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Pintor pede perdão para ex no Shopping, leva “vácuo” e conversa termina em motel

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Separado há cerca de um mês de sua esposa, o pintor Claudenir Oliveira Cardoso, de 46 anos, resolveu praticar um “ato de coragem” na tarde deste sábado, 25, dentro da loja de departamentos Riachuelo, localizada no Via Verde Shopping em Rio Branco, na frente de centenas de clientes. Ele usou um microfone e com flores na mão resolveu pedir perdão a amada Wiliane Cristina Martins, de 36 anos.

O pedido de reconciliação demorou poucos minutos, pois Wiliane deixou Claudemir no “vácuo”. Envergonhada, ela saiu às pressas do Shopping e o pintor correu até ela. Já no estacionamento, os dois discutiram e de acordo com testemunhas, a ex-esposa estava com as flores na mão “irada” com a atitude do ex-marido.

O ac24horas conseguiu falar com Claudenir por telefone, que afirmou “ser um ato desesperado de amor”. “Eu errei e tô aqui na frente dela e de todos pedindo perdão. Todos estão nos dando parabéns, mas parece que ela não gostou. Eu coloquei nas mãos de Deus”, disse.

Já Wiliane afirmou a reportagem que não existe possibilidade reconciliação. “Pode colocar em rede nacional, eu não volto para ele. Eu já apanhei. Já nos separamos 17 vezes e ele é acostumado fazer esse tipo de papel na frente dos outros’, disse a manicure.

A mulher afirmou que o ex-esposo armou tudo para ela ir no Shopping. “Ele me chamou como amigo para comprar as roupas da nossa filha. Eu fui. Se eu soubesse que isso ia acontecer, jamais teria ido”, desabafou.

Após discussão, Claudenir e Wiliane ainda chegaram a ir num motel próximo ao Shopping, mas após ela ficar ciente pela reportagem que o vídeo dela dando fora em seu ex estava bombando na internet, resolveu sair do local. “Eu não volto mais! Me esquece!”, disse a mulher.

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Acre 01

Ex-prefeito Zezinho Barbary nega trabalho escravo e diz ser alvo de perseguição política

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O ex-vereador e ex-prefeito de Porto Walter, Zezinho Barbary, investigado por trabalho escravo pela Polícia Federal, negou neste sábado, 12, que tenha cometido o crime e fala que o caso o fez virar alvo de perseguição política, pelo fato de ter se lançado candidato a deputado estadual.

O secretário de Obras do município, José Maria Branco, que foi preso em flagrante pela PF na fazenda de Barbary na quinta-feira, 10, já foi liberado. Um sobrinho de Branco, que estava na fazenda, seria o trabalhador explorado, segundo denúncia recebida pela Polícia Federal.

Barbary conta que a fazenda onde a Polícia Federal foiestá cedida para o secretário José Maria, que é seu compadre. “Eu não tenho funcionário nesta propriedade. O rapaz que estava no local é sobrinho do Zé Maria e é funcionário da prefeitura e pelo que eu sei, não foi regularizado por falta de documentação”, relata.

Barbary afirma que respeita o trabalho da Polícia Federal e que se coloca a disposição dos órgãos de fiscalização. “Minha candidatura tem incomodado caciques”, contou, sem dar maiores detalhes. O secretário de Obras, segundo seu advogado, Jonathan Donadoni, foi solto à meia noite desta sexta-feira, sem pagamento de fiança.

Em nota, a prefeitura de Porto Walter explica que a Polícia Federal não esteve em nenhum órgão público municipal e que a investigação não diz respeito à gestão do prefeito Cézar Andrade. A Polícia Federal não divulgou Nota sobre a investigação e a prisão em flagrante.

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Pazuello ignorou por três dias pedidos de oxigênio para o Acre

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O general Eduardo Pazuello, quando esteve à frente do Ministério da Saúde (MS) ignorou por três dias um pedido da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) para que fossem enviados cilindros de oxigênio ao Estado. A solicitação, feita no dia 12 de março, só foi respondida no dia 15, depois de Pazuello deixar o cargo. As informações constam de documentos entregues pelo próprio Ministério da Saúde à CPI da Covid-19 no Senado.

O pedido foi feito por e-mail pela Secretaria de Saúde do Acre que necessitava de ajuda para não ficar sem estoque de oxigênio, como já havia acontecido em Manaus, no Amazonas, também durante a gestão de Pazuello.

“Prezados, encaminho o Ofício no. 634/2021/SE/GAB/SE/MS, que trata do risco iminente de desabastecimento de oxigênio nos municípios do Estado do Acre. Solicito confirmação de recebimento”, escreveu a secretaria da saúde do Acre.

