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Desarmamento dos bons, desencarceramento dos ruins, prisão de jornalistas… e vc?

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Apesar das muitas “polianas” e isentões, e daqueles que a soldo ou por covardia operam na imprensa o cerramento das cortinas que escondem a tragédia brasileira, o certo é que o itinerário malsão do lulopetismo não nos permite qualquer sossego. É preciso que nós, os brasileiros que não se orgulham de ser comunistas, que não querem purificar ninguém como Mao Tse Tung ou Stálin, nem extirpar uma “raça” como Hitler, insistamos, ainda que seja enfadonho, na faina de esclarecer a opinião pública (enquanto se pode dizer algo sem prévia autorização dos censores de plantão) sobre o que está acontecendo no Brasil.


Trago nesta coluna três temas que precisam ser enfrentados. O primeiro deles, explorado em minúcias por uma revista semanal brasileira para assinantes (foto acima), que não come no cocho do governo, é o projeto de desarmamento do cidadão de bem, sublinhando que todos os Colecionadores, Atiradores e Caçadores – CAC’s, passam antes de comprarem armas por rigoroso filtro legal nos órgãos de segurança e por curso de instrução de tiro, manuseio e guarda de armamento.


Lembremos, a pretexto, que vez por outra são percebidos sinais de associação de partidos de esquerda com o narcotráfico. Acontece escancaradamente em países vizinhos, mas também ocorre de forma velada no Brasil. É sabido que em comunidades cariocas, o chefe do tráfico local não autoriza sequer campanha eleitoral de candidatos de direita, enquanto os vermelhinhos sobem e descem sem serem incomodados. Não por acaso, fora a Rede Globo, o TSE e o diretório do PT, o lugar onde mais se comemorou o resultado das urnas no ano passado para presidente foram as prisões.


Em vista disso, nada a estranhar no movimento do ministro da justiça em perseguir os CLUBES DE TIROS como mandou o chefe da sua organização política – Lula da Silva, sem que se mova uma pena contra o narcotráfico. Aliás, muito pelo contrário, desde o início do ano está na pauta a proposição de uma política de DESENCARCERAMENTO que pode devolver às ruas 100 mil detentos. Na prática, é uma ação combinada. Em resumo: Se eles obtiverem êxito em seu duplo propósito, tranquem as portas ou se obriguem à conversão com prova de lealdade e tudo. Stálin (União Soviética), Mao (China) e Pol Pot (Camboja) chamavam de reeducação em programas de trabalhos forçados. Já se fala também em uma Guarda Nacional ao estilo da Guarda Bolivariana da Venezuela.


O segundo tema tem a ver com a liberdade de imprensa. Depois de Lula propor punição exemplar para quem destratar suas excelências magnânimas e santificadas, os políticos, mais um jornalista foi preso. Trata-se de ALLAN FRUTUOZO que, repentinamente, ao tentar embarcar com o filho menor no aeroporto foi informado de um “alerta” contra ele e, em seguida, de um mandado de prisão ainda mais surpreendente, já que tem endereço fixo e jamais foi procurado pela polícia. Mesmo assim, preso está, sem que nem seu advogado saiba exatamente o motivo e possa realizar a sua efetiva e melhor defesa. Consta que haveria participado de “atos anti-democráticos” enquanto cobria (é jornalista) o vandalismo de 8 de janeiro. 


Como se percebe, no Brasil, o devido processo legal virou letra morta. O caso se soma a muitos outros que de modo pouco claro acontecem neste Brasil de meu Deus. Allan dos Santos, Paulo Figueiredo, Rodrigo Constantino, Bismark, Barbara e muitos outros comunicadores engrossam a lista do justiçamento. Na mesma linha, nesta semana foi publicado um VÍDEO dos filhos do jornalista Oswaldo Eustáquio, em que as crianças pedem ajuda financeira para alimentos, dado que de cima para baixo estão inviabilizando a sua sobrevivência de modo digno. Parece que o Estatuto da Criança e do Adolescente também foi rasgado e não aparece um promotorzinho fofo para protestar.


Tá, e onde os dois temas se cruzam? No regime a ser implantado, no projeto do Foro de São Paulo. Sabe quem desarmou a população e perseguiu e intimidou jornalistas até que não se pudesse defender nem reclamar? Aquela turma lá do primeiro parágrafo. Sim, desarmamento, ameaça e censura são condições sine qua non para que entre no dia a dia comezinho a pauta socialista, o itinerário da morte e destruição. Sem armas e sem voz, quem vai defender a propriedade privada? Ameaçado de ser preso sem causa e sem o devido processo legal, quem vai sair de casa para se manifestar? Quando o sujeito for demitido de seu emprego por dar sua opinião, quem vai socorrê-lo? Por enquanto, ainda há um respiradouro nas redes sociais e em algumas plataformas porque foi retirado da pauta da Câmara Federal o famigerado projeto de censura, mas a promessa é de que ele voltará.


Que saída resta aos brasileiros como eu e você que não aceitam a servidão? A luta. Num país em que ministro da alta corte confessa seu “antibolsonarismo”, logo após ter participado da organização da eleição que derrotou o candidato e fica por isso mesmo, a lei foi pro espaço junto com a decência e a compostura. Imagine o árbitro do Fla-Flu sair do jogo e ir comemorar a vitória do Flamengo: “Vencemos os tricolores!”. Imoral, mas é o que temos, então, nós, os eleitores, somos o VAR do Brasil, estamos vendo tudo, saberemos apontar o dedo para os faltosos.


Note-se que, tanto um como outro, desarmamento do cidadão de bem, desencarceramento e censura, são punhais que passam pelo parlamento antes de serem cravados no peito do brasileiro. Depende de nossos deputados e senadores barrar a pretensão autoritária desses tiranos e tiranetes aloprados, que estão no poder exalando o mau cheiro bolchevique mais de 100 anos depois.


Futuramente, cada deputado e cada senador responderá nas urnas por sua vileza contra o povo se votar a favor dessas pautas. A rigor, NENHUM parlamentar federal acreano foi eleito para ser capacho de Lula et caterva. Os candidatos que o prometiam foram DERROTADOS, pensem nisso.



Valterlucio Bessa Campelo escreve semanalmente no ac24horas.com e, eventualmente, em seu Blog e no site do jornalista e escritor Percival Puggina.