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Com imóveis de até R$ 5 milhões, busca por moradias de luxo dispara

Demanda por imóveis de alto padrão com segurança aumentou no último estado do Brasil a aprovar lei de condomínio fechado

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Portas gigantescas, elevador panorâmico, inúmeras suítes, academia, cinema, garagem para oito carros e até Spa. Nos últimos anos, o acreano tem demonstrado que procura cada vez mais sofisticação e exclusividade em torno dos imóveis residenciais. O estado do Acre vive um verdadeiro ‘boom’ na procura por casas, lotes e apartamentos em condomínios fechados. Com isso, desencadeou uma demanda excessiva na construção civil, mesmo em tempos de pandemia. A maior parte dessas moradias ultrapassa cifras milionárias, chegando a custar até R$ 5 milhões.

A regra é clara: não basta ser exclusivo, tem que ser de alto padrão. O luxo, o requinte e qualidade tem predominado em obras de residências em espaços privados e ambientes milimetricamente personalizados. As imobiliárias têm apostado que o fator segurança é o maior convite para a clientela de altíssimo poder aquisitivo. Entretanto, a resposta para busca descomunal por condomínios fechados na capital, Rio Branco, se encontra na demanda que estava reprimida por muitas décadas no estado e na possibilidade de o proprietário agregar valor venal [estimativa sobre preço de bens] ao imóvel.

É o que esclarece o experiente corretor Tiago Mendonça, sócio da Hoouse Imóveis Únicos, imobiliária acreana referência e especializada em alto padrão e imóveis exclusivos na região. “O mercado de condomínio fechado no Acre é o mais novo do Brasil, pois o estado foi o último do país a ter a lei de condomínio fechado, que foi aprovada em 2012”. Até então, não se podia ter loteamentos fechados. “Havia uma demanda reprimida muito grande esperando por esse momento, por isso, hoje, as vendas em condomínios estão bombando”, destaca.

Em apenas nove anos, esse grupo de consumidor fez com que a situação de moradia no Acre elevasse o patamar e se tornasse apetrecho quase que involuntário na demonstração de poder. A arquiteta urbanista acreana Karine Geber, que atua há mais de 10 anos exclusivamente com elaborações de projetos residenciais e comerciais, viu esse nicho ganhar novas formas e público ao longo do tempo.

“Nos últimos sete anos, a procura constante para elaboração de projetos de casas luxuosas de alto padrão vem se tornando algo comum na dinâmica interna do nosso escritório. Cada vez mais a busca por esse tipo de projeto vem aumentando consideravelmente. Os clientes, em sua grande maioria, procuram conforto, tecnologia e funcionalidade aliadas à luxuosa beleza da construção atual”, pontua.

Perfil

Mendonça assegura que o perfil do morador de um imóvel como tal se apresenta em pessoas com média de 35 a 50 anos de idade, casadas, com filhos, bem condicionadas financeiramente e que buscam mais qualidade de vida. “Normalmente elas estão saindo de apartamento, numa cidade bem horizontal e com muitas casas, para poderem construir ou comprar um imóvel dentro desse padrão que procuram”.

Com o lema “Arquitetura para Todos”, Karine Geber destaca que sempre trabalhou de forma correta e justa com sua carta de clientes e que o perfil que mais procura seus serviços engloba os mais diversos possíveis. “São empresários, comerciantes, funcionários públicos e autônomos. Todos são tratados da melhor forma, e os serviços são entregues nos prazos combinados, participando do sonho de cada cliente, com perfis e personalidades diferentes”.

Os projetos, segundo ela, variam desde aqueles mais simples, de pequeno porte, até projetos de grande porte, aliados à forma, função e conforto. Questionada sobre o motivo de o acreano estar investindo alto em mansões e apartamentos luxuosos no estado, Geber acredita que a procura não se limita apenas por um imóvel, mas sim pela busca do ‘algo a mais’.

“O perfil do cliente, hoje, ficou mais seletivo, buscando inovação, algo diferente que venha agregar valor venal ao imóvel. A grande maioria dos nossos clientes já fecha projeto arquitetônico, projeto de interiores e projeto de paisagismo, para tornar o imóvel pós-construção mais valorizado ainda. Na elaboração do projeto, podemos agregar valores consideráveis à construção com uso de materiais nobres de acabamento, com tecnologia de ponta, materiais naturais que são verdadeiras obras de artes, como pedras ornamentais e objetos suntuosos na parte de mobiliário”, salienta.

