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Calçados vendidos por casal de indígenas denunciados à PF custam R$ 300

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Custa R$ 300 o par de calçados feito de látex pelas mulheres da etnia Shawãndawa- Arara,  e que são vendidas em São Paulo e outros estados por Txãdá Shawã e Daosha, o casal que apareceu em rede nacional e que acabou sendo denunciado à Polícia Federal,  Ministério Público Federal e Funai nessa quinta-feira (21).

LEIA MAIS: >>>Índios do Acre denunciam que dinheiro ganho em programa da Globo nunca chegou na aldeia

Segundo lideranças Arara que fizeram a denúncia,  o dinheiro da sandália não retorna para as indígenas. José Maria, o cacique geral dos Arara, e Anchieta, outra liderança, denunciaram também que os R$ 102 mil ganhos pelo casal em abril deste ano no Programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo de televisão, não foi empregado em benefício das mulheres da etnia e do projeto de calçados ecológicos, como o casal assegurou no programa global.

A vereadora de Porto Walter, Cleide Silva, conta que conheceu Daosha no início deste ano, na Aldeia Ararinha Encantada, que fica localizada próximo da cidade. É a segunda aldeia “fundada” por Daosha e o marido nas proximidades da sede do município.

“Eles fizeram um encontro onde tinha muitos estrangeiros e era tudo pago. Eu gostei de uma sandália, mas achei muito cara e não comprei, mas muita gente comprou”, relata a vereadora.

Pedido de bloqueio da patente com o nome Shawandawa

Além do casal, as lideranças indígenas da etnia Shawãndawa também denunciaram o caso de uma empresa do Estado do Rio de Janeiro que  tenta junto ao Instituto Nacional de Patentes Indústrias – INPI,  o registro de marca com o nome da nação indígena Shawãdawa. Os indígenas  pedem  providências jurídicas e administrativas para contestar e bloquear a referido registro junto ao INPI.

A empresa Pagner Comercio LTDA,  localizada  na cidade  Nova Friburgo,  busca registrar, para fins comerciais, a marca Shawãdawa Spiritual, na categoria Tabaco.

“Importa destacar que esse registro é uma tentativa de se apropriar e de se beneficiar de signo distintivo da nossa etnia para fins comerciais, sem nenhum conhecimento de suas legítimas lideranças. Este fato representa um desrespeito as nossas tradições culturais, uma vez que transforma o nome dessa nação em marca de tabaco, cuja produção, se é que existe, não tem vínculo com nossas aldeias nem nossa autorização para nenhum fim”.

Eles consideram essa situação gravíssima, pois trata-se do uso indevido do nome do povo Shawãdawa, que compromete a imagem e credibilidade. As lideranças,  que prosseguem reafirmando que permitir o registro de marca sem qualquer vínculo com a etnia, são chamadas de uma verdadeira fraude aos futuros consumidores desses produtos, já que serão atraídos acreditando tratar-se de produto cuja origem é de uma nação indígena localizada no Estado do Acre, na Amazônia brasileira.

“De mais a mais, o nome é o que distingue um povo de outros idênticos ou semelhantes. É um bem imaterial valioso que deve ser protegido pelo poder público para evitar o proveito econômico parasitário”, alertam,

Na rede

Homem é preso em Mâncio Lima com notas falsas de R$ 100 e R$ 10

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José .S.P.A, de 21 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Mâncio Lima nesta sexta-feira, 4, quando tentou fazer compras com notas falsas de dinheiro em uma distribuidora do município.

Na casa dele foram encontradas diversas notas falsificadas de R$ 100 e R$ 10 e a máquina que ele utilizava para confeccionar as cédulas de dinheiro.

O delgado José Obetânio, disse que ele também vendia dinheiro falso. “Estamos investigando um derrame de notas falsas. Esse cidadão trocava dinheiro falso pelo verdadeiro, vendia também as cédulas e comprava no comércio local. As investigações prosseguem e alertamos para que os comerciantes e pessoas em geral fiquem atentos”, pontou o delegado.

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Na rede

Falta de água obriga mulheres do Jordão a lavarem roupa no rio, como antigamente

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Moradores do município do Jordão procuraram o ac24horas para denunciar a falta de água no município. De acordo com a população, a falta de água que já dura alguns dias, tem castigado a população.

Além de comprometer as atividades cotidianas domésticas, a interrupção no fornecimento de água provocou a suspensão do atendimento no hospital e no posto de saúde que fechou as portas nesta sexta-feira, 3.

Em um vídeo, mulheres lavam roupas no rio por conta da água não está chegando em suas residências.

