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Após obras do DNIT na BR-364, Acre poderá voltar a receber caminhões

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) do Estado de Rondônia iniciou, em caráter emergencial, novas obras sobre os trechos alagados da BR-364, naquele Estado. As ações são para manter a trafegabilidade na rodovia federal que já possui uma lâmina d’água superior a 1,40, sobre o asfalto. A situação é bastante complicada.

Segundo informa a PRF e o DNIT, as obras sevem ser finalizadas já na próxima segunda-feira, 24. Após isso, poderá ser autorizado o tráfego de caminhões e demais veículos de grande porte.

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O ac24horas já noticiou que dois caminhões ficaram ilhados na BR-364, após a interdição da rodovia. O nível da lâmina d’água que cobre a estrada já está impedindo a passagem de veículos de grande porte. Os veículos esquecidos foram avistados por uma equipe de Homens do Corpo de Bombeiros de Porto Velho e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), daquele Estado, durante sobrevoo pelas áreas alagadas.

Com a BR-364 interditada o acesso aos municípios e distritos localizados na região da Pérola do Mamoré, entre eles Guajará-Mirim e Nova Mamoré, está sendo viabilizado através da construção da Estrada Parque que deverá ficar pronta até o inicio da semana.

Dados mais positivos apontavam que até o final do período de cheia, o Rio Madeira alcançaria o nível de 19,40 metros, porém com o numero registrado neste sábado, a probabilidade é de que o níveo chegue aos temidos vinte metros de profundidade antes de iniciar seu processo de recuo das águas.

Ao contrário do que afirmou o presidente da Associação Comercial do Acre, Jurilande Aragão, que anunciou o inicio das operações de uma balsa no trecho inundado da BR 364, em Mutum Paraná, o superintendente do DNIT para Rondônia e Acre, Fabiano Cunha, disse no final da tarde desta sexta-feira (21), que todo e qualquer tipo de manobra, seja de balsas, carretas e caminhões nas áreas submersas da rodovia estão suspensas.

Segundo Cunha, tanto DNIT quanto a PRF proibiram o tráfego e a travessia de veículos entre Mutum Paraná e a Ponta do Abunã, trecho mais crítico da estrada, onde está sendo preparado um ponto provisório para o embarque e desembarque de carretas.

Fabiano esclareceu que de um lado e outro dos pontos inundados estão  vários caminhões aguardando o reinicio das operações para concluírem viagem.

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