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Alan Rick anuncia apoio do União Brasil a Alysson, na disputa da prefeitura

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A política é cheia de surpresas, e “dinâmica”, como dizia o saudoso filósofo do Abunã e cercanias, saudoso ex-prefeito Luiz Pereira. Quando todos os ventos da biruta indicavam na direção do apoio do União Brasil para a reeleição do prefeito Tião Bocalom, o presidente do partido, senador Alan Rick (UB), anunciou em primeira mão hoje (25) ao BLOG que, a sua tendência é apoiar a candidatura de Alysson Bestene (PP) a prefeito de Rio Branco. Na revelação feita nesta sexta-feira (25) ao BLOG DO CRICA, Alan deu como motivo para o apoio a Alysson para a PMRB, a sua convergência política com o governador Gladson Cameli, embora, seu espaço no governo não seja tão grande; e também ao fato de Alysson ter um bom trâmite com seu grupo e não ter desgaste.”Não podemos deixar a esquerda voltar ao poder no Acre (refere-se ao candidato Marcus Alexandre), pelo mal que fez ao estado e aos acreanos. “Por isso vamos com o Alysson”, completou Alan.


DEVE SER O CAMINHO


O senador Alan Rick (UB) não me disse nada a respeito, mas pela sua importância política e do seu grupo, é natural que venha a indicar o nome do vice na chapa de Alysson Bestene a prefeito de Rio Branco.


BLOCO DO EU SOZINHO


O senador Márcio Bittar (UB), que articulava o apoio do União Brasil ao prefeito Tião Bocalom, pode lançar no carnaval o Bloco do Eu Sozinho, depois desse anúncio do senador Alan Rick (UB). Ficou só com o velho Boca.


VAI EMBOLAR


A eleição para a prefeitura de Rio Branco vai embolar, por isso, é quase que certo que teremos segundo turno na capital. Vamos ver as pesquisas.


AFUNILAR NOS DOIS


Podem até surgir outros candidatos ao governo em 2026, mas a disputa vai afunilar entre o senador Alan Rick (UB) e a vice-governadora (estará no governo na época da eleição), Mailza Assis. Não vejo outro nome com potencial político superior a ambos.


FORA DE HIPÓTESE


O ex-vereador Joelson Pontes, nome que vinha sendo discutido dentro do PP para ser candidato a prefeito de Brasiléia, me disse ontem que, em hipótese alguma apoiará a candidata a prefeita Suly Guimarães, do bloco da prefeita, mesmo ela no PP.


DISCUSSÃO INTERNA


Há uma discussão interna dentro do grupo da prefeita Fernanda Hassem sobre como será montada a chapa para a disputa da prefeitura. Fernanda quer que Suly Guimarães dispute filiada ao PP. Já o deputado Tadeu Hassem, seu irmão, quer que ela dispute pelo REPUBLICANOS, e a Fernanda indique um vice pelo PP.


NEM DÚVIDA


Nem dúvida tenho de que o ex-prefeito Dêda e a deputada Maria Antônia (PP), não apoiarão a candidata da Fernanda Hassem a prefeita de Brasiléia, a Suly Guimarães; mesmo com ela no PP. Ambos são adversários ferrenhos. Aliás, nem só adversários são, mas inimigos políticos.


OPINIÕES IMPORTANTES


Resta saber o que estão pensando dessa reviravolta política a vice-governadora Mailza Assis e a deputada federal Socorro Neri (PP), que levaram uma loba nessa novela. Viu tudo o que fizeram em Brasiléia para montar uma chapa do PP, se evaporar com a decisão do Gladson.


NEGÓCIOS MOVEM ALIANÇAS


É natural que parlamentares aliados, como os deputados federais Eduardo Veloso (UB) e Ulysses Araújo (UB), que suas empresas possuem relação comercial legal com o governo, tenham a tendência de também marchar com a candidatura de Alysson Bestene (PP) para a PMRB. Não vão trombar com o governo.


AS GRANDES PERDEDORAS


Que o grupo da prefeita Fernanda Hassem foi o grande vencedora ao ficar com o comando do PP, em Brasiléia, é verdade; também, tem de se reconhecer que os grandes perdedores neste jogo foram a vice-governadora Mailza Assis, a deputada federal Socorro Ney, a deputada Maria Antônia e o ex-prefeito Dêda, que chegaram até fazer um ato público de apoio ao ex-vereador Joelson Pontes (PP), como candidato a prefeito do partido. Ficaram seguros no pincel.


AULA DE ARTICULAÇÃO


Se queira ou não, a prefeita Fernanda Hassem e o irmão e deputado Tadeu Hassem (REPUBLICANOS) deram uma aula de como se deve agir nos bastidores para derrubar adversários poderosos, dentro de um partido ao qual nem integram. Maquiavel andou pelo Alto Acre dando aulas.


TIROU PARA TRABALHAR


Nos três primeiros anos foi devagar, mas neste quarto ano de mandato o prefeito Tião Bocalom está trabalhando, tem muitas obras na cidade. Não se pode deixar de reconhecer.


É PRECISO HABILIDADE


O assessor do prefeito Tião Bocalom, Frank Lima, fracassou ao convocar presidentes de associações de moradores para discutir o programa de asfaltamento da cidade. O final foi complicado para o Frank, teve que ouvir poucas e boas de uma das poucas lideranças presentes. E virou um bate-boca. Faltou habilidade.


MUITAS ADESÕES


Ao longo da semana tenho visto muitos presidentes de partidos importantes, a hipotecar o apoio ao candidato Alysson Bestene. O último foi o senador Alan Rick (UB). A pepeta do Alysson pode pegar vento e brigar para ir ao segundo turno da disputa da PMRB.


DIÁRIO OFICIAL


Um dono de televisão chamou seus jornalistas e determinou que procurem fazer entrevistas com políticos que sejam favoráveis ao prefeito Tião Bocalom. Nada contra, cada um no seu quadrado. É um jogo que não faço. Mas, todos são livres para apoiar quem quiser. Assim é a democracia.


GLADSON SENDO GLADSON


Nesta decisão do Gladson de entregar o comando do PP em Brasiléia para a prefeita Fernanda Hassem, foi o Gladson sendo Gladson. Não escuta ninguém quando vai tomar decisão, decide, e manda todos os aliados do partido para as favas.


BRINCANDO DE POLÍTICA


Eu respeito o senador Márcio Bittar (UB), pela sua trajetória e por ter lado. Mas tem momento de delírio político que viaja na maionese, como o fato de ir com outros senadores da extrema-direita radical bolsonarista, pedir ao presidente do STF, Barroso, que tire do ministro Alexandre de Moraes o processo que apura a ação de bandidos que depredaram as sedes dos três poderes. Barroso, intimamente, deve ter achado graça. Chance zero de ocorrer. Equivale o ministro Alexandre de Moraes pedir que os senadores tirem o senador Rodrigo Pacheco, da presidência do Senado. E ainda quer anistia para os bandidos do quebra-quebra em Brasília. Perto do Bittar, o Bolsonaro é fichinha no radicalismo.


INCOMODANDO O BOCA


O Tião Bruzugu, com sua coluna no site TRIBUNA, anda sendo um calo no pé do prefeito Tião Bocalom.


ARTICULAÇÃO MINEIRA


A vinda da prefeita Fernanda Hassem para o PP que ela comandará, em Brasiléia, foi uma articulação calada, ao estilo mineiro, quando ninguém esperava, a bomba explodiu.


FRASE MARCANTE


“Primeiro, a gente tem o filho nos braços; depois, no colo, e finalmente nas costas”. Ditado japonês.


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