A conclusão da concretagem do viaduto da Avenida Ceará marca uma virada prática na obra: sai o discurso e entra a contagem regressiva para a reorganização do trânsito. O desafio agora é cumprir o cronograma até 2026 e evitar que o “marco histórico” vire apenas retórica institucional.
Mobilidade II
Os 650 m³ de concreto e mais de 100 viagens de betoneiras expõem a capacidade operacional do Estado, raramente vista em obras locais. Resta saber se esse padrão de planejamento será replicado em outros canteiros, especialmente nos municípios do interior.
Prioridades
O foco no corredor exclusivo de ônibus sinaliza mudança na lógica urbana de Rio Branco, historicamente centrada no carro. Se sair do papel como prometido, o impacto social será maior que o estético.
Futuro
Numa entrevista, Mailza Assis usou 2025 como base para projetar 2026, apostando na continuidade administrativa. A estratégia é clara: menos balanço e mais expectativa, mirando estabilidade política em ano pré-eleitoral.
Emendas
Os R$ 570 milhões destinados ao Acre enquanto Mailza era senadora reforçam o peso do mandato parlamentar na execução estadual. O ponto sensível é a dependência contínua de emendas para sustentar políticas estruturantes.
Infraestrutura
Ainda sobre o trabalho da Sula… os R$ 684,8 milhões movimentados pelo Deracre em 2025 colocam o órgão no centro da engrenagem do governo. Comparativamente, o volume supera anos inteiros de gestões anteriores.
Mudou
Houve um tempo em que se cobrava uma ação efetiva para que as áreas degradadas ao longo da BR-317 entre Rio Branco e Brasiléia fossem produtivas, além dos pastos pessimamente manejados. Pois é! Mudou. A paisagem mudou: ou há milho ou há soja.
Jogo
É o jogo jogado. Para surpresa de ninguém, as terras de um lado ou outro da rodovia dificilmente pertencem a algum acreano. Basta estudar a história do Acre que isso será rapidamente explicado. É preciso reconhecer: mudou e mudou positivamente. Se é uma atividade concentradora de renda ou não, isso já é outro debate.

Habitação
A promessa de mais de 2 mil casas até 2027, somada às mil do Estado, tenta atacar um problema histórico das cheias. O risco é repetir ciclos: remover famílias sem acelerar, de fato, a entrega das unidades.
Custo
O investimento municipal de R$ 25 mil por unidade no Minha Casa, Minha Vida é baixo frente ao impacto social esperado. Em contrapartida, pressiona a prefeitura a garantir infraestrutura adequada para não transferir o problema adiante.
Foco no futuro
Gladson tem 90 dias, a contar de 1º de janeiro de 2026, para arrumar a casa e deixar o governo em abril, para concorrer ao Senado sem ter que depender da equipe de Mailza para a estrutura de sua campanha. Será, Arnaldo?
Visitas de Bocalom
O início de 2026 com visitas do prefeito de Rio Branco a áreas alagadas reforça a imagem de gestão presente no território. Ainda assim, o desgaste político só será evitado se as ações emergenciais se converterem em soluções permanentes.
Educação
O uso de escolas como abrigos expõe a fragilidade do planejamento urbano diante das enchentes. A garantia de calendário até 30 de janeiro é positiva, mas revela como eventos climáticos seguem interferindo no ano letivo.
Certeza
O que ela sabe é que vai sair candidata a deputada federal. Essa é a certeza. Por qual partido e por qual federação, quem vai dizer é o caderninho dela.
Feia
Outro detalhe que chama atenção no Alto Acre é como pioraram as coisas por Epitaciolândia. O lixo não está sendo recolhido. Anda-se pela cidade e as lixeiras estão cheias. Há um descuido evidente. Mas, na hora de fazer proselitismo para tratar dos problemas da Resex, foram ligeiros.
Bronca em Epitaciolândia
Em Epitaciolândia, moradores da Rua Girassol demonstram insatisfação com a gestão do prefeito Sérgio Lopes. Segundo eles, a via está tomada por buracos, o que dificulta a trafegabilidade de veículos e coloca em risco a segurança de pedestres. A situação tem gerado críticas e pedidos de intervenção imediata para garantir condições mínimas de mobilidade urbana.

