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Juventude marca nos acréscimos, vence no Beira-Rio e amplia seca do Inter

Bustos, do Inter, em ação durante jogo contra o Juventude pela Copa do Brasil Imagem: ROBERTO VINÍCIUS/AGAFOTO/ESTADÃO CONTEÚDO
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O Inter saiu atrás diante de seus torcedores e até conseguiu reagir com Enner Valencia, mas tomou um gol nos acréscimos, perdeu por 2 a 1 do Juventude e viu a seca de vitórias aumentar para cinco partidas. O jogo, válido pela ida da terceira fase da Copa do Brasil, foi disputado na noite desta quarta-feira (10) no Beira-Rio.


Gilberto abriu o placar para os visitantes e foi do “céu ao inferno”: o atacante perdeu um pênalti e viu Enner Valencia, pouco tempo depois, deixar tudo igual já no 2° tempo.


O problema para o Inter é que, nos acréscimos, Oyama decretou a vitória do Juventude: o meio-campista recebeu passe de Taliari e não deu qualquer chance de defesa para Anthoni. A derrota gerou vaias e revolta dos torcedores em Porto Alegre.

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Os times decidem a vaga nas oitavas já neste sábado (13). O duelo decisivo ocorre, desta vez, no Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul.


Como foi o jogo


Visitante aproveita brechas. O Juventude não sentiu o fator campo nos primeiros minutos de jogo e, mesmo diante de algumas tentativas dos donos da casa com Wanderson, causou mais perigo: no lance mais agudo, em contra-ataque pela direita, João Lucas encontrou Erick Farias, que pegou mal na bola — Gilberto ainda balançou as redes pouco depois, mas estava impedido.


Resposta do Inter. Os mandantes se recuperaram dos sustos e esquentaram um gelado Beira-Rio antes dos 20 minutos. Bruno Henrique, de fora da área, finalizou duas vezes: uma parou em ótima defesa de Gabriel, e a outra saiu descalibrada e passou por cima do gol.


Gilberto crava após jogada coletiva. Pouco tempo depois dos gritos de “vamos jogar” por parte do técnico Roger Machado, o elenco do Juventude ouviu a instrução e abriu o placar em lance coletivo. Jean Carlos recebeu por dentro e encaixou lindo passe em diagonal para Erick Farias, que foi rápido dentro da área e, em toque de lado, praticamente deu o gol para Gilberto: 1 a 0.


Reclamações em lance maluco. O Inter voltou para o 2° tempo mais agressivo e, por pouco, não igualou o marcador em uma cobrança de escanteio que gerou reclamações com a arbitragem: os jogadores pediram dois pênaltis na mesma jogada, mas Flávio Rodrigues de Souza mandou seguir.


Goleiro evita o pior. Pouco tempo depois da polêmica, os donos da casa viram seu terceiro goleiro brilhar. Anthoni, que atuou no lugar do convocado Rochet e do indisponível Fabrício (que já atuou nesta edição da Copa do Brasil por outra equipe), defendeu um pênalti cobrado por Gilberto.


Enner marca (com requintes de drama). O Colorado forçou os ataques em cima de um adversário já desgastado e empatou com toque de Alan Patrick. O meia recebeu pelo meio, girou sobre a marcação e deu lindo passe para Enner Valencia, que infiltrou e deslocou Gabriel. O lance demorou quase quatro minutos para ser validado diante de um possível impedimento, fato que deixou os torcedores no Beira-Rio ainda mais agoniados: 1 a 1.


Oyama cala o Beira-Rio. O Juventude voltou a marcar já nos acréscimos com Oyama, que recebeu passe de Taliari pela esquerda e, em velocidade, bateu de primeira sem qualquer chance de defesa para Anthoni. O gol, além de enterrar qualquer reação do Inter, gerou vaias por parte da torcida logo depois do apito final: 2 a 1.


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