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Não costumo

Evito nominar os blogueiros de aluguel e todos àqueles que agridem a honra dos outros.

A nossa odiosa polarização política já fez muito mal ao nosso país, e ao que tudo está nos levando a crer, até as nossas próximas eleições, o pior ainda virá, até porque, tanto de um lado quanto de outro, reporto-me aos lulistas e aos bolsonaristas, se verdadeiras fossem suas injúrias, calúnias e difamações, o candidato que vier se eleger presidente da nossa República se assemelhará ao que poderemos denominar de mau ladrão.

Neste particular reporto-me a dois personagens: Alexandre Garcia e o pastor Silas Malafaia, dois dos mais agressivos testas de ferro do bolsonarismo. A posteriori, me reportarei aos insultos de uma dupla lulista.

Sobre o Alexandre Garcia, embora tenha prestado seus serviços a toda poderosa Rede Globo e outros veículos de grande abrangência, até prova em contrário, não fosse à internet, suas informações e/ou desinformação, sequer seriam veiculadas, afinal de contas, o mesmo não mais tem acesso aos nossos principais veículos de comunicação.

Em relação ao pastor Silas Malafaia, pior ainda, afinal de contas, o mesmo tem usado e abusado o nome de Jesus, mas sempre interessado em defender seus próprios interesses, presentemente, o bolsonarismo, até porque, quando o lulismo sequer existia o próprio chegou a cobria o então presidente Lula de elogios.

Como somos um país laico jamais o referido pastor deveria misturar política com religião, a exemplo do que o mesmo tem feito. O comportamento que cobro do dito cujo também cobro dos seguidores de todas as demais religiões.

Transformar os púlpitos das suas igrejas em palanques eleitorais e em balcões de cobranças de dízimos, e ainda por cima, invocando o nome de Jesus, tem sido suas maiores, e por vezes, únicas preocupações. Eu mesmo, religiosamente, me considero um cristão, mas o meu Jesus não é o mesmo pregado pelo pastor Silas Malafaia.

Em relação ao jornalista Alexandre Garcia, a despeito do seu exibicionismo, no meu entendimento, muito imerecidamente, o assisto com frequência, e por recomendação dele próprio, subscrevo: “não gostei”.

E por que o não gostei?  Simples assim: Porque ao invés dele se comportar como o grande jornalista que diz ter sido ele tem se comportado como um dos muitos blogueiros que trabalham à soldo.

Realçar que já prestou seus serviços profissionais as maiores empresas comunicação do nosso país e delas encontra ausente, aí sim, carece de explicações, afinal de contas, a imprensa que tanto carecemos é aquela que informa e não aquela que desinforma.

Jornalistas e pastores não devem se transformar em cabos-eleitorais.