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Bolsonaro, o “ditador” que clama por liberdade

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Não faz muito tempo, a esquerda e seus representantes na grande mídia, assustavam a população brasileira garantindo que o Bolsonaro seria um ditador, que perseguiria a imprensa, gays, mulheres, negros, minorias de toda espécie e que, portanto, era uma ameaça à democracia. Dois anos e meio se passaram e o que vemos é justamente o contrário. Foi a ditadura do politicamente correto que lhe caiu em cima desde o primeiro minuto. Como disse esta semana o grande jornalista J. R. Guzzo na Gazeta do Povo, “até aqui não há UM ato sequer do Bolsonaro contra a imprensa”.

Bolsonaro foi cedendo, cedendo e hoje está como uma ovelha cercado pelos lobos. Os desmamados da Lei Rouanet e das ONGs de araque estão famintos, os jornais e TV’s custeadas com verbas públicas milionárias tiveram que refazer suas contas, e as camarilhas do Congresso e dos tribunais tiveram que frear seus colóquios “cabulosos”.

A Câmara dos Deputados, que durante dois anos teve à frente Rodrigo Maia, o “botafogo” das planilhas da ODEBRECHT, reteve ou derrotou tanto quanto pode os projetos do executivo. A mídia transformou a pandemia em plataforma para acusações contra o presidente que não resiste a um leve sopro de verdade, no senado inventaram a CPI circense que já entrou com um boneco pronto à cata de molambos para enchê-lo. Do outro lado da praça, o STF transformou a CF em peso de papel e cada ministro age de motu proprio em ataque ao executivo e a seus aliados. Em resumo, Bolsonaro foi cercado pela matilha acostumada com as benesses lulopetistas.

Enquanto a vida do PR e de sua família é devassada permanentemente, Adélio, o esquerdista que lhe enfiou uma faca no peito foi protegido pela justiça a ponto de não ter sequer seus sigilos quebrados. Até hoje não se sabe de onde veio o dinheiro que possuía mesmo desempregado, quem autorizou a sua “entrada” na Câmara (falso álibi) no dia do atentado, e muito menos quem paga seus advogados caríssimos. É uma pena que Kafka não viu isso ou saberia que seu livro “O Processo” anda inspirando nossa alta(?) Corte.

Contra todas as patifarias, Bolsonaro tem se valido de suas “lives” semanais, de declarações esparsas na saída do Palácio da Alvorada e de passeios de fins de semana junto a seus apoiadores. Um ou outro impropério contra jornalistas maliciosos, deselegâncias, excessos verborrágicos e “sincericídios”, mas nenhuma ação contra a imprensa, nenhuma atitude contra a liberdade de expressão. Bolsonaro defende-a em todas as situações e discursos, não arredando um milímetro de que somos livres para falar, escrever, nos comunicar, possuir, nos relacionar, ir e vir, trabalhar, tomar vacina e… votar! Sim, votar livremente com direito a saber se o voto apurado confere com o voto dado. Liberdade em tantas camadas quanto forem possíveis.

Ultimamente, com seu movimento de aproximação com o “centrão” visando maior governabilidade, as viúvas apareceram para reclamar do diálogo político. Sua sobrevivência é demais para o establishment. A narrativa contra Bolsonaro não está funcionando como esperavam. Bobagens retóricas como “genocida” e “negacionista” desmoronaram perante 147 milhões de doses aplicadas e 175 milhões distribuídas (AQUI), a intenção de lhe atribuir corrupção sucumbiu apesar das canalhices de Renan – o “atleta” das planilhas da ODEBRECHT e sua trupe na CPI circense, a economia responde melhor no Brasil do que na grande maioria dos países incluindo os ricos, os empregos começam a surgir e os candidatos finórios, de linguajar rebuscado e postura gelatinosa, não saíram do chão. Do animador de auditório ao juiz traíra, todos foram engolidos por suas próprias idiossincrasias. Restou retirar da cadeia o condenado e lhe dar um alvará de elegibilidade, quem sabe a memória curta do eleitor e a militância de seus acólitos dão conta de viabilizá-lo. Se não derem, há um embuste em andamento. 

Explico. As “pesquisas” eleitorais estabelecem desde logo uma falsa popularidade – é a verossimilhança que toda mentira exige para ser acreditada. Se a população aceitar como verdadeiro (disso cuida a imprensa massivamente), o próximo passo é com as urnas. Foi o que o próprio Bolsonaro jogou no ventilador, na última quarta-feira. Restou provado que o sistema foi violado em 2018 segundo o próprio TSE em processo levado a efeito pela Polícia Federal. Um hacker passou seis meses brincando dentro do sistema e, pasmem, teve suas pegadas eletrônicas apagadas. Então fica assim. O candidato insuflado adquire “viabilidade” na disputa e o sistema faz o resto. Bingo! Lembro o dramaturgo Nelson Rodrigues “Se os homens de bem tivessem a ousadia dos canalhas, o mundo estaria salvo”.

Teoria da conspiração? Sabe de nada, otário. Pensa que comunistas/socialistas observam valores morais? Acredita que medem as consequências? Acha que os meios importam? Leia a história. Vejam como se deram TODAS as suas assunções ao poder e verá os traços de sua amoralidade, do desprezo pela verdade, pela honradez, pela justiça, a perseguição às religiões, prisão e assassinato frio de dissidentes. Isso que conservadores e liberais chamamos de dignidade, princípios e valores, para eles é mero capricho burguês a ser esmagado. De Lenin a Maduro, a história do comunismo/socialismo é uma enciclopédia de miséria moral.

A resistência ao voto eletrônico-impresso e à contagem pública, transparente, como deve ser todo ato administrativo segundo a própria Constituição Federal, só pode esconder o propósito de preservar a possibilidade de fraude. Que outro motivo teria? Veja-se que esse tipo de urna brasileira somente é usado em três países – Brasil, Butão e Bangladesh. Ou seja, rigorosamente nenhum país tecnologicamente avançado usa essa estrovenga, nenhum oferece ao seu povo uma urna eletrônica fraudável como única e exclusiva forma de aferição de votos. Infelizmente, por obra da repentina mudança de humor de líderes partidários que se reuniram com Barroso, a PEC do voto eletrônico-impresso foi derrotada na Comissão nesta quinta-feira. Resta, ainda, a esperança de que o Presidente da Câmara mande-a pro plenário, como afirmou ser possível.

Curioso notar que depois do regime militar elegemos um “democrata” que congelou a poupança dos brasileiros, mais um “democrata” que comprou a própria reeleição, outro “democrata” que corrompeu parlamentares e liderou o maior esquema mundial de corrupção, ainda outra “democrata” que pretendeu dar um golpe de estado e, temos agora, um “ditador” que clama por liberdade. 

“O tempora, O mores!” disse Cícero no Senado romano há mais de 2000 anos, contra as conspirações de Catilina.


Valterlucio Bessa Campelo escreve às sextas-feiras no ac24horas e eventualmente em seu BLOG

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