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Bolívia declara estado de emergência por causa de chuvas e cheias

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O presidente da Bolívia, Evo Morales, declarou “estado de emergência” por conta das fortes chuvas e cheias de rios que afetaram sete regiões e deixaram 14 mortos desde que começou a época de chuvas em novembro. “O gabinete decidiu declarar estado de emergência para atender as famílias atingidas pelas inundações e pelos deslizamentos de terra”, anunciou Morales em uma declaração na Casa de Governo.

Essa declaração – depois de uma forte tempestade em Cochabamba (centro) – permitirá aos governos regionais “mobilizar os recursos econômicos para atender as famílias atingidas pelas inundações nos municípios que correspondam”, explicou.

O deslizamento, ocorrido na noite de terça-feira, provocou sérios danos em ao menos 20 casas e deixou duas vítimas. “Confirmamos (na manhã desta quarta) a morte de duas pessoas, um menino de 12 anos e um adulto”, disse o governador de Cochabamba, Iván Canelas.

Morales informou que a Corporação Andina de Fomento (CAF) ofereceu créditos “com facilidades e de maneira imediata”, mas sem especificar o montante, para atender a situação de emergência no país, que afetou cerca de 50 mil pessoas, segundo a Defesa Civil.

Uma semana antes, o presidente, que percorreu várias das zonas atingidas, havia declarado alerta e ordenado às Forças Armadas e à Defesa Civil para “tomar as medidas necessárias a fim de proteger, sobretudo, a vida das pessoas”. O governo também assinalou que em todo o país há cerca de 33 mil cultivos danificados, principalmente de arroz e soja.

Destaque 2

Defensor das urnas eletrônicas, Gladson chama atenção em meio Bolsonaro e Ciro, “Reis do Centrão” e do voto impresso

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O governador Gladson Cameli (PP) participou na tarde desta quarta-feira, 4, da posse do novo Ministro da Casa Civil da presidência da república, Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, dias após declarar ser contra o voto impresso durante a inauguração da Sede do Tribunal Regional Eleitoral do Acre, que contou com a presença do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Roberto Barroso. O evento em Brasília, contou a presença do presidente Jair Bolsonaro, ministros e demais autoridades.

A fala de Cameli repercutiu em Brasília e foi levada ao presidente por interlocutores de senadores do Acre. O posicionamento desagradou Bolsonaro, defensor ferrenho do voto impresso nas próximas eleições com a justificativa de alegar fraude em eleições passadas, mas sem apresentar provas. Não é a primeira vez que o governador do Acre desagrada o Palácio do Planalto. Uma série de reuniões feita com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), considerado o principal inimigo político de Bolsonaro, vem desagradando o núcleo duro da presidência. O descontentamento já chegou até mesmo a ser levado ao chefe do Palácio Rio Branco que minimizou a situação.

Mesmo tendo desagrado, Cameli foi convidado para sentar no dispositivo de honra da solenidade de Nogueira ao lado de Bolsonaro, considerados nos bastidores da política como os “Reis do Centrão”, que é um conjunto de partidos políticos que não possuem uma orientação ideológica específica e tem como objetivo assegurar uma proximidade ao poder executivo de modo que este lhes garanta vantagens e lhes permita distribuir privilégios por meio de redes clientelistas.

Durante os discursos inflamados na posse de Nogueira, uma imagem chamou a atenção quando Bolsonaro e o novo ministro agradeciam aos presentes na solenidade. Gladson aparecia entre os dois com um olhar distante, aparentando certa preocupação.

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Destaque 3

Salário mínimo em julho deveria ser de R$ 5.518,79; valor é 5,02 vezes o salário atual

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O salário mínimo para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 5.518,79, em julho, de acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Esse valor é 5,02 vezes o salário mínimo atual, que é de R$ 1.100.

Esse cálculo é feito de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Dieese. Em junho, os dados indicaram que houve aumento no preço da cesta básica em 15 das 17 capitais estudadas.

