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José Adriano traz presidente da Federação das Indústrias de Goiás para troca de experiências

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O Encontro de Lideranças Empresariais do Acre que começou na quinta-feira e terminou com um jantar no Palácio do Comércio na noite desta sexta-feira, 20, teve um convidado ilustre.

O ex-deputado federal e presidente da Federação das Indústrias de Goiás, Sandro Mabel, veio ao Acre à convite de José Adriano, presidente da Fieac, para uma troca de experiências. Sandro é da família que fundou a famosa empresa de biscoitos e bolachas Mabel. O convidado deixou claro que o Acre precisa partir para a industrialização.

“Não existe estado rico sem indústria. Você produzir apenas a matéria prima vai ser sempre um estado pobre. Quando o Acre começa a dar esses passos a gente tem trocado ideia sobre os avanços necessários para o Acre”, afirmou.

Sandro Mabel, com sua experiência, deixou claro que o Acre precisa trilhar o caminho da capacitação da sua mão de obra para crescer no setor industrial. “A preocupação do José Adriano é trazer mais treinamento para a população e isso é muito importante. Lembro quando a Mabel foi instalar a fábrica dela no Nordeste, a empresa ia para Alagoas, mas por falta de mão de obra treinada, nós fomos para Sergipe, estado vizinho, porque havia mão de obra qualificada”, explicou.

Adriano agradeceu a vinda de Mabel ao Acre e a troca de experiência. “Hoje nós temos uma presença ilustre de muita expressão à nível nacional e é assim que a gente cresce. Se unindo, se fortalecendo, tendo apoio do governo estadual e trocando experiências para seguirmos nessa missão que é fortalecer o setor produtivo no Acre que é quem gera emprego e quem tem sido responsável pela retomada do crescimento da economia em nosso estado”, salientou José Adriano.

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Desmatamento no Acre em 2022 atinge quase 20 mil Arenas da Floresta, diz relatório da Ufac

Laboratório de Geoprocessamento Aplicado ao Meio Ambiente identifica 19.600 hectares de desmatamento de janeiro a junho

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O Laboratório de Geoprocessamento Aplicado ao Meio Ambiente da Universidade Federal de Acre (UFAC/Labgama) – instalado no Campus Floresta em Cruzeiro do Sul – divulgou nesta sexta-feira (1º) análise dos alertas de desmatamento para o período de janeiro a junho deste ano no estado.

O total de alertas de desmatamento identificados pelo UFAC/Labgama a metade de 2022 foi de 19.600 hectares. Em uma ilustração do que esse número representa, é como se quase 20 mil campos de futebol das dimensões do estádio Arena da Floresta tivessem ido ao chão, consumidos pelo desmatamento no estado, em apenas 6 meses.

Desse total, 75,5% se concentraram, até o momento, nos municípios de Feijó, Tarauacá, Manoel Urbano, Rio Branco, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul. O maior alerta detectado foi de 347 hectares, em Manoel Urbano.

Comparando com o último relatório, divulgado no fim de maio, que mostrava o acumulado dos primeiros cinco meses do ano, constata-se que em junho o somatório de hectares desmatados foi mais que o triplo do valor referente ao período de 1º de janeiro a 22 de maio, quando o Labgama mostrou 6.100 hectares desmatados.

De acordo com o estudo, o desmatamento já ocorre em todos os municípios do Acre, com os alertas tendo ocorrido, principalmente, em áreas particulares, terras públicas e projetos de assentamento. Política pública e gestão agrícola, entre outros, os fatores que têm levado o desmatamento a aumentar em toda a Amazônia, segundo os pesquisadores responsáveis pelo trabalho.

“Os desmatamentos podem não estar mostrando somente problemas ambientais, mas também de gerenciamento agrícola e segurança fundiária, além de segurança pública. O Mapa de 2021 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra a presença do crime organizado na Amazônia”, destaca o relatório.

