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Líder do “Fora Dilma” diz que foi assediado

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O ex-reitor do Instituto Federal do Acre (IFAC), Breno Carrillo, que está envolvido na organização do evento Fora Dilma, rebateu as acusações que lhe foram imputadas na manhã desta quarta-feira (11) em virtude de sua participação no panelaço e em um apitaço para recepcionar a presidente Dilma Rousseff.

Breno, que é o doutor honoris causa em reconhecimento aos trabalhos realizados na área de educação, em especial no último ano como Reitor do IFAC, afirma que são “ridículas” as acusações desferidas contra sua imagem, pelo simples fato de estar participando de um movimento pacífico, democrático e apartidário.

Durante toda a tarde de terça-feira (10), Breno conta que foi procurado por assessores do alto escalão do governo Sebastião Viana, afim de que o movimento contra a presidente petista perdesse a força. Ele classifica como repugnante a atitude dos líderes petistas.

“Não estou para negociatas. Apesar de creditar meu respeito a alguns profissionais da Casa Civil, repudio este tipo de atitude. Estão em uma tentativa frustrada de desmoralizar o ato, que acontecerá neste domingo”, conta.

Sobre o professor, que chamou Breno de ”oportunista e hipócrita”, ele se resume a dizer que entende a postura do professor, já que “ele recebe comandos de cima”,

Além de ligado ao subsecretário de saúde do governo, Irailton Lima, o professor Araújo é é bem famoso no IFAC. Seu nome esteve, até tempos atrás, em notas de repúdio espalhadas pelo instituto, pela sua forma de lidar com correntes opostas a ele e pela forma com que tratou professores que optaram por não aderir a última greve defendida por ele.

 

Acre

Ludmila grava video xingando seguidores e depois apaga

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Em um vídeo publicado nas redes sociais, nesta terça-feira, 6, a Influenciadora digital, Ludmilla Cavalcante desabafou e chegou a xingar alguns de seus seguidores.

Completamente abalada, a blogueira inicia a gravação dizendo não aguenta mais todo mundo falando mal de tudo o que faz, dessa vez se referindo ao cabelo, que por ter mudado o visual, estaria recebendo opiniões negativas.

“Não quero saber de ninguém falando do car*lh* do meu cabelo. Eu não pedi a opinião de ninguém, não sou obrigado a ficar aguentando gente escrota o dia inteiro. Eu vou mandar para put* que pariu, tomar no c*, não sou mais obrigada a aguentar”, expressou.

Por estar em São Paulo, ela afirma que algumas pessoas estão cobrando uma visita à filha Antonella, que mora no estado com o pai e se desespera por não querer que falem de sua maternidade.

“Eu estou em São Paulo há 5 dias trabalhando, se eu pudesse ir naquela cidade, eu já tinha ido. Estou gastando o dinheiro que eu tenho com advogado, me matando dentro de um processo judicial e eu não admito gente vir falar que eu sou uma mãe isso ou aquilo”, esclareceu.

Em diversos momentos Ludmilla afirma que está cansada, exausta e irritada e mantém o diálogo com várias palavras obscenas. Após poucos minutos, a publicação foi excluída.

ASSISTA AO VÍDEO EXCLUÍDO NA ÍNTEGRA:

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Acre

Defesa Civil prevê que Rio Acre alcance 16 metros em 2023

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O início do mês de dezembro tem sido marcado por fortes chuvas em Rio Branco. Além dos transtornos que o aguaceiro tem ocasionado, já que estão vindo acompanhados de fortes ventos, se tornado temporais, a população dos bairros mais baixos da capital acreana já começa a pensar na possibilidade de uma alagação nos primeiros meses de 2023.

A preocupação da população é justificada pelo monitoramento da Defesa Civil de Rio Branco. O trabalho de análise das chuvas atuais e das previsões para o início do ano ligam o sinal de alerta das autoridades. “Neste início de dezembro tem sido muito chuvoso e as chuvas não têm acontecido apenas em Rio Branco, ocorrem também nos municípios e essa água acaba desaguando aqui. Por isso, trabalhamos sim com a possibilidade de uma enchente no ano que vem”, afirma Cláudio Falcão, coordenador da Defesa Civil.

O monitoramento aponta para uma provável enchente considerada de média para grande, com o nível do Rio Acre atingido cerca de 16 metros, o que poderia afetar quase mil famílias. “A gente trabalha com um limite de 16 metros, que é considerada de média para grande enchente. Por exemplo, se o rio atingir entre 15,70 ou 15,80m, teríamos umas 600 famílias atingidas, com a necessidade de remoção de cerca de 100 famílias. De qualquer maneira, a Defesa Civil trabalha com o pior cenário, esperando que o melhor sempre aconteça”, enfatiza Falcão.

Com a chuva registrada nesta última segunda, o nível do Rio Acre subiu mais de três metros em Rio Branco em 24 horas e na medição desta manhã estava com 8,74 metros.

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Acre

Acre registra mais de 200 casos de Covid-19 nesta terça-feira

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), informa que foram registrados 205 novos casos de coronavírus nesta terça-feira, 6 de dezembro. O número de infectados notificados é de 154.941 em todo o estado.

Nenhum óbito foi notificado nesta terça, 6, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 permaneça em 2.032 em todo o estado.

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Acre

IBGE: 72,77% da população do Acre já está recenseada

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O IBGE divulgou nesta terça-feira (6) o 4º balanço da coleta do Censo Demográfico 2022. Desde o início da operação, em 1º de agosto, até o dia 05 de dezembro, foram recenseadas 168.018.345 pessoas, em 59.192.875 domicílios no país.

O Acre está com 72,77% de sua população recenseada e se inclui entre os cinco Estados com menor contagem até agora. Esse percentual é também inferior à média nacional, de 78,73% dos habitantes visitados pelo IBGE.

O Instituto relata que está enfrentando dificuldades relativas à falta de pessoal para atuar como recenseador em determinados locais. Em todo o país, de 28/11 a 4/12, o IBGE contava com 60.611 recenseadores em ação, 33,1% do total de vagas disponíveis.

“Os cinco estados menos adiantados na evolução da coleta – Mato Grosso, Amapá, Espírito Santo, Acre e São Paulo – estão com, respectivamente, 42,1%, 35,6%, 30,3%, 40,0% e 31,9% das vagas ocupadas ativas”, diz o Instituto.

Do total de pessoas recenseadas em todo o País, 29,43% estavam na região Nordeste, 39,54% no Sudeste, 14,76% no Sul, 8,79% no Norte e 7,44%no Centro-Oeste. Até o momento, 48,4% da população recenseada eram homens e 51,6% eram mulheres.

Esse total corresponde a 78,73% da população estimada do país. O estado mais adiantado, ou seja, com maior proporção de pessoas recenseadas em relação a população estimada, é o Piauí (96,2%), seguido por Sergipe (91,2%) e Rio Grande do Norte (89,8%). Os menos adiantados são Mato Grosso (65,9%), Amapá (66,9%) e Espírito Santo (70,67%).

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