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A casa dividida…

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O maior desafio nas eleições de 2018 não foi derrotar o PT nas urnas. O jogo já estava ganho com Gladson Cameli (PROGRESSISTA). O maior mesmo era tomar do PT a vaga do Senado derrotando Jorge Viana elegendo Márcio Bittar (MDB). A virada aconteceu 15 dias antes da eleição. Adveio, virou manchete: Jorge perde e a coligação da oposição a FPA faz cabelo, barba e bigode.

Passados três anos e cinco meses o espatifado no ninho da pata na disputa para o Senado é grande entre os aliados de 2018. Alan Rick (união Brasil), Mailza Gomes (PP), Jéssica Sales (MDB) e Vanda Milani (PROS) não se entendem mais. Cada um por si e Deus por todos é o lema principal. A consequência é visível e remete a 2018. O poder é cego e um péssimo conselheiro porque é soberbo, arrogante e presunçoso (exatamente o problema do PT à época). Aliás, o mote do PT agora é “caçar as sandálias da humildade”.

Ninguém precisa ter um Q.I. elevado para saber na inteligência e na vivência que um exército, um partido, sindicato ou igreja divididos não prosperam. Porém, como política não é uma ciência exata e ninguém sabe o que sai da cabeça do eleitor resta, a nós, mortais, aguardar o resultado das eleições sabendo de antemão que a lógica também é ciência. E a lógica diz que a disputa para o Senado na base do governo que venceu em 2018 está literalmente rachada. As chances de o PT retomar a vaga são evidentes.

“A soberba precede a ruína e o espírito altivo a queda; ou, diante da exaltação eu vi a grande queda”. (Palavras de Salomão, o sábio)

. Não adianta o deputado Jenilson Leite (PSB) forçar a barra para que Jorge Viana (PT) defina de uma vez por todas que disputará o Senado porque isso não vai acontecer antes da hora.

. A missão que Jorge Viana acredita ter nessas eleições nem o PT nem o PSB compreendendo direito!

. Viana pode decidir, por exemplo, disputar o governo, se sentir esquemas pesados para derrotá-lo na disputa para o Senado.

. Leva a eleição para o segundo turno e lá são outros quinhentos.

. A propósito, não duvide que Márcio Bittar (MDB) negue legenda para quem o Republicano, do União Brasil ou PL enveredar por outro caminho que não seja o apoio a Márcia Bittar, pré-candidata ao Senado.

. Márcio já negou legenda para a reeleição de César Messias; salvo engano foi para a prefeitura de Cruzeiro do Sul.

. Portanto, é bom alguns republicanos colocarem a barba de molho!

. Prefeito do Vale do Acre perdeu a maior oportunidade na vida de ser uma deputada federal com carreira sólida.

. C’est la vie!

. Por que os que rompem com Gladson Cameli saem enfraquecidos, politicamente falando?!

. Boa pergunta que o senador Márcio Bittar já respondeu no passado:

. “É o mesmo grupo, o mesmo nicho de votos”.

. Bom dia!

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