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PP, União Brasil e Bocalom estão divididos sobre possibilidade de composição com PSB

Márcio Bittar (UB), Tião Bocalom (PL) e Alysson Bestene (PP) em evento na Praça da Revolução, em Rio Branco I Foto: Whidy Melo/ac24horas
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A saída do Partido Socialista Brasileiro (PSB) da composição em torno da pré-candidatura de Marcus Alexandre (MDB) na disputa pela prefeitura tem gerado ilações curiosas nos bastidores da política acreana.


Mesmo que a tendência seja de que o partido socialista lance o nome de Jenilson Leite (PSB), principal – senão único – “grande” nome do partido ativo politicamente como pré-candidato a prefeito, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), que busca a reeleição, disse na noite desta sexta-feira (5) ao ac24horas que não teria nenhuma oposição a receber o apoio do PSB.


“Quem decide isso é o grupo todo dos partidos que compõem a aliança. Nem sei se ele vai se afastar de verdade ou não, vamos aguardar pra ver, não tenho nenhuma oposição, nenhum problema”, afirmou.

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Lívio Veras, vice-presidente do Progressistas (PP), que indicou Alysson Bestene como pré-candidato a vice-prefeito de Tião Bocalom nas eleições de outubro, falou que tudo pode acontecer e que o arco da aliança está de braços abertos para o PSB.


“Em política até boi voa. O Jenilson é um excelente nome e se ele entender, junto com César Messias, que este lado é o melhor para Rio Branco, com certeza este arco de aliança aqui está de braços abertos para recebê-los”, disse.


Veras, no entanto, assumiu que, olhando para apenas para as eleições municipais, é mais interessante que Jenilson saia candidato do que se una em aliança em prol de Bocalom. “Eu penso que a tendência dele é ter uma candidatura e não acredito nessa vinda dele pra cá, porque já foi testado e tem identidade. Ele vai preservar os votos que tem, tirando mais votos da esquerda, então a preferência nossa é que ele seja candidato”, completou.


Já o senador Márcio Bittar (UB), considerado pai de toda a da aliança do PL com o PP, falou que a posição ideológica do PSB elimina qualquer hipótese de agrupamento. “Não é desdém, o Jenilson é um bom rapaz e foi um bom parlamentar, mas o PSB é da base do governo do Lula. Seria incoerência, não vejo nenhuma hipótese. Não é falta de respeito, respeito muito o Jenilson, mas juntar o PL com o PSB é muito pra minha cabeça”, disse.


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