Grande demanda

Apesar de ser um estado com arrecadação mínima e quase insignificante, se comparado ao restante do país, o Acre tem sentido espaço e forte demanda para esse mercado específico no ramo imobiliário. A Hoouse Imóveis Únicos, por exemplo, inaugurada em 2018, já nasceu com esse propósito de proporcionar atendimento com imóveis exclusivos e atendimento único. O sócio afirma que percebeu uma movimentação positiva no mercado voltada para o alto padrão pouco antes desse período, com a instalação de alguns condomínios de grande porte.

“Na época, alguns deles ainda estavam em construção, outros sendo finalizados, e entendi lá atrás que seria esse o nosso nicho, nosso foco. Nossa proposta é muito clara. A gente vai na contramão. Enquanto todos estão vendendo o mesmo imóvel, a gente trabalha imóveis únicos e específicos, por isso nosso nome, por essa pegada de vender imóveis exclusivos que só a Hoouse oferece para fomentar esse mercado de alto padrão”, aponta Tiago.

O especialista garante que o estado já mantinha pessoas com poder aquisitivo muito alto, mas que não tinham qualidade em seus imóveis residenciais. Ou até tinham, mas faltava algo que atualmente é questão de prioridade para muitas famílias: a segurança. “Muita gente que vive em condomínio hoje morava em casas muito boas na rua e trocaram essas casas por outras também boas, ou menos, mas com características diferentes dentro de um complexo fechado por questão de segurança”.

Para Tiago, são pessoas socialmente mais expostas, empresários, políticos, policiais, que acabaram optando pelo condomínio fechado. “Às vezes a casa no condomínio é até inferior à casa em que ele morava fora, o terreno menor, o lazer, pois o condomínio tem um padrão e regras a serem cumpridas, mas as pessoas estão dispostas a cumprir essas regras para poder ter segurança”.

Alto padrão

Nesse quesito, a frase “seu bolso é o meu guia” faz todo o sentido. Os clientes de alto padrão estão dispostos a investir no melhor e mais valorizado quando o assunto é moradia. De acordo com Karine Geber, o cliente que busca um projeto de imóvel de alto padrão, geralmente está disposto a investir no que há de melhor dentro do mercado. “Tudo isso vislumbrando não só o cenário atual com algo que esteja em evidência, mas por tempo maior. Eu tenho atualmente em execução imóveis de alto padrão que já ultrapassaram a casa das cifras milionárias, uma delas por exemplo já chegou nos R$  4.500.000,00”.

Geber assegura que são casas espetaculares, dotadas com toda a comodidade possível, como solário gourmet, espaço para festas particulares, entre ambientes e objetos de desejos peculiares de cada projeto. “Cada Casa, é um caso!”, ressalta. O corretor e sócio proprietário da Hoouse pontua que construir em condomínios fechados requer alguns limites e regras, portanto, o morador acaba investindo nos detalhes. “Eles pensam da seguinte forma: já que não posso fazer a piscina do tamanho que eu quero, vou fazer a piscina com o melhor revestimento, vou fazer o maior pé-direito possível, colocar a maior porta possível para ter o conforto e o luxo que pretendo”.

A média de preços cobrados por um imóvel como esse tem diversas variações. A Hoouse se orgulha por, no mercado de médio e alto padrão, principalmente no mercado de imóveis documentados, nunca ter realizado um contrato de gaveta (aqueles não registrados em cartório, sem escritura). Até hoje, os apartamentos mais baratos que a Hoouse vendeu foram a partir de R$ 100 mil. “Tem ainda os apartamentos que chamamos de ‘partida’, que variam de R$ 150 a R$ 170 mil, e os apartamentos de ‘teto’, que custam até 2,5 milhões, além das casas, que podem ter valor de R$ 3 milhões”.

Lei da oferta e demanda

O Acre evidencia que tem muito mais procura do que oferta quando diz respeito a imóveis residenciais de alto padrão, o que explica a média dos valores encontrados. Ainda assim, Tiago Mendonça discorda da teoria de que aqui o valor de um imóvel é mais caro que em outros estados brasileiros. “Não é bem assim, essa fala é muito mais teórica do que prática. Um imóvel em São Paulo custa em torno de R$ 15 a R$ 20 mil o m². No Rio de Janeiro tem bairros que custam R$ 40 mil o m². Já o nosso alto padrão, em Rio Branco, custa em torno de R$5 ou R$ 6 mil o m² num apartamento de luxo”.

