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Por falta de Raio-X no PS, pacientes são levados para fazer exame em outras unidades

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O sábado, 4, não foi fácil para quem precisou de atendimento no pronto-socorro de Rio Branco. Apesar de ser a maior unidade de urgência e emergência do Acre, a unidade ficou sem aparelho de Raio-X durante parte do dia. Os pacientes que chegavam com algum tipo de trauma ou outro tipo de atendimento que precisavam do exame eram levados pelo Samu para outras unidades de saúde, faziam o Raio-X e retornavam ao PS.

“Isso é um absurdo. Meu marido chegou com dor, suspeita de fratura, teve que ir para outro lugar por causa de um Raio-X. O atendimento que já é demorado, fica ainda mais complicado”, denuncia a esposa de um paciente que pede para ter o nome divulgado.

A reportagem do ac24horas procurou a direção do pronto-socorro. A diretora geral, a médica Carolina Pinho, confirmou o problema, mas salientou que a situação já está resolvida.

“Mais cedo tivemos que levar pacientes para fazer Raio-X em outras unidades, mas agora conseguimos atender a demanda com um aparelho portátil que temos. Para reforçar o atendimento, um outro aparelho acabou de chegar emprestado do Hospital de Sena Madureira para nos auxiliar nos atendimentos”, afirma Carolina.

Destaque 4

CPI da Covid aprova relatório final, atribui nove crimes a Bolsonaro e pede 80 indiciamentos

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A CPI da Covid aprovou nesta terça-feira (26) por 7 votos a 4 o relatório final do senador Renan Calheiros (MDB-AL) sobre a maior tragédia sanitária da história do Brasil — nesta terça, o país contabilizou 606.293 mortes desde o início da pandemia.

Com a aprovação do relatório, a comissão de inquérito, criada para investigar ações e omissões do governo durante a pandemia, encerra os seis meses de trabalho pedindo o indiciamento de 78 pessoas e duas empresas.

O relatório aprovado pelos senadores tem 1.289 páginas e responsabiliza o presidente Jair Bolsonaro por considerar que ele cometeu pelo menos nove crimes.

Há também pedidos de indiciamento de ministros, ex-ministros, três filhos do presidente, deputados federais, médicos, empresários e um governador – o do Amazonas, Wilson Lima. Duas empresas que firmaram contrato com o Ministério da Saúde – a Precisa Medicamentos e a VTCLog – também foram responsabilizadas.

Votaram a favor do relatório:

Eduardo Braga (MDB-AM)

Humberto Costa (PT-PE)

Omar Aziz (PSD-AM)

Otto Alencar (PSD-BA)

Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

Renan Calheiros (MDB-AL)

Tasso Jereissati (PSDB-CE)

Votaram contra o relatório:

Eduardo Girão (Podemos-CE)

Jorginho Mello (PL-SC)

Luis Carlos Heinze (PP-RS)

Marcos Rogério (DEM-RO)

Após proclamar o resultado, Omar Aziz atendeu a um pedido da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) e pediu um minuto de silêncio pelas vítimas da Covid.

A aprovação do relatório se deu após mais de sete horas de discussão, com dois intervalos, em meio a contestações da tropa governista minoritária na CPI.

Senadores aliados ao Palácio do Planalto refutaram a tese de que Bolsonaro foi responsável pelo agravamento da pandemia no Brasil e apresentaram votos em separado nos quais pediram a investigação sobre a atuação de governadores e prefeitos. As propostas, porém, não foram sequer votadas, já que o parecer de Renan Calheiros foi aprovado antes.

Em um primeiro desdobramento da CPI, senadores planejam entregar o relatório ao procurador-geral da República, Augusto Aras, já nesta quarta-feira (27).

Também está prevista nos próximos dias a entrega do documento ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e aos ministérios públicos do Rio e de São Paulo. O parecer será encaminhado ainda ao Tribunal Penal Internacional.