O mapeamento dos alertas de desmatamento do UFAC/Labgama utiliza imagens do satélite Sentinel2, Landsat e Cbers Mux, com polígonos desenhados por interpretação visual comparando imagens desde outubro/2021 até o momento presente.

O objetivo, segundo os pesquisadores responsáveis pelo trabalho, Sonaira Silva, Antonio Willian Flores, Igor Soares e Adriele Karlokoski, é complementar os dados dos alertas e indicar onde pode haver um desmatamento (florestas derrubadas sem ser queimada).

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“Mais um degrau no combate à violência”, diz Mailza ao enviar R$ 700 mil à Casa Rosa Mulher

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As medidas de proteção à mulher e combate à violência feminina em Rio Branco serão reforçadas por meio de uma emenda de R$ 700 mil enviada pela senadora Mailza. O anúncio foi feito na tarde desta sexta-feira (1), durante visita da parlamentar à Casa Rosa Mulher.

“O ideal é que não precisássemos, nos dias de hoje, falar sobre a proteção das mulheres. Mas, ainda é forte a violência feminina. Por isso, compreendo a importância do meu cargo e procuro realizar as mudanças que vão fazer a diferença na vida de tantas mulheres. Essa emenda para a Casa Rosa Mulher em Rio Branco é mais um degrau no conjunto de ações que estou fazendo no enfrentamento da violência contra a mulher no Acre”, disse Mailza.

Essa emenda proporcionará a melhoria nas instalações internas promovendo um ambiente acolhedor e garantindo um atendimento humanizado para as mulheres vítimas de violência. É o que explica a gerente do Departamento de Políticas Públicas para as Mulheres, da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), Cristina Maia.

“A emenda no valor de R$ 700 mil será destinada para a equipagem da Casa Rosa e também vamos adquirir um micro-ônibus para que ele sirva na parte móvel, para também atender às mulheres na parte alta da cidade. Nós vamos conseguir atender também às demais regiões do município e região rural”, explicou.

Durante as sessões, as mães encontram apoio da Casa em deixarem seus filhos na brinquedoteca. Algumas delas, relatam que esse local é de fundamental importância para sua recuperação e de sua autoestima.

“A Casa Rosa Mulher é um ponto maravilhoso de acolhimento para todas as mulheres que precisam de ajuda. É um ponto de informação e empoderamento feminino, é muito importante na vida de cada uma das mulheres que aqui procuram”, disse Y.K.S, mulher assistida.

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Empresa especializada amplia oferta de crédito e atrai milhares de clientes no Acre

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Poderia ser apenas mais uma empresa facilitadora de crédito consignado no mercado, mas a Freitas Assessoria de Crédito decidiu nascer para fazer diferente. Após quase 20 anos trabalhando no ramo, Clicia Freitas Monteiro resolveu abrir o próprio negócio e oferecer um serviço diferenciado no Acre. Ao lado do sócio, Alex Ferreira, vem conseguindo atender uma vasta variedade de clientes e injetar mais de R$ 1 milhão em menos de um mês na economia local.

 

A gerente de operação Clicia Freitas explica que a intenção não é somente aprovar uma margem de crédito ao cliente, mas garantir por meio de instruções que ele invista o dinheiro da melhor maneira. Alex, sócio e gestor financeiro, afirma que a ideia da Freitas Assessoria é proporcionar o crédito pessoal mais barato do mercado (com juros a partir de R$ 1,70) e abranger um leque maior de público.

 

O crédito consignado é uma variação do empréstimo, feito para servidores públicos, aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Serviço Social (INSS), automaticamente descontado em folha. Há pouco tempo, além desse público, os bancos também incluíram funcionários de empresas privadas e que possuem saldo no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

 

“A gente também consegue liberar empréstimo para quem tem saldo de FGTS, e o valor é baseado no saldo que a pessoa tem na conta. Está entrando uma nova linha no ramo que estamos focados também, que é o empréstimo para quem recebe o Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família). Trabalhamos com público ligado ao Estado, prefeitura, esfera federal e essa nova linha que estamos apostando muitas fichas nela”, contam os sócios.