A cesta básica mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 656,92), seguida de Florianópolis (R$ 654,43) e São Paulo (R$ 640,51).

O valor do salário mínimo ideal representa um aumento em relação ao mês anterior. Em junho, ele deveria ter sido de R$ $ 5.421,84, ou seja, 4,93 vezes o piso em vigor.

113 horas de trabalho para comprar cesta básica

O tempo médio necessário para comprar os produtos da cesta, em julho, ficou em 113 horas e 19 minutos (média entre as 17 capitais), maior do que em junho, quando foi de 111 horas e 30 minutos.

Quando se compara o custo da cesta com o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social (7,5%), verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em julho, 55,68% (média entre as 17 capitais) do salário
mínimo líquido para comprar os alimentos básicos para uma pessoa adulta. Em junho, o percentual foi de 54,79%.

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Cotidiano

Pressionado a cumprir promessas, Gladson cria portal para acompanhar plano de governo

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O governo do Acre, em uma ação inédita da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), criou um Portal de Acompanhamento do Plano de Governo. O objetivo é disponibilizar, para a sociedade, a evolução da execução das ações registradas no Tribunal Regional Eleitoral do Acre apresentadas e pactuadas no decorrer da campanha eleitoral pelo governador Gladson Cameli.

O governador tem sido cobrado por deputados a cumprir compromissos de campanha. Nas últimas sessões da Assembleia Legislativa a pressão dos parlamentares é quanto ao cadastro de reserva das polícias.

A ferramenta registra 149 projetos do Plano de Governo e nove promessas de campanhas, divididos em Eixos, Programas e Projetos. O Portal, disponibilizado para a sociedade com a proposta do monitoramento do Plano de Governo, é a implementação de mais um compromisso de governo com a transparência das ações, tanto as ações que estão em execução como aquelas ainda não iniciadas.

O módulo disponibilizado no Portal da Seplag, por meio do endereço www.seplag.ac.gov.br, e com acesso em todos os portais do governo do Estado, torna a abrangência acessível para o cidadão. As secretarias vão poder visualizar quais projetos fazem parte de suas competências, o que foi realizado, o que está em andamento, a relação entre o Plano de Governo e as iniciativas do Plano Plurianual (PPA), e atualizar essas informações. Ainda será possível visualizar as evidências que comprovam as informações e a execução do projeto.

Segundo Kelly Lacerda, secretária adjunta de Planejamento e Gestão, é de fundamental importância demonstrar para sociedade o compromisso do governo com as suas ações de campanha, a transparência na demonstração dos resultados. “Se observarmos, mais de 70% dos projetos do plano de governo já foram iniciados ou entregues neste terceiro ano e no meio de uma pandemia”.

(com Agência de Notícias do Acre)

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Acre 01

Servidores da educação realizam protesto em frente à prefeitura de Rio Branco

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Os servidores da Secretaria Municipal de Educação (Seme) realizaram na manhã desta quinta-feira, 5, mais um protesto em frente à Prefeitura de Rio Branco. No ato, os professores estão pedindo a reposição inflacionária dos salários e o piso para o salário mínimo da categoria.

Além disso, os profissionais de educação também cobram auxílio de internet e computadores para as aulas remotas e que as escolas sejam equipadas para garantir a segurança neste período de pandemia.

“A gestão do prefeito diz que tem dinheiro, mas até hoje, não entregaram internet, nem notebooks e os funcionários de escola continuam trabalhando e não tem os EPIs de trabalho”, disse a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, ao vídeomaker do ac24horas, Whidy Melo.

Segundo os servidores, ocorre que a prefeitura informou que não poderia fazer a correção inflacionária devido a lei de socorro aos estados do governo federal, sancionada em 2020 que proíbe os reajustes até dezembro de 2021, mas a situação vem sendo contestada pelo sindicato.

Eles argumentam que a correção inflacionária não se encaixa no critério da Lei Federal, já que se trata apenas de uma reposição da inflação, portanto, a prefeitura poderia realizar a correção e não de um aumento no salário.

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Bombando

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