Mudanças na reta final

A última versão do relatório final foi apresentada na manhã desta terça-feira, horas antes da votação do parecer.

Na reta final, o relator acatou pedido de senadores e decidiu incluir doze novos nomes na lista de indiciamentos. São assessores e ex-assessores do Ministério da Saúde, pessoas envolvidas no “mercado paralelo” de vacinas, o governador do Amazonas, Wilson Lima, e o ex-secretário de Saúde do estado, Marcellus Campêlo.

O nome do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) chegou a ser incluído na lista nesta terça, mas foi retirado novamente no fim da tarde.

Também houve a inclusão de pedido para que a advocacia do Senado acione o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República a fim de que promovam a responsabilização de Bolsonaro por “campanha antivacina”.

A decisão foi tomada após o presidente fazer, durante uma “live” em uma rede social, menção a uma informação falsa que associa a vacinação contra a Covid à Aids. Após repercussão negativa, o registro da transmissão foi excluído por YouTube, Facebook e Instagram.

O relatório também solicita que a advocacia do Senado peça a “imediata interrupção da continuidade delitiva” por meio do afastamento de Bolsonaro de todas as redes sociais para a “proteção da população brasileira”.

A discussão

Ao longo da manhã e da tarde, senadores discursaram sobre os trabalhos da comissão. De um lado, parlamentares aliados acusaram a comissão de ser um instrumento político e eleitoral. Já a maioria do grupo apontou para as irregularidades cometidas pelo governo ao longo da pandemia.

Em discurso, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) disse ser “evidente” que Bolsonaro não criou o vírus, mas “tão evidente quanto” que o presidente “se esforçou diuturnamente para acelerar a propagação do vírus”.

“Essa é uma ação consciente e confessa. Salvo engano, há mais de 200 vídeos juntados aos autos onde o presidente da República, de forma metódica, ensaiada, preparada, organizada, utilizando as ferramentas de Estado, fez com que os brasileiros se protegessem menos, acreditassem na fantasia de remédios milagrosos, questionassem e desrespeitassem medidas de contenção básicas que todos os outros países seguiram”, afirmou Vieira.

Um dos principais aliados do governo na CPI, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) chamou a comissão de “estelionato político”, afirmando que a comissão “não investigou e protegeu acusados de corrupção nos estados e municípios”.

“E o relatório é uma grande fake news processual, porque acusa sem provas e se ancora numa narrativa do jogo pré-eleitoral”, afirma o governista.

Indiciado por incitação ao crime, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) afirmou que a comissão “escolheu os acusados e trabalhou incansavelmente para tentar incriminá-los” e acusou o relator, Renan Calheiros, de abuso de autoridade.

Ele também afirmou que a CPI é o “maior atestado de idoneidade do governo Bolsonaro”.

“O maior ‘escândalo’, entre aspas, que foi levantado aqui foi o de uma vacina que não foi comprada. Nem um real de dinheiro público foi gasto”, disse o filho do presidente. A compra da vacina indiana Covaxin, no entanto, apenas foi suspensa após revelações de irregularidades apresentadas durante a comissão. O contrato previa um pagamento de R$ 1,6 bilhão para a aquisição do imunizante.

Vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi um dos últimos a falar na sessão desta terça-feira, antes da votação do relatório. Ele ocupou, temporariamente, o assento do presidente do colegiado no plenário, espaço cedido por Omar Aziz (PSD-AM), para o pronunciamento.

Randolfe exibiu um vídeo com declarações do presidente Jair Bolsonaro, em que o chefe do Executivo chama a Covid-19 de “gripezinha”; diz que se chama Messias, mas não faz “milagre”, ao ser questionado sobre vítimas do coronavírus; e sugere que vacinas podem transformar pessoas em jacarés, entre outras declarações criticadas por especialistas em saúde. As falas foram um dos motivos, conforme Randolfe Rodrigues, para criação do colegiado.

