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IFAC abre mais de 1,4 mil vagas para cursos na capital e interior

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O Instituto Federal do Acre (Ifac) abre inscrições, a partir desta terça-feira (08.11), para o Processo Seletivo 2023/1 de cursos técnicos integrados e subsequentes. Estão sendo ofertadas 1.425 vagas para os campi Baixada do Sol, Cruzeiro do Sul, Rio Branco, Sena Madureira, Tarauacá e Xapuri.

As vagas para os cursos integrados são destinadas para estudantes que concluíram o Ensino Fundamental e irão iniciar o Ensino Médio em 2023. Já os cursos subsequentes são destinados para as pessoas que já finalizaram o Ensino Médio, mas desejam realizar um novo curso e se aprimorar para o mercado de trabalho.

Clique e se inscreve gratuitamente: https://selecoes.ifac.edu.br/

Conforme edital, as inscrições são gratuitas e seguem até o dia 26 de dezembro. A seleção de novos alunos será realizada por meio da análise de notas, nas disciplinas de Língua Portuguesa

Cursos Técnicos Integrados

Destinados para estudantes que já concluíram o Ensino Fundamental, a modalidade integrado contempla cursos que serão realizados em conjunto com o Ensino Médio. Ou seja, o estudante aprovado para a vaga, além de cursar as disciplinas previstas para o Ensino Médio, também terá a oportunidade de realizar um curso técnico de sua escolha. Para concorrer às vagas, o estudante deve ter, no máximo, 17 anos até a data da matrícula.

Também nesta seletiva, o Ifac está ofertando vagas para pessoas com idade mínima de 18 anos e que não tenham concluído o Ensino Médio. Nesse caso, as vagas contemplam a modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Confira abaixo os cursos técnicos integrados ofertados:

Campus Baixada do Sol:

Alimentos (40 vagas)
Recursos Pesqueiros (40 vagas)

Campus Cruzeiro do Sul:

Agropecuária (70 vagas – matutino; 35 vagas – vespertino)
Meio Ambiente (70 vagas – matutino; 35 vagas – vespertino)

Campus Rio Branco:

Edificações (70 vagas)
Informática para Internet (70 vagas)
Redes de Computadores (35 vagas)

Campus Sena Madureira:

Informática (40 vagas)
Agropecuária (40 vagas)
Administração (40 vagas)

Campus Tarauacá:

Administração (40 vagas)
Agricultura (40 vagas)
Florestas (40 vagas)

Campus Xapuri:

Alimentos (40 vagas)
Agropecuária (40 vagas)
Biotecnologia (40 vagas)
Alimentos – EJA (40 vagas)

Cursos Técnicos Subsequentes

Com foco em estudantes que já tenham concluído o Ensino Médio, os cursos técnicos subsequentes são formações de curta duração e com foco no mercado de trabalho.

Confira abaixo os cursos técnicos subsequentes ofertados:

Campus Baixada do Sol:

Agroecologia (40 vagas)
Agropecuária (40 vagas)
Zootecnia (40 vagas)

Campus Cruzeiro do Sul:

Recursos Pesqueiros (40 vagas)
Zootecnia (40 vagas)

Campus Rio Branco:

Segurança do Trabalho (40 vagas)
Administração (80 vagas)
Recursos Humanos (80 vagas)

Campus Sena Madureira:

Técnico em Administração (40 vagas)

Campus Tarauacá:

Administração (40 vagas)

Campus Xapuri:

Alimentos (40 vagas)
Agropecuária (40 vagas)

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO

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Na forma estabelecida no Estatuto Social e na Legislação Federal aplicada, ficam convocados, por este Edital, os sócios proprietários do Independência Futebol Clube, para uma reunião de Assembleia Geral, a realizar-se no próximo dia 08 de Fevereiro de 2023, na Rum Dom Bosco – n. 256, nesta cidade, em primeira convocação às 09:00 (nove) horas e em segunda convocação às 10:00 (dez horas, para debater os seguintes:

ORDEM DO DIA

a) Eleição e posse dos Membros efetivos do Conselho Deliberativo;
b) Criação do Cargo do segundo Vice-Presidente;
c) Eleição e posse do Presidente e dos Vice-presidentes;
d) Eleição e posse dos membros Titulares e Suplentes do Conselho Fiscal;
e) Autorização para Diretoria alienar 10 (dez) ações de sócios proprietários ao preço de dez mil reais cada pagamento á vista no ato da proposta;
f) Outros assuntos de interesse da agremiação.

Rio Branco, 26 de Janeiro de 2023.

JOSÉ EUGÊNIO DE LEÃO BRAGRA

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Desmatamento no Acre avança mais em áreas do governo federal

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As áreas federais são as mais desmatadas no Acre desde 2018, segundo o mais recente estudo do Imazon. Em 2021, essas áreas perderam 563 quilômetros quadrados para o desmate e, em 2022, a devastação caiu levemente e essas terras perderam 531 km2.