 

A crise financeira provocada pela pandemia de Covid-19 tem elevado significativamente a procura por linhas de crédito. Nesse período, o mercado digital cresceu mais de 15% e com o crédito consignado não foi diferente. “Trabalhávamos num sistema fadado, que não se renova, demorado, onde um cliente não alfabetizado não conseguia ser atendido. Com a pandemia, tivemos que nos readaptar a um novo modelo”.

 

Foi aí que a Feitas Assessoria viu a oportunidade de inovar no ramo. “Vimos que o digital estava funcionando muito melhor do que o físico, apesar de o atendimento presencial ainda render quase 30% das vendas. Nessa readaptação, além de vender no estado, passamos a vender para fora também. Abrimos um leque de opções”.

 

A ampliação de crédito a pessoas que não são funcionárias públicas ou pensionistas, fez com que a empresa atingisse pelo menos 80% da necessidade do mercado geral, que é o que move nossa economia. “Já atendíamos a parte dos aposentados, pegamos os ativos do estado e completamos 100% com o funcionalismo público, que nunca teve a opção de ter uma linha de crédito”.

 

O ‘boom’ de vendas permanece e dificulta até dar conta da alta demanda. “Os bancos tiraram aquela limitação e incluiu pessoas desempregadas, que podem não ter um score alto, até porque essa maioria do comércio ganha um salário mínimo. Uma pessoa que recebe R$ 400 tem hoje a opção de ter uma linha de crédito de até R$ 2,5 mil para começar um negócio, fazer uma reforma ou quitar uma dívida”.

 

Educação financeira

Além da facilidade de fornecer linha de crédito, a marca se preocupa em ensinar os clientes como utilizar esse crédito. “Não queremos só que o cliente venha e saque um valor. Precisamos fazer com que ele utilize dinheiro de forma consciente para numa próxima vez que precisar, tenha opção de nos procurar novamente. Estamos tentando ter esse diferencial no mercado”.

 

Nas primeiras semanas de funcionamento, a empresa conseguiu injetar mais de R$ 1 milhão na economia do estado. O feito é comemorado, principalmente por se tratar de uma marca nova no mercado. A tendência é elevar esse número. “Somos um estabelecimento pequeno, com 4 colaboradores, mas temos contribuído muito para o nosso estado e para nossa economia”.

 

A grande maioria da procura é feita devido ao período, onde tudo se mostra mais difícil de conseguir. Os sócios relatam a escassez de comida, aumento no preço dos mantimentos entre outras razões. “Isso significa que as pessoas estão até sem o que comer, não estão conseguindo pagar a conta. O salário mínimo não é suficiente, com isso as pessoas estão recorrendo muito ao crédito”.

 

Os motivos conforme a demanda de clientes são os mais variados, alguns procuram a empresa por uma emergência, outros pensando em investir, fazer com que aquele dinheiro se multiplique. A parceria do governo com os bancos fez com que o estado busque novas alternativas para que todos fiquem assistidos.

 

Diferencial

Para tentar agradar a clientela, eles ainda mantêm um espaço físico. “Alguns gostam de ver a gente para se sentirem seguros. Voltamos a ter uma venda de pelo menos 30% física após o período mais crítico da pandemia. Embora tudo possa ser feito online, alguns querem vir, conhecer e entendemos que o contato se faz muito necessário”.

 

A Freitas Assessoria de Crédito compete espaço com empresas do Brasil todo, por isso busca manter seu diferencial. Por já conhecer o mercado e ter trabalhado em diversas empresas, Clicia sabia exatamente o que faltava. “Em muitos lugares ainda não existe um sistema automatizado, não existe estratégia de marketing, um sistema atualizado, que já entregue tudo pronto. Fazendo isso, nossas vendas não param”.

