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Mailza reforça candidatura de Alysson e joga água no chopp do prefeito Bocalom

FOTO: SÉRGIO VALE
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A entrevista da vice-governadora Mailza Assis, essa semana para a imprensa, e repercutida com publicações em vários órgãos de comunicação, foi como um balde com água fria na esperança do prefeito Tião Bocalom de disputar a reeleição pelo PP. Mailza lembrou que Bocalom não foi fiel ao PP, ao não apoiar na última eleição a chapa formada pelo Gladson a governador e que tinha ela como vice. Isso o deixa sem condição de colocar seu nome para ser o candidato do partido a prefeito da Capital.


A sua fala, indiretamente, também, foi um recado para o candidato do PSDB, Minoru Kinpara, que tem ensaiado ser candidato numa espécie de Plano B, de que não tem espaço para os tucanos na cabeça de chapa. Por outro lado, a entrevista de Mailza foi uma declaração de que o PP se encontra unido em torno da candidatura a prefeito do secretário Alysson Bestene (PP), que segundo ele, representa o que pensam todas as correntes do PP.


TIRA O FOCO


A entrevista da vice-governadora Mailza Assis serviu ainda para mostrar que a rejeição pelo PP da candidatura do prefeito Bocalom, não é exclusiva da presidente do diretório municipal, deputada federal Socorro Neri(PP). É uma opinião partidária.


UNIÃO EM BRASILÉIA


Ninguém descarte que na eleição do próximo ano para a prefeitura de Brasiléia, o grupo Dêda\Deputada Maria Antônia (PP) se una com o grupo da ex-prefeita Leila Galvão (MDB), em torno de uma candidatura única.


NÃO FEDE E NEM CHEIRA


A filiação do ex-prefeito Rodrigo Damasceno no PP, para a disputa da prefeitura de Tarauacá, não fede e nem cheira para somar votos. Ele é forte em que partido estiver filiado. Foi mais um ato para ser agradável ao governador Gladson Cameli.


OUTRO A ABANDONAR


Rodrigo Damasceno já foi prefeito de Tarauacá, quando o PT estava no poder. Foi outro a abandonar o PT, depois que esse perdeu o poder no estado.


É OUTRA CONVERSA


Ser um craque em ganhar eleição em Sena Madureira, é uma coisa. A outra é o prefeito Mazinho Serafim manifestar que disputará o governo em 2026, por um partido sem grande expressão no estado, como o PODEMOS. Teria que construir um grande arco de alianças.


SUBIR NAS PESQUISAS


O sentimento existente hoje dentro da cúpula do PP é de que espera ao longo da campanha, com as alianças que vão construir, fazer a
candidatura de Alysson Bestene (PP) subir nas pesquisas e se tornar competitiva.


ABERTO PARA ALIANÇAS


O deputado João Correia (MDB), um dos mais influentes membros da ala das cabeças brancas do partido, disse ontem em uma entrevista para o programa da TV-RIO BRANCO, “Tribuna Livre”, que ainda vai ao ar, que o partido espera o PSD se manifestar sobre a aliança proposta em torno da candidatura do Marcus Alexandre (MDB) para a PMRB, mas que se encontra aberto a conversas com outros partidos.


NÃO MINIMIZEM O BOCALOM


Não minimizem a inteligência do prefeito Tião Bocalom sobre essa questão do PP. Ele sabe que, hoje, não tem espaço no partido para disputar a reeleição pela sigla, mas ao levar o seu nome até os 45 minutos do segundo tempo da data final para filiações, 5 de abril do próximo ano, ele deixa o seu nome como uma cunha no PP, que impede o partido de dizer que tem um candidato único a prefeito de Rio Branco.


NÃO VEJO OUTRA PORTA


Numa avaliação lógica, a tendência é que o prefeito Tião Bocalom deve disputar a reeleição pelo PL, dominado no estado pelo extremista de direita, senador Márcio Bittar (UB), com quem vem conversando sobre o assunto.


FOME COM VONTADE DE COMER


Entrar no PL, para o prefeito Tião Bocalom, é como unir a fome com a vontade de comer. Se identifica ideologicamente com o partido, e se ganhar a eleição para a PMRB, formará uma dobradinha ao Senado, com o senador Márcio Bittar (UB), em 2026.


MP TEM QUE AGIR


Por tudo o que já se viu publicado e denunciado por setores da imprensa, a eleição para o Conselho Tutelar teve uma descarada compra de votos na capital, com políticos patrocinando candidaturas. O Ministério Público não pode deixar isso passar em branco e sem investigar. A compra de votos, pelo que se viu, não contaminou só as eleições legislativas. E com direito a publicações nas redes sociais.


SERÃO DETERMINANTES


A eleição para a prefeito só começará a ir com mais ênfase para o debate popular, depois do carnaval, em fevereiro. Será também quando as pesquisas começarão a dar um retrato mais fiel de como será a campanha.


DEU UMA RECUADA


Quem deu uma recuada na sua ação no parlamento, foi a deputada Michelle Melo (PDT). Ainda andou ensaiando fazer oposição ao governo, mas entrou em período de silêncio.


ERRO DE AVALIAÇÃO


É um erro de avaliação se jogar com a hipótese que o prefeito Tião Bocalom está fora do jogo de disputa da PMRB, no próximo ano. Vai disputar no cargo e ainda tem um ano de mandato.


CONTINUA POPULAR


O governador Gladson Cameli não tem mais o alto número de aceitação popular que teve no primeiro mandato, quando ficou com a ciência e desprezou os que queriam curar o Covid com o placebo cloroquina; mas as pesquisas mostram que ele ainda continua popular.


SEM BOLA DE CRISTAL


Não tenho um temor de afirmar que, dificilmente, uma das duas vagas para o Senado, em 2026, ficará com o Gladson Cameli. Não é preciso ter bola de cristal para prever o desfecho, é só olhar os adversários que deve enfrentar, em tese, mais fracos que ele.


FRASE MARCANTE


“Quem procura amigos sem defeitos acaba ficando sem nenhum”. Ditado turco.


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