Para o corretor, o preço do m² encontrado no estado não é o mais caro. “Existe uma coisa que acredito fielmente, que é a lei da oferta e da procura. Temos mais gente querendo comprar do que querendo vender, automaticamente os preços aumentam. Locação é cara por conta da oferta e da procura. Apartamentos são mais caros porque tem poucas opções”, explica.

Outro fator que contribui para inflacionar o mercado imobiliário é o desalinhamento entre imobiliárias e corretores. “Há profissionais que não se posicionam e aceitam as propostas que o proprietário quer. Se o dono diz que a casa dele vale R$ 500 mil, tem o corretor que simplesmente concorda só para poder ter o imóvel e tentar encontrar um comprador. Na maioria das vezes, ele não consegue e inflaciona o mercado”.

Mendonça destaca que esses excessos ocorrem que prejudicam o setor. “Se o cliente não tem certa noção do que está propondo, um corretor com respaldo sabe como conduzir uma situação como essa. Ou ele diz ‘não’, que não concorda com o preço e está fora, ou consegue convencer o cliente com dados, informação técnica de que o imóvel não vale os R$ 500 mil e sim R$ 300 mil, por uma questão de metodologia, mercadológica e comparativa”. Para o empresário, as pessoas possuem um defeito muito grave, que é o de precificar seus imóveis de acordo com o que o outro ao lado está pedindo.

Entraves e relacionamento com o cliente

Mesmo estando em completa ascensão, o mercado imobiliário em condomínios de luxo ainda esbarra em algumas dificuldades para se consolidar totalmente no estado, principalmente relacionada diretamente aos custos e mão de obra.

A arquiteta Karine Geber acredita que o metro quadrado da construção no Acre é um dos mais caros do Brasil. “E uma parte da mão de obra local não está qualificada para atender esse verdadeiro ‘boom’ das obras mais sofisticadas que requerem acabamento impecável. Um material nobre, mesmo que tenha um valor agregado considerável, se for instalado de forma errada, não dará o resultado final que planejamos na concepção do projeto arquitetônico”.

Na tentativa de reverter qualquer empecilho, a Hoouse se antecipou e prospectou no diferencial para atrair clientes. “Nosso objetivo como negócio é transformar o mercado imobiliário num mercado mais dinâmico, coeso, coerente e transparente. A gente vem com uma proposta muito jovem, de fugir dos padrões, quebrar alguns paradigmas”. Tais peculiaridades podem ser visualizadas no próprio escritório da empresa, que tem uma área gourmet para receber os interessados na compra.

“Temos uma recepção diferenciada, jovem, com cara de agência de publicidade. Recebemos os clientes, assamos pizza a lenha, interagimos. A gente acredita muito que o relacionamento é a base do nosso negócio e que a venda é uma consequência. Buscamos primeiramente criar um relacionamento com o cliente e, automaticamente, a venda seria uma consequência. Acreditamos na experiência do possível comprador, então, desde o primeiro momento, quando ele apenas visualiza nossas placas nas ruas, se deparam com nosso código QR Code”.

A ideia é que o cliente ligue a partir desse código para que a imobiliária comece a transformar aquela compra numa experiência. “Fazemos bom atendimento, dando todas as explicações. A gente acredita muito que nossas publicações nas redes sociais têm que ser feitas com preços. A gente não gosta de fazer pegadinha com o cliente, publicar uma casa para ele perguntar quanto custa. Nossas publicações todas tem o preço do imóvel, o cliente liga se ele quiser. Nossas placas com QR Code já direcionam para o site, onde é possível ver as fotos, preço, as características e o cliente só liga se ele quiser. Acredito muito que o cliente faz o que ele quer, e não o que eu quero. Deixamos ele muito à vontade para tomar as próprias decisões. Essa é nossa proposta como empresa”, assegura Tiago.

Expectativas do mercado

Os maiores condomínios fechados de alto valor construídos recentemente apresentam uma taxa de ocupação significativa. Um deles, com mais de 400 terrenos, situado nas proximidades do shopping da capital acreana, ocupou cerca de 25% da sua capacidade em três anos. Outro, com 200 terrenos, já se aproxima dos 50% de ocupação nesse mesmo período. “Foi muito rápida essa aceleração, mas acredito que nos próximos dois ou três anos a tendência é isso começar a se acomodar, entrar numa reta de normalidade”, garante o corretor.

Pela experiência, Mendonça acredita que o nível de procura não vai baixar, mas que também que não vai subir. “Só se houver uma redução muito grande no valor do material de construção, das taxas de juros, financiamento, inflação, mas acredito que isso não vai acontecer a curto prazo”. O sócio imobiliário acredita, sim, num crescimento do ramo sofisticado de moradias no estado, porém, menos exponencial do que ocorre atualmente.