O vice-presidente da CPI também destacou os fatos apurados pela comissão, como negociações suspeitas para a compra de vacinas e a demora do governo na busca por imunizantes; e citou os nomes de Major Olimpio (PSL-SP), José Maranhão (MDB-PB) e Arolde de Oliveira (PSD-RJ), três senadores que morreram vítimas da Covid.

“Às vítimas da pandemia, que descansem em paz. A todos os brasileiros e brasileiras, teremos a missão de fazer este relatório ser cumprido”, declarou o vice da CPI.

Relator, Renan Calheiros (MDB-AL) fez duras críticas a Bolsonaro. Adversário político do presidente, Renan disse que o governo Bolsonaro “sabotou a ciência” e é “despreparado”, “desonesto”, “caviloso”, “arrogante”, “autoritário”, entre outras adjetivações.

“O caos do governo Jair Bolsonaro entrará para a história como o mais baixo degrau da indigência humana e civilizatória. Reúne o que há de mais rudimentar, infame e sombrio da humanidade”, afirmou Renan.

Último a discursar, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), voltou a defender que o relatório final não será arquivado sem gerar resultados práticos, ou seja, sem que as pessoas apontadas por terem cometido crimes sejam efetivamente responsabilizadas.

“Não queríamos e não queremos vingança – queremos justiça. Se alguém acha que algum procurador vai matar no peito esse relatório e dizer que isso aqui são narrativas, vai ter que dizer como são narrativas, sabe por quê? Porque esse documento é público”, disse.

O que diz o relatório

O relatório da CPI da Covid aprovado pelos senadores traz, entre outros elementos:

imagens do presidente provocando aglomerações,

declarações em que desdenha da vacina e incita a população a invadir hospitais e

o esforço pessoal de Bolsonaro, ao lado do Itamaraty, para articular com a Índia a compra de matéria-prima para a produção de cloroquina – remédio ineficaz para a Covid.

O documento também detalha o atraso na aquisição de vacinas e a sucessiva falta de resposta às fabricantes, como a Pfizer e o Instituto Butantan, que desde 2020 tentavam vender o imunizante ao governo brasileiro.

O relatório de Renan Calheiros lista 13 tópicos da investigação. A lista inclui a oposição do governo às medidas não farmacológicas (como uso de máscara e distanciamento social), o colapso na saúde pública do Amazonas e também a atuação da operadora Prevent Senior.

O documento ainda aponta para a existência de um gabinete paralelo – composto por médicos, políticos e empresários – que aconselhava o presidente “ao arrepio das orientações técnicas do Ministério da Saúde”. Segundo o relator, partiu desse grupo a ideia da propagação do vírus “livremente entre a população”, a fim de que fosse atingida a “imunidade de rebanho” por meio da contaminação natural.

Conforme o relator, a CPI pôde comprovar:

o “evidente descaso” do governo com a vida das pessoas, comprovado no “deliberado atraso” na aquisição de vacinas;

a “forte atuação” da cúpula do governo, em especial do presidente da República, na disseminação de notícias falsas sobre a pandemia;

a existência de um gabinete paralelo que aconselhava o presidente com informações à margem das diretrizes científicas;

a intenção de imunizar a população por meio da contaminação natural (a chamada imunidade de rebanho);

a priorização de um “tratamento precoce” sem amparo científico de eficácia e a adoção do modelo como “política pública declarada”;

o desestímulo ao uso de medidas não farmacológicas – como as máscaras e o distanciamento social;

a prática, por parte do governo federal, de atos “deliberadamente voltados contra os direitos dos indígenas”.

“Com esse comportamento, o governo federal, que tinha o dever legal de agir, assentiu com a morte de brasileiras e brasileiros”, afirma no texto o senador Renan Calheiros.

