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Vem aí mais uma experiência coletivista?

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Passados dois anos e meio do início da peste chinesa, o saldo mais evidente é que apesar do retumbante fracasso dos lockdowns (ver aqui), os poderosos do mundo já nos ameaçam novamente com a arma do “fique em casa”. Está na agenda a tal “varíola do macaco” e já há quem se movimente gerando pânico nas pessoas. As imagens são horripilantes.

Quem considerou o lockdown um grave atentado contra a liberdade, determinado de cima pra baixo por quem dele mais se beneficiou – as big pharmas, ou, ainda, como experimento de controle social, tem mais um motivo para se preocupar. Parece que estão nos treinando para que aceitemos de bom grado níveis crescentes de renúncia aos nossos direitos individuais, abrindo espaço para a expansão da mentalidade coletivista impregnada em tais medidas. Estamos sendo empurrados a pensar e agir como bando em nome do “interesse coletivo”, a despeito das soberanias nacionais ou representações políticas locais.

A sociedade está sendo apresentada a pacotes de bondade coletiva do tipo “pense na comunidade”, “se preocupe com os outros”, enquanto nos enfiam padrões de comportamento que em nível raso anulam nossa individualidade. Como repete em todas as oportunidades, Klaus Schwab, o criador e chefão do Fórum Econômico Mundial que por acaso tem um busto de Lenin na estante, secundado por líderes de países centrais, uma nova ordem mundial está sendo construída (aqui).

“Dimensões políticas, econômicas, sociais e ecológicas de cada questão hoje estão interligadas… o futuro não está apenas acontecendo, o futuro é determinado por nós, por uma comunidade poderosa como você que está aqui nesta sala”. 

Pelo andar da carruagem, trata-se de um ordenamento em que desaparece o indivíduo, o cidadão comum, suas aspirações, sua liberdade. O Grande Reset (aqui) não é nenhuma “teoria da conspiração”, já foi amplamente declarado e escrito. Segundo seus criadores e manipuladores, sua melhor síntese é o slogan fascista “você não terá nada e será feliz” (aqui), o que significa, por definição, a eliminação da propriedade privada, de sua vontade e a dependência de suprimentos cuja forma, conteúdo e origem independem de você. 

Lockdowns parecem, neste contexto, um modo eficaz de adestramento. Quantas pessoas no mundo ficaram em casa e passaram a depender do governo nos últimos dois anos? Bilhões. Que tal fazer de novo?  E, de novo, até quebrarem-se todas as resistências e a submissão passar a ser desejada, lembrando a servidão voluntária de Étienne de La Boetie? O reset econômico cuidará do resto. Seus bens não valerão nada, logo, poderão ser facilmente expropriados pois não lhes farão falta.

A Agencia Brasil (aqui) produziu uma boa matéria a respeito da “varíola do macaco”, consultando o infectologista André Bonn, da Universidade de Brasília. Contudo, a mídia já cuida de potencializar a nova peste no sentido de propiciar mais reações de cerceamento de nossas liberdades. Dois casos suspeitos merecem mais horas na velha mídia do que a dengue que matou centenas em 2022. O próprio ministério da saúde criou uma “sala de situação” para monitorar os casos. Ou seja, qualquer fósforo virulento parece bomba para quem passou dois anos se borrando de medo, sendo este (o medo) o campo mais fértil para novas incursões sobre nossas liberdades individuais.

Segundo a BBC (aqui), a Bélgica introduziu uma quarentena de 21 dias para quem testar positivo, e o Reino Unido está pedindo que qualquer pessoa que tenha tido contato direto com um caso confirmado se isole voluntariamente por 21 dias. Salta aos olhos a impressão de que a tal varíola está sendo aproveitada como pretexto para emissão de mandamentos globais, quase sempre tendentes ao controle do indivíduo e de matiz coletivista.

Ninguém menos que o eminente cientista Dr. Robert Malone, inventor da tecnologia de vacinas mRNA & DNA disse (aqui):

“Então, a ameaça biológica é real? É iminente? Isso justifica o hype da mídia global? Enquanto eu estava esperando em um saguão de aeroporto para viajar dos EUA para o Reino Unido há dois dias, vi um noticiário da CNN que relatava sem fôlego sobre essa ‘ameaça’ enquanto exibia imagens históricas de pacientes que sofrem da doença da varíola.

Isso fornece um exemplo clássico de pornografia de saúde pública, na minha opinião, a CNN deveria ser repreendida por transmitir propaganda irresponsável – desinformação e desinformação – sob o pretexto de jornalismo.”

Em resumo, podemos ficar livres da peste chinesa, da monkeypox (varíola dos macacos) e de quantas doenças surgirem, o que parece mais difícil é nos livrarmos de Klaus Schwab e do Fórum Econômico Mundial que já dão como irrevogável o Grande Reset orwelliano e, consequentemente, a escravização do homem.


Valterlucio Bessa Campelo escreve às sextas-feiras no site ac24horas, no seu BLOG e, eventualmente, no site do Puggina e outros.

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