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Grato a Petecão, Bocalom não declara apoio explícito a Gladson

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Apesar de ter recebido o governador Gladson Cameli na sede do Progressistas da maneira mais cordial possível durante ato de retorno dele às atividades partidárias, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, não declarou apoio explícito à reeleição de Cameli como as demais autoridades presentes.

Por dever parte de sua eleição à prefeito de Rio Branco ao senador Sérgio Petecão (PSD), que lhe apoiou desde a pré-campanha, tendo inclusive indicado como vice a esposa, Marfisa Galvão, Bocalom ouviu de Cameli que “Se Deus e o povo permitirem, eu serei governador” e ficou numa “sinuca de bico”. Cameli não apoiou Bocalom nas eleições passadas e ainda abençoou a campanha de sua adversária, Socorro Neri (PSB).

Para evitar constrangimento, Bocalom resolveu não declarar apoio aberto a Cameli, se esforçando apenas para dar o “bem-vindo”.
Na cabeça do prefeito, declarar apoio à Gladson soaria como traição a quem lhe deu a mão e ajudou a conseguir um mandato depois de tantas tentativas em eleições fracassadas. Exatamente por isso, Bocalom adota neste momento a neutralidade. Consultado pelo ac24horas, o prefeito preferiu não comentar diretamente, mas a reportagem foi respondida pela sua assessoria.

“A posição do prefeito é que no momento ele trabalha para o mandato para o qual foi eleito. Eleição do ano que vem, ele vai tratar em 2022. Tem muita coisa para ser feita em Rio Branco, muitos problemas para serem corrigidos e muitos projetos para serem executados. O foco é administrar Rio Branco. As eleições serão decididas no momento certo”, informa a assessoria de Bocalom.

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