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Moradores acusam polícia de Ipixuna de espancar inocentes e apontar arma para idoso

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A moradora Luziete Saturnino procurou o ac24horas para denunciar a polícia militar de Ipixuna, município do interior do Amazonas, que faz divisa com o Acre. De acordo com a denúncia relatada nesta terça-feira, 29, policiais invadiram a casa de seu pai, que tem 77 anos, e apontaram a arma para o idoso. Tudo teria ocorrido porque um sobrinho de Luziete estaria em uma área cedida pela prefeitura passeando de moto em uma roda só.

“O terreno é cedido pela prefeitura. A polícia chegou e jogou a viatura em cima da moto. Meu sobrinho caiu em um barranco e foi para a casa do pai. A minha irmã perguntou se eles tinham mandado. Mesmo assim, eles saíram batendo em todo mundo, entraram na casa e reviraram tudo. Eles bateram na minha irmã porque ela estava filmando, o meu sobrinho ia chegando filmando e eles também bateram nele. Pegaram a minha irmã e, além de agredi-la, jogaram no camburão como se ela fosse um animal”, diz Luziete.

A mulher conta que os policiais chegaram a apontar a arma para seu pai de 77 anos. “Meu pai é um homem íntegro, uma pessoa de 77 anos de idade, teve a arma apontada na cabeça por está querendo informações, querendo saber o porque eles estavam invadindo a casa dele. Eles fazem isso com a população que vive com terror pelos abusos cometidos pela polícia no município. Somos uma família do bem, somos conhecidos na cidade e não minha família não tem histórico de assassinos e traficantes”, afirmou.

Ao todo, a polícia prendeu três pessoas das famílias, as irmãs Margarete Saturnino, Luzia Saturnino e o sobrinho Afonso Henrique Saturnino. O ac24horas teve acesso ao relatório da ocorrência entregue pelos policiais militares na Delegacia de Ipixuna.

Os PM’s contam que após várias denúncias de que no bairro do Aeroporto, vários suspeitos estavam praticando direção perigosa, racha , equilibrando-se em uma roda em várias motocicletas, colocando em risco a vida de mulheres e crianças que passavam pela avenida uma equipe foi atender a ocorrência.

A polícia afirma que durante a abordagem foi dado ordem para que os suspeitos parassem as motocicletas, um dos suspeitos, que seria o sobrinho de Luziete teria levantado a roda dianteira da moto e saído em fuga até a casa do avô.

Os policiais foram até a residência onde duas mulheres e dois homens impediram que os policiais realizassem a prisão do suspeito que estava em flagrante, agredindo os policiais e falando palavras contra a honra dos policiais, desacatando, momento em que um dos homens pegou uma faca e parte para cima dos policiais, que se defenderam.

Foi dado voz de prisão aos infratores, que resistiram a prisão e os policiais tiveram que usar técnicas para imobilizá-los. Luziete desmente a versão da polícia. “Eles dizem que era uma faca. É só prestar atenção no vídeo que vai se perceber que se trata de um celular, agrediram meu sobrinho apenas por ele tá filmando”, explica.

Veja o vídeo:

Cotidiano

Acusado de matar trabalhador na frente do filho de 9 anos está sendo julgado no Tribunal

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Desde as 8h30min desta terça-feira (9) que o réu Geovane Oliveira de Souza está sendo julgado pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco pela prática de crime de homicídio qualificado.

Geovane é acusado de ter matado a tiros em março de 2017, na Cidade do Povo, o ambulante Antônio Josimar Paulino da Silva, de 28 anos, quando a vítima estava em companhia de um filho de 9 anos.

A juíza Luana Campos preside os trabalhos que serão concluídos no meio da tarde.

O crime, de acordo com os autos do inquérito policial instaurado na Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), ocorreu na noite do dia 18 de março de 2017, por motivação ainda não bem esclarecida.

Antônio Josimar havia discutido com a esposa e saía de casa numa motocicleta quando foi surpreendido e executado na frente do filho menor. Geovane responde o processo em liberdade.

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Cotidiano

Neném Almeida reafirma compromisso com candidatura de Ney Amorim ao Senado

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O deputado Neném Almeida (Podemos) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), nesta terça-feira, 9, para comemorar a escolha do presidente regional do Partido Podemos, ex-deputado estadual Ney Amorim, para disputar o senado da República na chapa com o governador Gladson Cameli (Progressistas).