Crimes atribuídos a Bolsonaro

No caso de Bolsonaro, Renan Calheiros pede indiciamento pelos seguintes crimes:

epidemia com resultado morte

infração de medida sanitária preventiva

charlatanismo

incitação ao crime

falsificação de documento particular

emprego irregular de verbas públicas

prevaricação

crimes contra a humanidade

crimes de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo)

“O presidente da República repetidamente incentivou a população a não seguir a política de distanciamento social, opôs-se de maneira reiterada ao uso de máscaras, convocou, promoveu e participou de aglomerações e procurou desqualificar as vacinas contra a covid-19. Essa estratégia, na verdade atrelada à ideia de que o contágio natural induziria a imunidade coletiva, visava exclusivamente à retomada das atividades econômicas”, escreveu Renan Calheiros no documento.

Segundo o relator, as ações de Bolsonaro durante a pandemia podem ser enquadradas em crime de responsabilidade — infração imposta ao presidente da República em caso de atos que atentam a Constituição, e que podem resultar em impeachment.

Isso porque, escreveu o relator, a atuação de Bolsonaro “mostrou-se descomprometida com o efetivo combate da pandemia da Covid-19 e, consequentemente, com a preservação da vida e integridade física de milhares de brasileiros”.

Entre os atos de Bolsonaro que, para Renan, “incontestavelmente atentaram contra a saúde pública e a probidade administrativa”, estão a “minimização constante da gravidade da Covid-19” e a criação de mecanismos ineficazes de controle e tratamento do coronavírus.

O relator afirmou ainda que Bolsonaro “foi o principal responsável pela propagação da ideia de tratamento precoce”.

“Em tempos normais, seria apenas um exemplo de desprezível charlatanismo pseudocientífico. Contudo, em meio a uma pandemia global, colaborou para gerar uma monstruosa tragédia, na qual alguns milhares de brasileiros foram sacrificados”, escreveu o relator.

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Destaque 4

Acre tem segundo maior saldo do ano com mais de mil gerações de emprego em setembro

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas 

Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) nesta terça-feira, 26, apontam que o estado do Acre teve o segundo maior saldo do ano em relação à geração de empregos com carteira assinada nesse último mês de setembro. De janeiro a setembro deste ano, o Acre acumulou 7.063 postos de emprego.

Em setembro deste ano, o Acre confirmou 4.216 admissões e 3.3114 desligamentos, resultando em um saldo de 1.102 vagas de emprego no período, que se mostrou maior que agosto, quando o estado teve saldo de geração de emprego de 346.

Com relação ao setor de serviços, o que mais teve alta foi o de serviços, com 2.195 admissões e 1.504 desligamentos e saldo de 691. Já o comércio teve 1.250 admissões contra 951 desligamentos, tendo criado 299 novos postos no estado.

Dos mais de mil postos de trabalho em setembro, 412 foram ocupados por homens e 690 mulheres. A maioria dos contratados, 474, tem entre 18 a 24 anos, com o ensino médio completo.

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Destaque 4

Após confusão, Ludmilla Cavalcante vence disputa para representar o Acre nas Maldivas

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Um dia depois de soltar a enquete que causaria uma confusão generalizada nas redes sociais, o empresário Romeriton Paulo, dono da Closet Deluxe, marca de vestuário conhecida nacionalmente, revelou no início da noite desta segunda-feira, 25, qual blogueira acreana venceu a disputa para representar o estado num desfile e viagem que deve ocorrer nas Ilhas Maldivas. A ganhadora foi Ludmilla Cavalcante, que recentemente tem ganhado notoriedade ao expor sua luta para reaver a guarda da filha.

LEIA MAIS: >>>No Acre, blogueiras entram em briga durante disputa por desfile de marca nacional

A competição entre Ludmilla e Juliana Vellegas foi acirrada. A ganhadora da enquete conseguiu a vitória com 53% dos votos de seguidores, enquanto que a segunda alcançou 47%. A disputa desencadeou uma série de comentários e interações na internet. Ludmilla ainda não se pronunciou sobre a confusão gerada em torno da votação.

