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Sobre reis, profetas, pastores e verbas públicas!

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Uma das histórias mais extraordinárias narrada no Oráculo de Deus é a passagem em que um profeta chamado Natan se levanta do meio do campo e vai ao palácio real confrontar o rei Davi que havia engravidado Bete-Seba, mulher de Urias, o general heteu, que se encontrava em um campo de batalha guerreando pelo próprio rei.

Sem saída para o seu “pecado”, Davi manda o general Joabe colocar Urias na frente da batalha e abandoná-lo para que morra na ponta da lança dos inimigos. Urias morre. Tudo estaria resolvido. Não estava!

Natan vai ao Palácio e revela na cara do rei o crime que ele cometeu. “Tomaste a mulher de Urias, o heteu, a engravidaste e o mataste. Deus manda te dizer que a sentença para ti é a morte”. O rei tinha poder de vida e de morte sobre qualquer um, mas temeu Natan, um homem simples do campo. Por que Davi temeu Natan, poderia matá-lo como fez com Urias?

Natan não vivia às custas de verbas públicas nem comendo iguarias da mesa do rei (como outros fizeram na história de Israel mergulhando o reino na degradação moral e espiritual), levando todo o povo ao sofrimento. Tão pouco pediu um grama de ouro ao rei. Ele era Natan, o profeta, o santo homem de Deus. Natan tinha consciência da vocação e do chamado. Com certeza, não era política nem liberação de verbas públicas mediante propinas. Com temor e tremor.

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