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Sem alternativa, MDB pode ir do céu ao inferno na briga para prefeito de Cruzeiro do Sul

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Nem o mais otimista dirigente do MDB afirma hoje com convicção que a médica Jéssica Sales (MDB),  será candidata a prefeita de Cruzeiro do Sul, no próximo ano. Reforça a dúvida é que, ao contrário do que ela fazia tempos atrás se dizendo candidata, se fechou em copas e não dá mais uma palavra sobre a sua candidatura. “Não sei se deixará seu trabalho como médica, em Brasília, onde está com três empregos, para vir disputar a prefeitura de Cruzeiro do Sul”, afirma um nada convicto presidente do MDB, Flaviano Melo.


No caso da Jéssica não ser candidata, muda tudo na sucessão em Cruzeiro do Sul, porque o MDB, e nem outro partido de oposição, tem um nome com seu potencial de votos para lhe substituir para enfrentar o prefeito Zequinha Lima (PP).


Jéssica lidera com folga as pesquisas. O advogado Fagner Sales, que disputou a última eleição para prefeito, não é do ramo e lhe falta a empatia da irmã Jéssica. O grupo Sales não vai querer lançar a deputada Antônia Sales (MDB), que está acomodada no mandato. O certo de tudo é que o MDB pode ir ao céu com a candidatura da Jéssica Sales, ou ao inferno político sem ela e sem um bom candidato.


ÚLTIMO TIRO DA MACACA


Vagner Sales, que foi deputado, prefeito e chegou a ser a maior liderança política de Cruzeiro do Sul, joga nessa eleição o seu último tiro da macaca. Seu grupo perdeu a eleição para prefeito de CZS com o filho Fagner Sales (MDB) e tem a Jéssica Sales (MDB), que não se elegeu para um novo mandato de deputada federal, o que diminuiu muito o poder do grupo. Se não conseguir fazer o novo prefeito, o prestígio do seu grupo vai encolher ainda mais. A política tem auge e queda. O Vagner sabe disso.


IMAGEM QUE PASSA


Com seu silêncio, a imagem que passa é que o ex-prefeito Vagner Sales está desmotivado para continuar na política, num tempo em que sem muita grana é difícil se eleger.


NÃO TEM A CANETA


Não se pode debitar a falta de compromissos políticos assumidos para a montagem de alianças em torno da candidatura de Alysson Bestene (PP), na conta da vice-governadora Mailza Assis. Vice não tem a caneta azul. Sem poder de decisão vai acabar se queimando.


TODOS ENGANADOS


O governador Gladson pode até ter dito que deu carta-branca para terceiros resolverem os problemas para a disputa da prefeitura de Rio Branco, mas a última palavra sempre será a sua. O Gladson é ele e ele.


PINTA DE CANDIDATO


O ex-vereador Joelson Pontes (PP) está dando toda pinta de que vai lutar para ser o candidato a prefeito pelo PP. Anda direto em reuniões na zona rural de Brasiléia fazendo política.


FADIGA DE MATERIAL


O que está acontecendo em Feijó com a registrada preferência eleitoral para prefeito, pelo Delegado Railson, é o que se chama de fadiga de material. Chega a um ponto em que o eleitor cansa de votar nas velhas caras políticas, e resolve apostar em nome novo. É basicamente isso.


RESULTADO INVISÍVEL


Pelo menos para o Acre, o que tem se notado é muita propaganda do presidente da APEX, Jorge Viana, mas nenhum resultado visível. Foi de promessa em promessa que Santo Antônio ficou careca. De resultado, só a sua imensa plantação de café.


DANDO VISIBILIDADE


O governador Gladson resolveu dar visibilidade ao seu relacionamento com a engenheira Hana Salim. Sua presença lhe representando na cantata de Natal, é um exemplo.


PERDEU A NOÇÃO


Fazer enquete para saber se a população quer um Papai Noel trajado de azul ou vermelho, mostra que o prefeito Bocalom perdeu a noção do que é ou não prioridade de uma cidade. Entre o azul ou vermelho, é melhor o preto do asfalto nos bairros.


É BRINCAR


Numa cidade com os bairros periféricos cheios de problemas crônicos, se abre discussão sobre a cor do roupão do Papai Noel. É brincar. É esse tipo de coisa que leva a imagem do Bocalom ao desgaste.


DIFICULDADE NATURAL


O que acontece muito nas disputas das prefeituras, é que existem casos em que os prefeitos estão bem avaliados, mas que não possuem um nome competitivo para apoiar. Sem falar que, transferir votos é difícil.


FORA DO PODER


É comum se debitar uma omissão do estado ou do município, ao PT. Acordem! O PT está fora do poder. O povo tem que cobrar é de quem comanda o governo ou a prefeitura. Na campanha não tinham a varinha mágica para resolver todos os problemas? Então, pronto!


O NOME É INGRATIDÃO


Virou comum em matérias produzidas pela ASSECOM se debitar uma obra importante apenas ao governador Gladson, esquecendo que, sem a ação do parlamentar que destinou os recursos, as referidas obras não sairiam. Isso se chama ingratidão.


OTIMISMO


Na visão do prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, ele é convicto que fará o seu sucesso, sendo seu adversário Gerlen Diniz (PP), candidato ou não a prefeito.


CHAPA ESTOURADA


O MDB está com um bom problema para ser resolvido, tem mais candidatos a vereador em Rio Branco, do que o número de vagas para candidaturas. Terá que fazer peneira.


SÓ EM 2024


Nenhum dos partidos que abrigam candidatos a prefeito de Rio Branco, deve anunciar os seus vices este ano. Isso vai ficar para abril de 2024 em diante. Antes querem definir as alianças.


PASSA DIRETAMENTE


Com a chegada do senador Sérgio Petecão (PSD) na quinta-feira em Rio Branco, se decidirá de vez se ele caminhará ou não com a candidatura de Alysson Bestene (PP) a prefeito. Qualquer conversa passa, diretamente, pelo Petecão.


FRASE MARCANTE


“Amigos sempre se tem se deles não se precisa”. Tito de Barros


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