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Bittar e Petecão votam pela aprovação da “taxa das blusinhas”; Alan não compareceu

Foto: Agência Senado
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O Senado Federal manteve nesta quarta-feira, 5, a taxação de compras importadas de até US$ 50, que ficou conhecida como “taxa das blusinhas”. A aprovação ocorreu logo em seguida à aprovação do projeto de lei que cria o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), à qual a taxação estava inserida, mas foi votada e aprovada em separado.


O objetivo do Programa Mover é reduzir as taxas de emissão de carbono da indústria de automóveis até 2030. Como os senadores alteraram outras partes do texto, a proposta retorna para a Câmara dos Deputados.

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No entanto, ao pedir que a votação da taxa das blusinhas fosse feita de maneira simbólica, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, poupou que senadores ficassem expostos para a população por estarem taxando as compras no exterior de até US$ 50 (cerca de R$ 250 pela cotação atual).


A votação simbólica é aquela em que não há registro individual de votos. O presidente da sessão pede aos parlamentares favoráveis à matéria que permaneçam como se encontram, cabendo aos contrários manifestarem-se.


Sendo simbólica, os nomes dos senadores que votaram a favor da taxação não é divulgada. Somente os nomes de quem votou contra são registrados.


Com base na lista dos que votaram contra, é possível constatar que os senadores acreanos Marcio Bittar (União) e Sérgio Petecão (PSD) foram favoráveis à manutenção da “taxa das blusinhas”, uma vez que eles estavam presentes na sessão e não aparecem na relação dos votantes contrários.


O senador Alan Rick (União) não compareceu. Procurada, a sua assessoria informou que ele está em missão oficial.


Confira quem votou contra a taxação:


Mecias de Jesus (Republicanos-RR)


Alessandro Vieira (MDB-SE)


Jaime Bagattoli (PL-RO)


Cleitinho (Republicanos-MG)


Marcos Rogério (PL-RO)


Flávio Bolsonaro (PL-RJ)


Eduardo Girão (NOVO-CE)

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Rodrigo Cunha (Podemos-AL)


Carlos Portinho (PL-RJ)


Rogério Marinho (PL-RN)


Irajá (PSD-TO)


Wilder Morais (PL-GO)


Romário (PL-RJ)


A decisão dos senadores de manter o que foi colocado por deputados com a taxação de 20% das compras internacionais foi contra o parecer do relator, senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL), que havia considerado o tema uma matéria estranha ao projeto do Mover, ou seja, um jabuti e retirado do projeto.


A retirada causou mal-estar entre os senadores, já que havia um acordo com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sobre o tema. Além disso, Lira e Cunha são aliados políticos no estado de Alagoas.


Com informações do O Globo e Congresso em Foco.


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