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MP do Acre realiza seminário para discutir desinformação envolvendo vacinas

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quarta-feira, 7, o seminário “Os desafios do Ministério Público brasileiro diante do cenário de desinformação sobre a vacinação”. O evento discutiu o combate às informações falsas a respeito das vacinas e contou com palestras dos pesquisadores Dra. Natalia Pasternak e Dr. Wanderson Oliveira e da coordenadora do Programa Nacional de Imunização, Renata Quiles.

Ao fazer a abertura do seminário, o procurador-geral de Justiça Danilo Lovisaro do Nascimento reiterou o compromisso do Ministério Público do Acre em promover atividades de diálogo e conscientização, visando a retomada de índices seguros e homogêneos de cobertura vacinal, que enfrenta sucessivas quedas nos últimos anos.

“É papel do Ministério Público combater a desinformação em todos os aspectos e estamos trabalhando de forma efetiva para enfrentar a desinformação referente à vacinação. Recentemente estive no Conselho Nacional do Ministério Público e assinei o termo de adesão ao Pacto Nacional pela Consciência Vacinal, que visa a retomada, por meio de campanhas, dos índices seguros de cobertura vacinal e da cultura de vacinação”, disse o procurador-geral.

A secretária estadual de Saúde do Acre, Paula Mariano, acompanhou as palestras e parabenizou a iniciativa do MPAC em convidar especialistas para disseminar informações importantes sobre a eficácia e segurança das vacinas. “O MP é um dos grandes defensores da saúde e da nossa população. Parabenizo a instituição pelo tema do seminário, pois a desinformação hoje é a nossa maior ameaça”, afirmou.

O papel do Ministério Público em conscientizar sobre a eficácia das vacinas também foi mencionado pelo secretário-geral, promotor de Justiça Glaucio Ney Shiroma Oshiro, que fez a medição das palestras da Dra. Natália Pasternak e do Dr. Wanderson Oliveira. “O Ministério Público está dando sua contribuição ao Pacto Nacional pela Vacinação, para que a gente possa suscitar discussões e nos aprofundar de maneira séria no tema, levando os direitos da população a sério e destacando que saúde pública não é apenas estratégia, ela é necessidade”, enfatizou.

Também compuseram o dispositivo de honra, a procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais, Rita de Cássia Nogueira, o corregedor-geral Álvaro Luiz Pereira e a coordenadora do Centro de Apoio Operacional (Caop) de Defesa da Saúde Pessoa Idosa e Pessoa com Deficiência, procuradora de Justiça Gilcely Evangelista.

Palestras

O ciclo de palestras do seminário iniciou com uma apresentação da coordenadora do Programa Nacional de Imunização no Acre, Renata Quiles, que fez o levantamento dos números da cobertura vacinal no estado, destacando o preocupante cenário de queda na procura por imunização. A apresentação foi mediada pelo promotor de Justiça da Promotoria Especializada de Defesa da Saúde, Ocimar Sales Júnior.

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quarta-feira, 7, o seminário “Os desafios do Ministério Público brasileiro diante do cenário de desinformação sobre a vacinação”. O evento discutiu o combate às informações falsas a respeito das vacinas e contou com palestras dos pesquisadores Dra. Natalia Pasternak e Dr. Wanderson Oliveira e da coordenadora do Programa Nacional de Imunização, Renata Quiles.

Ao fazer a abertura do seminário, o procurador-geral de Justiça Danilo Lovisaro do Nascimento reiterou o compromisso do Ministério Público do Acre em promover atividades de diálogo e conscientização, visando a retomada de índices seguros e homogêneos de cobertura vacinal, que enfrenta sucessivas quedas nos últimos anos.

“É papel do Ministério Público combater a desinformação em todos os aspectos e estamos trabalhando de forma efetiva para enfrentar a desinformação referente à vacinação. Recentemente estive no Conselho Nacional do Ministério Público e assinei o termo de adesão ao Pacto Nacional pela Consciência Vacinal, que visa a retomada, por meio de campanhas, dos índices seguros de cobertura vacinal e da cultura de vacinação”, disse o procurador-geral.

