais. “Uma empresa está patenteando o nome Shawadawa para vender produtos como rapé”, pontua o cacique.

Na Globo

No dia 17 de abril deste ano, Evandro Shawãdawa Txãdá Shawã e Daosha, ganharam R$ 102 mil no quadro “The Wall”, do Programa Caldeirão do Huck, exibido pela Rede Globo. Com o dinheiro conquistado no programa, o casal disse que iria fortalecer e ampliar o projeto de artesanato ‘Ararinha Encantada’, que envolve as mulheres Arara.

Foto: Reprodução/Globo

Segundo Daosha, as mulheres faziam calçados com Folha Defumada Líquida (FDL), do látex e materiais da floresta usando corantes naturais que são vendidos em São Paulo e outros Estados.

Na época, ela contou que conheceu Txãdá e foi a São Paulo para um evento ligado à cultura indígena. De acordo com o relato dela no programa global, o projeto com os calçados começou há 3 anos.

“O projeto empodera mulheres e ajuda a gerar renda. O mais importante é que deixa a floresta em pé. Com esse dinheiro ganho aqui vamos melhorar as casas de borracha e transporte dos produtos. Nós vamos levar adiante esse projeto que melhora a vida das famílias. Essa é nossa caminhada, como guardiões da floresta. E que a gente tenha força para nunca desistir, nunca deixar esse projeto de lado.”, falou Daosha em rede nacional.

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Morte de cantor carbonizado vai completar dois anos sem assassinos identificados

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No próximo dia 19 de novembro, completa dois anos do assassinato do cantor sertanejo Ruan da Silva Lima, que tinha 33 anos. O músico foi encontrado carbonizado dentro de seu próprio veículo, em frente à Chácara Modelo, localizada na Estrada do Amapá.

A partir das investigações, a morte de Ruan se tornou um grande mistério. Tanto que passados quase dois anos, ainda não há conclusão do inquérito que corre na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A demora é motivo de preocupação e reclamação de familiares. Como a morte de Ruan é cercada de mistérios, integrantes da própria família cobram a resolução do caso, mas com medo, pedem anonimato. “A impressão que a gente tem é que não estão nem aí, que deixaram pra lá. Toda vez que vamos na delegacia, dizem que estão atrás, mas não falam mais nada. A mãe e uma irmã do Ruan tiveram que ir embora, não sabemos se foi alguém próximo ou se estamos ou não correndo riscos”, diz um familiar da vítima.

O ac24horas procurou a Polícia Civil para saber sobre o andamento do inquérito. O delegado responsável pelo caso, Ricardo Casas, que está de férias, pediu que a reportagem procurasse o delegado Cristiano Bastos, que garantiu que o inquérito não está parado.

“O caso está na condução do delegado Ricardo que tem feito diligências e o inquérito está sim sendo impulsionado. Como tem questões sigilosas, é preciso cautela. O que posso dizer é que não desistimos de nenhum inquérito, mas na investigação é assim, em alguns casos conseguimos avançar mais rápidos, em outros, há uma demora um pouco maior”, afirma.

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