No período, as áreas de responsabilidade do governo estadual e as sem jurisdição também apresentaram forte desmatamento mas em escala bem menor que nas federais.

Algo parecido se repetiu em toda Amazônia. Em relação à jurisdição das áreas desmatadas em 2022, 80% era de responsabilidade do governo federal, o que equivale a 8.443 km². Nesses territórios, a devastação teve alta de 2% em relação ao ano anterior, quando foram derrubados 8.291 km².

Embora sejam responsáveis por 11% do território destruído no ano passado, o que representa 1.130 km², os governos dos estados foram os que mais deixaram a devastação crescer. Nos territórios estaduais, houve um aumento de 11% no desmatamento em relação a 2021, quando foram perdidos 1.014 km². O restante do desmatamento ocorreu em áreas sem jurisdição (1.000 km²) e municipais (0,2 km²), que tiveram percentuais de 9% e 0,002% em relação ao total desmatado, respectivamente.

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Governo do Acre nomeia Francisca Arara como assessora Especial Indígena

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Francisca Arara, do povo Arara, foi nomeada nesta quinta-feira, 26, como Assessora Especial Indígena no Gabinete do governador Gladson Cameli.

A representante da pasta, de 44 anos, é uma grande liderança reconhecida na representatividade nacional e internacional, na defesa dos povos indígenas.

Francisca tem uma militância de mais de 20 anos em pautas relacionadas às políticas públicas, mudanças climáticas e gestão territorial. Disse ser uma honra poder contribuir na gestão de Cameli, para o crescimento do Estado.

“Para mim, é uma honra, como mulher indígena, do povo Arara, poder contribuir com o nosso estado. Já atuei nacionalmente e internacionalmente e agora vou ajudar o nosso Acre. Trabalhando diretamente no Gabinete do governador, vou ter mais proximidade e conversar com ele sobre os problemas e soluções relacionados aos povos originários. É uma satisfação e estou muito emocionada”, declarou.

Para Gladson, a nova assessora é uma mulher forte e a enxerga como uma liderança feminina que irá ajudar a conduzir os trabalhos de políticas públicas no Acre.

“O Estado precisa de lideranças como ela, e agora estaremos caminhando juntos para fortalecer ainda mais o trabalho que já estávamos fazendo. Queremos dialogar diretamente com os povos indígenas e, com a Francisca trabalhando ao nosso lado, vamos poder tratar essa pauta mais de perto”, destacou.

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Promotor diz que Policial agiu por vingança em disparo que matou estudante em boate

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Na manhã desta quinta-feira, 26, o juiz Alesson Braz, deu início aos trabalhos no terceiro dia do julgamento na 2ª Vara do Tribunal do Júri de Rio Branco, na Cidade da Justiça, do policial federal Victor Manoel Fernandes – acusado de matar com um tiro o estudante Rafael Chaves Frota, de 26 anos. Na ocasião, o promotor de acusação do Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC), Teotônio Rodrigues Soares Júnior, iniciou os debates e mostrou provas que visam comprovar que o acusado consumiu bebidas alcoólicas e agiu de maneira irresponsável no dia do crime.

Teotônio, revelou que no depoimento de testemunhas, no caso, Edgard Rodrigues, amigo do acusado contou que Victor Campelo havia comprado uma garrafa de bebida na boate. “O consumo de bebida alcoólica não é crime, mas vi testemunha dizer que ele não consumia bebida. O ego é teu pior inimigo, ele te afunda e te arrasa. Aí esse moço que tinha bebido em uma boate. O réu disse que não estava bebendo, mas aqui não adianta mentir. No processo, a moça disse que vendeu bebida para ele. Ele é um jovem que se espera mais, é um policial federal, é uma autoridade”, comentou.

A promotoria ainda criticou a ação do policial que resolveu atirar em um espaço cheio de pessoas – que culminou na morte do estudante. “Um policial jamais pode incitar uma violência, ele tem que resolver a situação, e ele, em uma situação de privilégio, saca o revólver e atira. Mas no caso da boate, havia uma situação entre Marcos e Lavínia, que ele mexeu com ela. Mas a situação, ele diz que não empurrou, daí ele saca a arma, atira e mata o Rafael. Nunca ele pode sacar uma arma de fogo, apenas em situação de morte concreta”, analisou.

No decorrer do debate da acusação, o promotor afirmou aos jurados que nos autos do processo que conta com mais de 2 mil páginas, não há registros que comprovem que o policial federal havia sido espancado. “Primeiro se comprova que o Rafael era um agressor. O policial jamais poderá sacar uma arma dentro de uma boate lotada de pessoas. Não existe uma prova do espancamento, zero”, garantiu.

Em vídeo registrado pelas câmeras de segurança do estabelecimento e divulgado no plenário do júri, Rodrigues mostrou os poucos segundos que resultaram nos disparos efetuados por Campelo. Na opinião do promotor, a ação do agente da PF não foi em legítima defesa e sim, vingança. “Não foi um tiro de defesa, houve um tiro de vingança. Teve um soco e teve os tiros”, declarou.

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