A secretária estadual de Saúde do Acre, Paula Mariano, acompanhou as palestras e parabenizou a iniciativa do MPAC em convidar especialistas para disseminar informações importantes sobre a eficácia e segurança das vacinas. “O MP é um dos grandes defensores da saúde e da nossa população. Parabenizo a instituição pelo tema do seminário, pois a desinformação hoje é a nossa maior ameaça”, afirmou.

O papel do Ministério Público em conscientizar sobre a eficácia das vacinas também foi mencionado pelo secretário-geral, promotor de Justiça Glaucio Ney Shiroma Oshiro, que fez a medição das palestras da Dra. Natalia Pasternak e do Dr. Wanderson Oliveira. “O Ministério Público está dando sua contribuição ao Pacto Nacional pela Vacinação, para que a gente possa suscitar discussões e nos aprofundar de maneira séria no tema, levando os direitos da população a sério e destacando que saúde pública não é apenas estratégia, ela é necessidade”, enfatizou.

Também compuseram o dispositivo de honra, a procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais, Rita de Cássia Nogueira, o corregedor-geral Álvaro Luiz Pereira e a coordenadora do Centro de Apoio Operacional (Caop) de Defesa da Saúde Pessoa Idosa e Pessoa com Deficiência, procuradora de Justiça Gilcely Evangelista.

Palestras

O ciclo de palestras do seminário iniciou com uma apresentação da coordenadora do Programa Nacional de Imunização no Acre, Renata Quiles, que fez o levantamento dos números da cobertura vacinal no estado, destacando o preocupante cenário de queda na procura por imunização. A apresentação foi mediada pelo promotor de Justiça da Promotoria Especializada de Defesa da Saúde, Ocimar Sales Júnior.

A pesquisadora da Universidade de Columbia e presidente do Instituto Questão de Ciência, Natália Pasternak deu seguimento ao evento com uma palestra intitulada “Hesitação e desinformação vacinal”. A comunicadora científica, doutora em genética bacteriana, abordou o contexto histórico dos movimentos anti vacinas, destacando as causas que intensificam esses movimentos e possíveis maneiras de superá-los.

Encerrando o ciclo de palestras, o pesquisador do Ministério da Defesa e professor universitário, Wanderson Oliveira, ministrou uma palestra apresentando o cenário atual da vacinação no país e como as baixas taxas de cobertura ameaçam o cenário atual da vacinação no país e como as baixas taxa de cobertura ameaçam a população brasileira. O doutor em epidemiologia mencionou a importância de ações visando o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Programa Nacional de Imunização (PNI).

Com informações da assessoria de comunicação do MPAC.

Cotidiano

Em Brasiléia, polícia prende acusado de matar jovem dentro de mercearia

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O trabalho conjunto de forças policiais em Brasiléia e Epitaciolândia resultou na prisão de um homem que é apontado como suspeito de uma série de crimes de homicídio na região da fronteira.

De acordo com o jornal o Alto Acre, Jailton Ferreira de Castro Filho, vulgo “Dídio”, é o autor do assassinato de Rafael Bruno Pereira Sobreira, de 24 anos, que aconteceu dentro de uma mercearia, no dia 18 de janeiro passado, em Epitaciolândia.

O vídeo de segurança do mercado, localizado no bairro Aeroporto, mostrou a execução do jovem a tiros, em uma das muitas ocorrências do tipo na região que tem amedrontado a população.

Graças ao serviço de inteligência da polícia, que uniu várias imagens, os suspeitos foram identificados. A partir deste trabalho, várias peças foram se encaixando até o acusado ser localizado e preso.

Segundo o jornal local informa, ‘Dídio’ não reagiu ao ser cercado e preso pelas forças de segurança. Ele foi preso na região conhecida como ‘Favelinha’, uma invasão localizada no Bairro Liberdade, em Epitaciolândia.

Ao ser preso, o acusado confessou o seu envolvimento neste e em outros crimes, tendo apontado a localização das armas usadas, uma pistola .380 e um revólver calibre 38. As mortes teriam sido motivadas por disputa entre grupos criminosos.

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Cotidiano

Sábado com tempo instável e chuvas a qualquer hora no Acre

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O tempo instável, com muitas nuvens e chuvas, a qualquer hora, vai predominar no Acre, neste sábado, 04.

Pode chover forte em algumas áreas de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, com ventos soprando entre. Assim também deve ocorrer em Cruzeiro do Sul e Tarauacá.