Uma funcionária de apoio do Ministério da Saúde respondeu, depois de três dias: “Boa tarde! Acuso recebimento. Desculpe a demora“. A pasta se comprometeu a enviar para o Acre 300 cilindros de oxigênio. A primeira leva, com 60 cilindros, foi entregue no dia 17.

Na CPI, os senadores se mostraram estupefatos com o fato de o Ministério levar três dias para responder a um e-mail que pedia regime de urgência e por se tratar de risco de falta de oxigênio necessário para salvar vidas.

De acordo com informações da CPI, o Acre não chegou a ficar sem oxigênio, mas precisou adotar um plano de contingência. Ao menos duas empresas privadas, Oxiacre e Oxivida, chegaram a anunciar que não tinham mais o produto para fornecer na época.

Na capital Rio Branco há três hospitais particulares e somente um deles tem usina própria de distribuição de oxigênio. Os três hospitais públicos do Estado têm usinas próprias de distribuição.

Como as unidades da capital sofriam colapso pela alta demanda de pacientes, somados ao risco eminente de acabar o oxigênio, alguns precisaram ser transferidos para Manaus no dia 13 de março.

Pelo visto, faz parte do talento do especialista em logística do governo Bolsonaro ignorar informações e mensagens direcionadas a ele quando se tratam de situações da pandemia. Além da crise de abastecimento no Amazonas e da ameaça de falta de oxigênio no Acre, Pazuello também ignorou repetidas ofertas de vacina tanto da Pfizer quanto do Instituto Butantan para a imunização dos brasileiros.

Em seu depoimento na CPI, no entanto, o general disse aos senadores que saiu do ministério com o sentimento de “missão cumprida”.

Fonte: Hora do Povo

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Sanderson diz que Bolsonaro é a pior coisa que aconteceu, mas afirma ser contra impeachment

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Durante entrevista ao programa Boa Conversa transmitido pelo ac24horas nesta sexta-feira, 11, o advogado criminalista Sanderson Moura, conhecido por não ter papas na língua, provou que sua opinião fica ainda mais sincera quando o assunto é o presidente Jair Bolsonaro. Moura faz questão de afirmar que é contrário às ideias e ao modo de governar do atual presidente.

“Bolsonaro é a pior coisa que aconteceu no Brasil junto com esse vírus. É um dos principais males do nosso país. Quer destruir a educação, o sistema público de saúde, é o grande responsável por essa pandemia porque negou a compra da vacina”, diz Sanderson.

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Moura comentou ainda sobre o ex-presidente Lula, apontado nas últimas pesquisas, na liderança. “Lula é a solução se for uma disputa entre ele e o Bolsonaro. Neste caso, sem dúvida, Lula é melhor que Bolsonaro. Não só sou eu que digo isso. O Fernando Henrique diz isso, o Rodrigo Maia diz isso, eu acho que até quem votou no Bolsonaro não vota mais”, afirma Sanderson.

O pré-candidato ao senado pelo PSOL nas eleições do ano que vem concorda que uma terceira via seria importante se conseguisse se viabilizar. “Eu tenho acompanhado muito o Ciro Gomes, é um pensador de boas ideias para o país, mas precisa se viabilizar. Até agora não aconteceu, mas como as coisas mudam na política, pode ser que ainda aconteça”, explica.

Apesar de contrário ao governo Bolsonaro, Sanderson conta que acha inviável um impeachment. “Impeachment não é viável. Não é possível fazer um todo dia, é um desgaste muito grande para a nação. Eu vivi dois, com o Collor e a Dilma, mas eram contextos diferentes”, afirma.

Assista ao vídeo:

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Monitorado é executado com 3 tiros na cabeça e morador fica ferido com um tiro, no Santa Inês

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O presidiário monitorado Rachide Albuquerque da Silva, de 27 anos, foi morto e um outro homem identificado como Washington Santos da Silva, de 22 anos, foi atingido com um tiro em via pública na tarde desta quinta-feira, 10. O crime aconteceu na travessa 12 de Junho, no bairro Santa Inês, no Segundo Distrito de Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, Rachide é morador do bairro Vila Acre e tinha ido visitar uma amiga em um apartamento na região, na saída, enquanto aguardava um mototáxi, um membro da facção Bonde dos 13, se aproximou em uma bicicleta e efetuou vários tiros na direção do monitorado. Rachide foi atingido com três tiros na cabeça. Já Washington, que é um morador em um dos apartamentos, foi ferido com um tiro no abdômen.

A ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, mas o monitorado por tornozeleira já se encontrava morto. Populares colocaram Washington dentro de um carro e o encaminharam a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito. Uma ambulância do SAMU encaminhou a vítima ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde grave

Policiais Militares do 2° Batalhão fizeram patrulhamento na região em busca de prender o autor do crime, mas ele não foi encontrado.

O corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos. O segue sob investigação dos Agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A polícia acredita que o crime foi motivado pela guerra entre facções.

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