“Vejo essa bolha que o mercado está construindo, ela era uma demanda reprimida. As pessoas já estavam na expectativa de construir sua casa num local privado e esse é o momento. Claro que isso é concomitante às taxas baratas da Caixa Econômica Federal, à viabilidade de aquisição e construção, a Caixa é a campeã de vendas no Acre”, destaca. Segundo o corretor, de 60% a 70% de todas as construções na cidade, o cliente compra o terreno e já contrata o financiamento da construção junto.

Tiago confia num crescimento ainda maior do ramo, que virão outras áreas, outros condomínios fechados, mas que a velocidade de expansão será um pouco menor. “Esse ‘boom’ da construção civil não é normal do mercado, é o anormal, e acredito que vamos estar numa velocidade mais ajustada, mais adequada, que é o normal”, conclui. Já Karine Geber observa que com o passar dos anos, as linhas de crédito imobiliário para aquisição de terreno e construção estão se encaixando na realidade do perfil dos clientes. “Atualmente nosso escritório atende muitos clientes que tem a comodidade de financiamento de terreno e obra, assim como temos na mesma proporção os que buscam financiar a apenas a obra. Como dito anteriormente, nossa arquitetura é para todos, de sonhos que se tornarão realidade através de nossas mãos, nos faz acreditar que aceitar esses desafios diários são estimulantes para que a cada dia possamos buscar fazer o melhor para cada um”, finaliza a arquiteta.

Coluna do Astério

Lições de vida; Sento-Sé abrindo o coração no Bar do Vaz

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A entrevista do marqueteiro Davi Sento-Sé, no Bar do Vaz, sem querer ofender aos demais cachacistas juramentados – como diria o Odorico Paraguaçu – foi a melhor do ano, quiçá do Bar desde a sua criação.

Originalíssima, verdadeira e esclarecedora. Trouxe revelações dos bastidores da política do Acre desde a eleição de Orleir Cameli em 1994, quando ele e seu sócio Gilberto Braga aportaram nestas paragens, depois de participarem da campanha de Fernando Collor de Melo.

Vaz e Davi nos conduziram a fatos históricos que marcaram a política contemporânea acreana com Orleir, Flaviano Melo, Jorge Viana, Binho Marques, Sebastião Viana, Angelim, Marcos Alexandre e outros personagens da vida pública.

Irreverente, sua marca registrada, voltou a cobrar publicamente os devedores com “elegância”. “Me paguem que estou quebrado!”. Para ele, vale a máxima nordestina: “Não vim satisfazer, mas vim dar satisfação”. Não quer perder a amizade… nem o dinheiro do suado labor.

Roberto Vaz soube garimpar o melhor do profissional dedicado, exigente e apaixonado pelo trabalho, mas, também, o homem e sua alma. Descortinou o ser humano Davi. Suas fragilidades, fraquezas, sonhos e ambições. Vaz extraiu dele o amor ao Acre e a dolorosa revelação de um mergulho no abismo da depressão.

Davi Sento-Sé receitou a cura da doença do século, a depressão, apontando o caminho de volta do abismo dos dias vazios de sentido: A palavra! A fala! Falar, falar e falar sobre a doença sem medo de voltar a ser feliz trouxe cura.

Não foi só uma entrevista, foi um testemunho de vida traduzido no “Poema em Linha Reta”, Carlos Drummond. Obrigado Vaz, obrigado Davi Sento-Sé. Quem diria, os marqueteiros são de carne, osso e tem alma. É o que descobrimos nos bares da vida, no Bar do Vaz.

Reveja a entrevista clicando aqui. 

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Destaque 7

No Acre, hipnólogo garante curar depressão em duas horas

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O CipódCast desta sexta-feira, 26, programa transmitido pelo canal Na Ponta do Cipó no YouTube e redes sociais do Ac24horas, falou de um tema polêmico e que costuma gerar debates acalorados.

O convidado foi o hipnoterapeuta e coach Erick Caniso. Entre as declarações surpreendentes, Erick garantiu ter a habilidade de curar casos de depressão em duas horas. “ Com a hipnoterapia o paciente pode fazer a regressão até o momento do trauma para resolvê-lo: Já vi gente voltar a dois anos de idade, tem gente que volta daqui a duas semanas, volta para a época do problema”, afirma.