– Rio Branco, Senador Guiomard, Bujari e Porto Acre, com mínimas oscilando entre 20 e 22ºC, e máximas, entre 26 e 28ºC;

– Brasileia, Epitaciolândia, Xapuri, Capixaba, Assis Brasil e Santa Rosa do Purus, com mínimas oscilando entre 20 e 22ºC, e máximas, entre 24 e 26ºC;

– Plácido de Castro e Acrelândia, com mínimas oscilando entre 20 e 22ºC, e máximas, entre 25 e 27ºC;

– Sena Madureira e Manuel Urbano, com mínimas oscilando entre 21 e 23ºC, e máximas, entre 27 e 29ºC;

– Tarauacá e Feijó, com mínimas oscilando entre 21 e 23ºC, e máximas, entre 29 e 31ºC;

– Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves, com mínimas oscilando entre 22 e 24ºC, e máximas, entre 30 e 32ºC;

– Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Jordão, com mínimas oscilando entre 22 e 24ºC, e máximas, entre 29 e 31ºC.

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Cotidiano

Congresso nacional de professores universitários começa segunda (6) em Rio Branco

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A cidade de Rio Branco receberá a partir da próxima segunda-feira (6) o 41º Congresso do Sindicato Nacional dos Docentess da Educção Superior (Andes). O evento acontecerá até dia 10 de fevereiro na Universidade Federal do Acre (Ufac), sob a organização da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Acre (Adufac).

Essa é a primeira vez que o congresso do Sindicato Nacional é realizado na capital acriana.

Com o tema central “Em defesa da educação pública e pela garantia de todos os direitos da classe trabalhadora”, o encontro deve reunir ao menos 600 professoras e professores de universidades federais e estaduais, institutos federais e cefets de todo o Brasil.

Instância máxima de deliberação da categoria docente, o 41º Congresso tratará de pautas importantes da categoria como carreira e reajuste salarial, financiamento das Instituições Públicas de Ensino, adoecimento docente, ensino remoto, entre outras, além de temas da conjuntura nacional e internacional da luta da classe trabalhadora.

Neste 41º Congresso, também serão apresentadas e inscritas as chapas que disputarão o processo eleitoral para a próxima diretoria do Andes. A votação ocorrerá nos dias 10 e 11 maio, em todo o território nacional. As professoras e professores eleitos estarão à frente da entidade durante o biênio 2023/2025.

Além do debate político e das deliberações que orientarão a luta da categoria docente para o próximo período, o 41º Congresso também apresentará aos e às docentes de todo o país a arte e cultura da região Norte. O encontro terá atrações como o grupo “Cantos e Encantos Yawanawa”, composto por mulheres do povo Yawanawa, originárias da Terra Indígena do Rio Gregório; as exposições de artes visuais “Fábulas das Ilusões Felizes” e “Vestígios inversos e poéticas das ilusões felizes”, do artista Danilo De S’Acre; a mostra fotográfica “O trabalho a céu aberto na Amazônia pandêmica”, das professoras Letícia Helena Mamed e Eurenice Oliveira de Lima, da Ufac; entre outras.

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Cotidiano

Demarcação de terras indígenas tem 14 processos prontos no Acre e 13 Estados

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Fotos Sérgio Vale/ac24horas

Existem 14 processos de demarcação de terras indígenas prontos para homologação pelo governo federal em vários Estados, incluindo no Acre, segundo a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara.

“Temos 14 processos identificados, que estão com os estudos prontos, concluídos, já têm a portaria declaratória. A gente espera que o presidente Lula possa assinar a homologação”, destacou, sem entrar em detalhes.

A retomada desses processos foi um compromisso de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No fim ano passado, durante a transição de governo, o grupo de trabalho temático sobre questões indígenas já havia incluído, no relatório, uma lista de áreas prontas para demarcação. Ao todo, elas somam cerca de 1,5 milhão de hectares.

São áreas localizadas em oito estados de quase todas as regiões do país: Ceará, Bahia, Paraíba, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Amazonas e Mato Grosso, além do já citado Acre. O governo anterior, de Jair Bolsonaro, havia paralisado todos os processos de demarcação de terras indígenas, o gerou diversos problemas à essas comunidades, como explica a ministra Sônia Guajajara. (com EBC)

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