O parlamentar relembrou a atuação de Amorim como deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, destacando que sempre teve uma ótima relação com todos seus pares no parlamento, independente do partido ou posicionamento político. “Nosso presidente Ney Amorim é um político nato, tenho aprendido muito com ele desde que fui recebido no Podemos. Fico sempre impressionado com sua capacidade de receber sugestões, independente de onde elas venham. Ney está sempre construindo pontes entre as pessoas”, comentou Almeida.

No mês de abril do ano passado, o ex-deputado Amorim assumiu a presidência do Podemos no Acre. Em sua posse esteve presente a presidente nacional do Podemos, deputada federal Renata Abreu (SP) e o governador Gladson Cameli. Em poucos meses de gestão, Amorim visitou e construiu uma forte base partidária junto com grandes lideranças nos 22 municípios do Estado.

“É inquestionável a memória eleitoral que nosso presidente possui em todo o estado. Em sua última campanha eleitoral, Ney saiu com 115 mil votos. Hoje vivemos uma mudança de ciclo na política acreana, e estou certo que dentre os futuros estadistas, Ney tem uma posição de grande destaque”, finalizou o parlamentar.

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Cotidiano

WhatsApp permitirá esconder status online e impedir prints; veja mais mudanças

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O WhatsApp anunciou novas atualizações de privacidade nesta terça-feira (9), incluindo a capacidade de os usuários verificarem suas mensagens sem que outras pessoas saibam.

A plataforma em breve permitirá que as pessoas controlem quem pode ver quando estão online, impedir que outras pessoas façam capturas de tela de determinadas mensagens e saiam de grupos sem notificar canais inteiros.

O WhatsApp tem mais de 2 bilhões de usuários em todo o mundo e é de propriedade da Meta, proprietária do Facebook. Ao anunciar as mudanças no Facebook e no Instagram, o CEO Mark Zuckerberg disse que a empresa “continuará construindo novas maneiras de proteger suas mensagens e mantê-las tão privadas e seguras quanto conversas cara a cara”.

O WhatsApp há muito elogia o uso de criptografia de ponta a ponta, o que significa que apenas o remetente e o destinatário de uma mensagem podem ver seu conteúdo. E como outras plataformas de mensagens privadas, já permite que os usuários enviem mensagens que desaparecem após determinados períodos de tempo.

No entanto, no ano passado, o WhatsApp foi fortemente examinado após uma atualização em seus termos de serviço.

Na época, muitos usuários expressaram preocupação com uma seção da política de privacidade do WhatsApp que detalhava o que é compartilhado com a empresa controladora, que tem uma reputação conturbada quando se trata de proteger os dados do usuário.

A atualização fez com que algumas pessoas migrassem para o Signal, outra plataforma popular de mensagens criptografadas.

O Facebook tentou dissipar a confusão sobre a política, dizendo que suas práticas de compartilhamento de dados não eram novas e não “impactavam como as pessoas se comunicam em particular com amigos ou familiares”.

Agora, dois dos novos recursos introduzidos no WhatsApp – que permitem escolher quem pode ver quando você está ativo e sair dos grupos silenciosamente – começarão a ser lançados para todos os usuários do WhatsApp este mês.

A ferramenta de bloqueio de captura de tela, que será disponibilizada em mensagens destinadas a serem visualizadas apenas uma vez, ainda está sendo testada e será disponibilizada posteriormente, segundo o WhatsApp.

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Cotidiano

Serraria que atuou em Sena Madureira é condenada por crime ambiental

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Uma serraria que atuou em Sena Madureira foi condenada por ter cometido crimes de desmatamento ilegal e destruição da fauna e flora (artigos 46 e 50 a Lei 9605/98). Dessa forma, a empresa ré foi sentenciada pelo Juízo da Vara Criminal de Sena Madureira a pagar pecúnia no valor de 27 salários-mínimos.

A empresa foi denunciada por desmatar 498,645 hectares de área de preservação ambiental sem autorização. Ainda é relatado que a serraria tinha guardado 495 toras de madeira sem licença válida.

O caso foi analisado pelo juiz Fábio Farias, titular da unidade judiciária. Na sentença, o magistrado registrou que apesar da empresa ter feito o pedido de licenciamento não poderia desmatar antes do processo ter sido concluído.

“Importa destacar que eventual demora do órgão para concluir o processo de licenciamento não é um salvo-conduto para que as empresas passem a explorar ilegalmente a área, sendo necessário aguardar a conclusão do processo de licenciamento, sob pena de incorrer em crime, assim como no caso concreto”, registrou Farias.

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