Já Juliana Vellegas apareceu chorando em seus stories após a também influenciadora digital, Yara Vittal, puxar corrente a favor de Ludmilla e apontar que Vellegas não teria ajudado a colega na internet enquanto busca da guarda da filha. “Vocês [digitais] são muito engraçados, né? O povo chamando vocês para engajar a hashtag [Justiça Por Antonella] da Ludmila, um assunto sério, e a Juliana posta um stories e se levantam tudinho bem rapidinho”, desabafou Vittal.

Vellegas resolveu comentar o assunto e acabou chorando para seus seguidores. “Estou fazendo isso agora porque toda vez eu fico calada. Não tô [sic] entendendo a dimensão que isso tomou, porque era para ser um negócio tranquilo, para ir eu ou a Ludmilla, e o negócio tomou uma proporção sem necessidade”, contou.

Yara afirmou que Juliana não deveria ganhar a disputa por já se mostrar uma influenciadora estabilizada financeira e profissionalmente e foi rebatida por Vellegas. “Não preciso provar para ninguém que sou uma pessoa boa. Tô cansada de apanhar o tempo inteiro e ficar calada. Nunca precisei mandar indireta para ninguém, nunca precisei diminuir ninguém”. O desfile também irá celebrar o aniversário do criador da marca e vai ocorrer no próximo dia 28 de novembro.

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Com reforma e ampliação, nova Santa Casa vai realizar exames de alta complexidade no Acre

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A Santa Casa da Amazônia, em Rio Branco, está recebendo R$ 126 milhões de uma emenda parlamentar do senador Márcio Bittar (MDB), cujo recurso vai proporcionar a ampliação, reforma e aquisição de equipamentos hospitalares para a unidade de saúde, que promete se tornar uma referência na região norte.

Além dos atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), todos os procedimentos na Santa Casa adotarão um modelo de atendimento onde o paciente será atendido com uma consulta, e em caso de necessidade já vai ter disponível exames laboratoriais, ultrassonografia, endoscopia, Raio-X, mamografia, tomografia e ressonância magnética, dando ao paciente condições de agilidade e aos profissionais médicos a rapidez para fechamento de um diagnóstico preciso.

A intenção é que o paciente passe por todos esses procedimentos o mais rápido possível e em caso de cirurgia o paciente já seja encaminhado imediatamente para internação e cirurgia nas áreas de cirurgias gerais. A unidade será a primeira, após a Fundação Hospital do Acre, a realizar transplantes de fígado e rins e será a primeira instituição de saúde do Acre a realizar transplante de coração.

Um outro ponto de destaque da Santa Casa de Misericórdia da Amazônia após a reforma e ampliação será o atendimento aos pacientes em tratamento contra o câncer. O tratamento contra o câncer ainda obriga muitos pacientes a terem que deixar o Acre em busca de mais condições de tratamento. O setor de oncologia da unidade de saúde vai diminuir a quantidade de pacientes que precisam sair do Estado do Acre para fazer seu tratamento em outro estado. A compra de equipamentos e a capacitação de uma equipe fará o atendimento de quimioterapia e radioterapia acontecer na própria Santa Casa, com o paciente podendo dispor do apoio familiar.

O hospital vai contar ainda com espaço para hemodiálise e espaço exclusivo para o atendimento à população indígena.
Uma última etapa, que é o envio da documentação pela Sesacre ao Ministério da Saúde deve ser vencida ao longo desta semana, o que vai tornar apta a Santa Casa a receber os recursos públicos.

A estimativa é que toda a reforma e ampliação dure três anos. “Depois da liberação dos recursos, nossa estimativa é que o trabalho dure 36 meses. Mas ao longo desse tempo, serão liberadas etapas que entrarão já em funcionamento”, explica a engenheira mecatrônica Aleksandra da Silva, uma das responsáveis pela obra.

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