Questionado pelos apresentadores do programa sobre a confiabilidade do tratamento, já que existem diversas correntes que condenam a promessa de cura rápida de algo tão sério quanto a depressão. “A hipnoterapia é tão cientificamente comprovada como a psicanálise.O problema é que o ser humano desvirtua quase tudo, as pessoas tem medo de ser hipnotizadas porque acham que vão virar um zumbi. Você vai desvirtuando uma coisa, e chega um ponto que as pessoas vão acreditando naquilo”, afirma.

Em 2020, o Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal pediu investigação ao Ministério Público e Polícia Civil contra uma empresa de hipnose que oferecia “tratamento” para depressão e para homossexualidade. Para a entidade, o atendimento tratava à época de charlatanismo e exercício da profissão.

Durante o programa, Erick Caniso hipnotizou um dos apresentadores do programa, fazendo com que o hipnotizado sentisse sabor de maracujá na água mineral e esquecesse o número 7.

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Destaque 7

No Acre, não haverá saída de reeducandos no período do Natal

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O juiz Hugo Torquato, titular da Vara de Execução de Penas no Regime Fechado, do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), informou nesta sexta-feira, 26, que não haverá saída temporária para nenhum reeducando do Acre.

Segundo o magistrado, no Acre não existe estabelecimento prisional para o cumprimento do regime semiaberto, de modo que os condenados que cumprem pena nesse regime já permanecem em prisão domiciliar, monitorados por meio de tornozeleira eletrônica.

“Não faz sentido qualquer preocupação, portanto, quanto aos efeitos de uma decisão de saída temporária no nosso estado, porque essas pessoas já não estão segregadas em estabelecimentos prisionais”, explicou o magistrado.

Portanto, é importante frisar que o Judiciário acreano não vai esvaziar os estabelecimentos prisionais no Natal. Não haverá decisões judiciais autorizando saídas temporárias, porque esse benefício não é cabível aos sentenciados ao regime fechado.

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Destaque 7

Alan Rick diz que alocou R$ 7 milhões para o orçamento em 2022

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O deputado federal Alan Rick (DEM) contestou nesta quinta-feira, 25, os números divulgados pela Representação do Acre em Brasília (Repac), sob o mapa de emendas ao Orçamento Geral da União para o exercício 2022.

Segundo ele, houve um erro na divulgação dos dados, contudo, sem entrar em polêmicas, o parlamentar destacou que somente em recursos para o governo do Estado, serão destinados R$ 7 milhões em emendas.

De acordo com a planilha, as emendas individuais somam o montante para o próximo orçamento de pouco mais de R$ 194 milhões e, por lei, cada um dos onze integrantes da bancada ficou com pouco mais de R$ 17 milhões para aplicar conforme os interesses das populações de suas bases eleitorais, sendo que obrigatoriamente, desses R$ 17 milhões, 50% tem que ser destinado à saúde.

Em relação aos recursos, Alam disse que alocou R$ 2 milhões de reais na área da saúde para reforma das Upas de Rio Branco – a da Sobral e a do Segundo Distrito, da Cidade do Povo e o Hemonúcleo de Rio Branco, o Hemocentro. Além disso, colocou R$ 1 milhão de reais para a Polícia Militar, as obras do Quartel da PM, R$ 1 milhão para o Departamento Nacional Estradas e Rodagens do Acre (Deracre), destinados às obras estruturantes do Estado, R$ 500 mil para a OCA para reformulação do parque computacional do local, aquisição de equipamentos para a rede local, R$ 500 mil reais para coordenadoria de recursos especiais da Polícia Civil.

Em meio ao montante, o deputado disse que também alocou R$ 350 mil reais para o Tribunal de Justiça do Acre, mais R$ 150 mil para a Secretaria de Comunicação do Acre, aquisição de equipamentos para a Rádio Difusora de Feijó , R$ 250 mil reais para a a Secretaria de Produção e Agronegócio (Sepa) para os viveiros de café em Cruzeiro do Sul, R$ 250 mil reais para a área de robótica da Escola Militar Dom Pedro II em Rio Branco e por fim, mas R$ 700 mil reais para a construção do prédio do Ministério Público em Xapuri. “Ao todo, dando R$ 7 milhões somente para o Estado, fora as emendas para as prefeituras, que totalizam mais de R$ 12 milhões”, declarou Rick.

Dos R$ 194 milhões, foram destinados para execução pelo Estado R$ 28.890.366,00 (14,89%); para os municípios, R$ 63.677.143,00 (32,82%); para entidades sem fins lucrativos R$ 4.824.000,00 (2,49%); para aplicação direta R$ 7.237.000,00 (3,73%) e a definir aplicações restam R$ 89.404.506,00 (46,08%).

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