A reportagem procurou a direção do Depasa. Por meio de nota, foi informado que a falta de água acontece há 3 dias e foi ocasionado por conta da queima de um equipamento. Segundo a autarquia, o conserto que teve início na terça-feira, 30, deve ser concluído até o final do dia, quando o abastecimento de água deve voltar a ser normalizado.

Veja o vídeo:

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Na rede

Prefeitura de Porto Walter tem medicamentos em estoque

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A prefeitura de Porto Walter comprou 107 tipos de medicamentos que atenderão a demanda da população pelos próximos meses. O objetivo do prefeito Cesar Andrade é assegurar medicamentos para atender os moradores das zonas urbana e rural, em especial no final do ano quando a indústria farmacêutica entra em recesso de produção e venda.

Entre os itens adquiridos estão: anti-hipertensivos, antidiabéticos, antiácidos, analgésicos, antibióticos, expectorantes, antimicróbicos, antibacterianos e demais tipos preconizados pela Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME).

“A Saúde é prioridade do nosso mandato, o que inclui medicamentos suficientes para atender a população . A secretária de saúde está de parabéns, os serviços estão funcionando do jeito que a nossa população merece. O estoque está cheio”, afirmou o gestor

Além da compra regular de medicamentos, a prefeitura de Porto Walter construiu da Central Única de Medicamentos, contratou de novos servidores, e realizou uma série de atendimentos itinerantes de saúde pelas comunidades, rios e igarapés do município .

“Sempre buscamos prestar assistência médico farmacêutica com muita responsabilidade e planejamento. São vidas que importam”, explicou a secretária de Saúde, Ana Flávia Melo.

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Na rede

No Juruá, policiais penais que pediram exoneração seguem nos cargos e presos estão sem visitas

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Os vinte Policiais Penais que ocupam cargos de confiança no Complexo Penitenciário Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul, e que pediram afastamento das funções, no último dia 29, ainda não foram exonerados pelo governador Gladson Cameli.

Segundo uma fonte de dentro do presídio, o grupo espera pela exoneração sem desempenhar as atividades para as quais são designados.

“Sair sem ser exonerado dá abandono de função e eles podem responder administrativamente . Mas o serviço dentro do presídio está quase tudo parado, sem banho de sol dos detentos. A qualquer momento pode dar um grande B.O no presídio, como greve de fome, quebradeira, fuga e outras coisas”.

Ainda de acordo com a fonte, ainda não houve ocorrência no local porque o Grupo Penitenciário de Operações Especiais – GPOE , está atento e atuante. “Os presos têm respeito pelo GPOE”, cita.

Os 20 policiais pediram exoneração por meio de uma nota/carta enviada ao governador Gladson Cameli e à imprensa na segunda-feira , 29. Os diretores não deixaram as funções .

O motivo dos pedidos é a não aprovação da Lei que cria o cargo de Policial Penal. Eles querem ganhar igual aos Policiais Civis, absorção das gratificações ao vencimento básico e administrar os presídios.

“Estamos entregando os cargos em razão da não aceitação convicta e clara da forma com que o governador Gladson Cameli, bem como a pessoa do Diretor Presidente Arlenilson Cunha vêm se portando, de forma contrária as nossas reivindicações, tentando de todas as formas fazer cessar o movimento. Movimento este que se dá de forma pacifica e ordeira, e principalmente dentro da lei”.

Eles, que fazem a Operação Padrão, com o não cumprimento do Banco de Horas, diminuindo o efetivo nos presídios, ressaltam que não estão procurando atrapalhar o andamento dos serviços nas unidades prisionais. E elencam as reivindicações.

” Estamos somente buscando trabalhar dentro das normas legais que o serviço policial exige.
E que nossas reinvindicações são legais, justas e merecidas e que beneficiará a todos. Nossas reinvindicações são: Equiparação salarial entre os agentes policiais penais e agentes policiais civis; Nível Superior; Absorção das gratificações ao vencimento básico; e
Administração das Unidades Prisionais”.

Em Cruzeiro do Sul l, os 700 presos estão há dois finais de semana sem visitas e tudo indica que neste final de semana, 4 e 5, novamente não haverá visitação.

Os 20 policiais penais que pediram exoneração dos cargos são: Josimar Alves, Cleilson Bezerra, Elias Melo, Fabiano Lucena, Vanderian Souza, Altemir Mendes, Luciano Fontana, Raimundo Nonato, José Pereira, Dalvanir Batista, Erisson Souza, Vanderlan Oliveira, Carlos Medalha, Albanizio Maia, Ageu Ibernon, Maria Rosanete, Maria José, Rigiane Soares, Francisca Freitas e Gelania Moreira.

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