 

Além do boca a boca, a marca conta com ferramentas e estratégias. “A gente investe muito nisso, o que nos faz sair na frente. Por exemplo: o Auxílio Brasil ainda não está liberado, mas já temos uma fila de espera com mais de 400 clientes. Tentamos ser melhores todos os dias, capacitando os colaboradores. Até as empresas mais antigas no mercado pegam dicas com a gente”. De 30 a 40% dos atendimentos realizados são feitos através de indicação de outros clientes.

 

O perfil de público que mais tem procurado a Freitas Assessoria de Crédito é aquele representado por aposentados, pensionistas do INSS e funcionários de empresas privadas com FGTS. “Além de ajudarmos a sociedade a se manter financeiramente ativa, proporcionamos a realização de sonhos. Tem gente que pega dinheiro para poder comprar uma moto, gente que pega dinheiro para continuar tratamento de saúde, e por aí vai”.

 

Mercado que tende a crescer

 

Esse trata-se de um mercado que só tende a crescer ainda mais, uma vez que classes que não eram atendidas pelo mercado de crédito já começam a ser contempladas. “Estamos passando por uma recessão mundial, uma escassez de dinheiro, de recursos, mas acreditamos que o governo federal entendeu que a saída é ampliar essas linhas de crédito para as pessoas se manterem comendo, vestindo e vivam com dignidade ganhando espaço”.

 

A aceitação do público para com o negócio tem sido satisfatória. “Estamos fazendo com que nossos clientes entendam que o crédito consignado dentro da linha de empréstimo é a melhor opção, por ser o mais barato”. Em um ano, a marca pretende ampliar o escritório, mesmo que a necessidade de espaço físico hoje em dia seja zero. “É mais para atender clientes que querem o contato presencial. Além de financiamento de empréstimo, queremos poder colocar consórcios, seguro de vida que se faz muito necessário, e pretendemos abrir uma nova empresa para não misturar as coisas”. Segundo eles, a próxima empresa deve ser de financiamento de veículos, consórcios e outros financiamentos não ligados ao crédito consignado.

 

Clicia e Alex confiam no principal diferencial da marca, que é a maneira de tratar as pessoas, para se manterem firmes no mercado. “Toda a equipe promove um atendimento humanizado. Fazemos com que nossos colaboradores entendam que algumas pessoas gostam de conversar mais e fazemos com que os clientes não se sintam só parte de um produto. Por isso eles voltam, porque são bem atendidos e acolhidos. Os interessados podem procurar a empresa nas redes sociais ou presencialmente, na rua Coronel José Galdino, número 328, sala 1, Bosque, das 8h às 17h, em Rio Branco.

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Colisão entre veículos e motocicletas deixa cinco feridos na Avenida Ceará, em Rio Branco

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Um grave acidente de trânsito envolvendo um veículo modelo Corolla, de cor prata, um carro Fiat Pálio, de cor prata e algumas motocicletas deixou cinco pessoas feridas na madrugada deste sábado, 2, na Avenida Ceará, no bairro Abraão Alab, em Rio Branco.

De acordo com informações de populares que presenciaram o acidente, o condutor do veículo modelo Corolla trafegava no sentido bairro-centro em alta velocidade na Avenida Ceará, quando colidiu violentamente na traseira do veículo Fiat Pálio e em seguida colidiu contra as motos dos mototaxistas que estavam parando na frente a uma boate. Com impacto, o condutor do Pálio perdeu o controle da direção e entrou em uma rua paralela a avenida.

A ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e conduziu cinco pessoas com escoriações a Unidade de Pronto Atendimento (UPA Franco Silva) na Baixada da Sobral.

Policiais Militares do Batalhão de Trânsito estiveram no local e isolaram a área para os trabalhos de perícia, em seguida os veículos foram removidos por um guincho.

O condutor do veículo Corolla foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla) para os devidos procedimentos.

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