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Interrogações que mexem com o cenário da Eleição

O governador Gladson Cameli (PP) vai superar os seus problemas jurídicos no STJ? Poderá ser candidato? O ex-governador Jorge Viana (PT) será ou não candidato ao Senado? Gladson e Jorge sendo candidatos, é um cenário na disputa pelas duas vagas ao Senado. Com o Gladson candidato é muito provável que uma das vagas seria sua. Não sendo, ficariam duas vagas a serem disputadas pelos demais candidatos. Com o Jorge Viana (PT) na disputa e com o Gladson fora do jogo, por certo o petista seria um nome fortíssimo para ficar com uma das vagas de senador. Não sendo candidato, ficaria uma lacuna na federação PT-PV-PCdoB, que não possui um nome para lhe substituir à altura na briga pelo Senado. Ou seja, enquanto a situação de ambos não se resolve, a disputa pelas vagas do Senado continuará uma interrogação, porque fica sem se saber como será o quadro final das candidaturas. O início do mês de abril será a data para que se saiba o desfecho das duas situações. É o jogo.


BANHO-MARIA


O governador Gladson Cameli continua cozinhando o MDB no banho-maria. Enquanto não assumir o governo, a vice-governadora Mailza Assis não tem poder para nada. Lamentável ver um partido de história como o MDB, virando hoje um pirangueiro político.


NÃO É ESSA COCA-COLA


O gozado é que o PP não está com essa coca-cola toda. Não se mire na eleição municipal da capital, cada eleição é uma eleição. A sua candidata Mailza Assis (PP) perdeu feio em todas as pesquisas de 2025 para os candidatos ao governo Alan Rick (Republicanos) e Tião Bocalom (PL). Estão comendo piranambu e arrotando camarão.


TUDO MUITO SIMPLES


Mas, este é um problema de fácil solução: é só o MDB procurar outro grupo político e fazer uma aliança. Ficar nesse lenga-lenga é ser masoquista.


A COR DA CHITA É OUTRA


Não é um bom caminho político um candidato a deputado federal, senador e governador apresentar como cacife ter um grande número de prefeitos apoiando. Se um prefeito tiver mal avaliado, puxa o candidato para baixo. E se não tiver grana para montar um esquema financeiro para a campanha, não tem como transferir votos. Ninguém consegue votos só no papo.


GRANDE INTERROGAÇÃO


A grande interrogação que continua, é sobre a situação jurídica do governador Gladson Cameli. O julgamento do STJ – desfavorável até aqui – vai continuar ou conseguirá no STF brecar a continuidade do processo? Enquanto isso não se resolve a montagem de alianças políticas permanece indefinida.


BUSCAR UMA VAGA


A federação formada pelo PT-PV-PCdoB está montando uma chapa para brigar por uma vaga de deputado federal. Até aqui, são candidatos Shirley Torres (PV), Virgílio Viana (PV), André Kamai (PT), Perpétua Almeida (PCdoB) e Márcio Alécio (PT). Não é uma chapa que possa ser considerada como poderosa.


MUITO ENFRAQUECIDA


Um dado é certo: se o ex-governador Jorge Viana (PT) não for candidato ao Senado, a chapa da federação acima fica enfraquecida. Uma coisa é o Jorge na campanha como candidato, a outra é o Jorge como cabo-eleitoral.


CORRER COM AS OBRAS


O prefeito Bocalom quer correr com as suas principais obras, como o viaduto e o mercado central; para servir de vitrine na sua campanha ao governo, no horário eleitoral. Bocalom tem até abril para fechar esse pacote.


BRIGANDO POR UMA VAGA


Jéssica Sales (MDB), Eduardo Veloso (UB) e Sérgio Petecão (PSD), são os nomes que brigam por uma vaga de candidato oficial na chapa de Mailza Assis (PP) ao governo. Não sei como resolverá o imbróglio, alguém sairá descontente neste cenário.


NOMES DEFINIDOS


Gladson Cameli (PP) e Márcio Bittar (PL), são os dois nomes que o prefeito Tião Bocalom (PL) apoiará para o Senado. O apoio ao Cameli é estratégico, se for para o segundo turno contra o senador Alan Rick (Republicanos), Bocalom quer ter o seu aval.


CHAVISMO CONTINUA


Foi uma tremenda ópera-bufa a prisão do ditador Nicolás Maduro pelos EUA. A presidente interina Delcy Rodríguez é marxista ferrenha, chavista de DNA; e a cúpula que governa o país continua intacta. Maduro era apenas uma peça nessa engrenagem. É comentário que se lê de analistas de política internacional. Ou seja: o poder continua nas mãos do chavismo. Então, a direita brasileira não tem muito o que comemorar no episódio.


MAIOR CACIFE


Entre os secretários do governador Gladson, o Aberson Carvalho, da Educação; é quem tem mais o que entregar numa campanha, porque alia a sua gestão à política. É um provável integrante do grupo que estará à frente da campanha da Mailza ao governo. Se mexe como poucos nos bastidores da política.


NOMES PROVÁVEIS


Eracides Caetano a deputado estadual, e João Marcos para a Câmara Federal, são os secretários do prefeito Tião Bocalom (PL) ventilados até aqui que devem deixar em abril as suas secretarias para serem candidatos.


ESTRUTURA FORTE


No MDB, quem vem com uma estrutura muito forte para a reeleição é o deputado Tanízio Sá (MDB). Montou núcleos fortes na capital, Sena Madureira, Manuel Urbano e Santa Rosa. Será um dos mais votados do partido.


ORELHA DE FREIRA


Não se conhece no MDB, um nome de candidato a deputado federal com potencial de voto para se eleger. Se existe, é como orelha de freira, ninguém vê.


NÃO É CANDIDATA


Mesmo com o belo trabalho que faz à frente do DERACRE, a presidente Sula Ximenes descarta disputar um mandato para deputada estadual.


PROVA SOBEJA


O povo da Venezuela não foi às ruas comemorar o sequestro do ditador sanguinário Nicolás Maduro, uma prova evidente que toda estrutura de repressão do chavismo continua intacta. O regime ditatorial continua com toda sua estrutura na Venezuela.


FRASE MARCANTE


“Quando não se colocam limites aos representantes do povo, eles não são defensores da liberdade, mas candidatos à tirania”. Benjamin Constant.


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