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Dívida média do acreano inadimplente é R$328 maior que o resto do país

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Levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que em outubro de 2022, cada brasileiro negativado devia, em média, R$ 3.694,06 na soma de todas as dívidas. Esse valor é menor que a dívida média de cada acreano negativado, que chega a R$4.022,56.

Ou seja: o devedor do Acre tem débitos que são R$328,56 superiores às dos moradores de outros Estados levando em conta a mesma condição de endividamento.

O CNDL mostra ainda que quatro em cada dez brasileiros adultos (40,05%) estavam negativados em outubro de 2022 – o equivalente a 64,87 milhões de pessoas, um novo recorde da série histórica do levantamento, realizado há 8 anos. No último mês, o volume de consumidores com contas atrasadas cresceu 9,24% em relação ao mesmo período do ano anterior.

No Acre, 44,58% da população adulta está endividada, segundo outro indicador, o Mapa da Inadimplência, produzido pela Serasa.

Com base nos dados disponíveis em sua base, que abrangem informações de capitais e interior de todos os 26 Estados da federação, além do Distrito Federal, a CNDL e o SPC Brasil registram que a variação anual observada em outubro deste ano ficou abaixo da observada no mês anterior. Na passagem de setembro para outubro, o número de devedores cresceu 1,06%.

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Filas tomam conta de postos em Rio Branco e motoristas atribuem culpa a Lula e Bolsonaro

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Fotos: Sérgio Vale/ac24horas

As manifestações antidemocráticas de bolsonaristas que não aceitam a derrota na eleição presidencial, com bloqueios em diversas rodovias, especialmente e BR-364 em Rondônia, já começou afetar de maneira direta a vida dos acreanos.

No Acre, a corrida aos postos de combustíveis se intensificou na manhã desta terça-feira (22) com a formação de filas em toda a cidade. Há previsão de escasseamento total de derivados de petróleo para as próximas horas.

Imagens de diversos postos em vários bairros e região central da capital acreana mostram que motoristas e motociclistas fazem romarias de posto em posto já sendo observada a falta de gasolina em dezenas deles.

Horas antes, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo – SINDEPAC – Delano Lima, pediu socorro ao governo do estado para intervir na situação que ocorre em Rondônia, mas que tem no Acre o maior prejudicado pela total dependência da rodovia federal.

“Entendemos que há a necessidade urgente do poder público, através do Governo Estado do Acre, intervir nesta questão junto ao Governo do Estado de Rondônia, buscando uma solução para desobstrução da estrada e garantir a segurança das pessoas e veículos que circulam na mesma”, disse.

Enquanto esperam a vez nas enormes filas que se formam pela cidade, algumas pessoas aproveitam para se manifestar politicamente, atribuindo a situação que aflige o estado ao atual presidente, Jair Bolsonaro, ou ao presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva.

Em um dos postos, um homem dizia que a situação vale a pena desde que seja para impedir que o PT volte ao poder. “Isso aqui é para o PT não voltar”, bradava. “Já voltou”, dizia outro. Um terceiro completou: “Eu sei o que é certo, é PT, meu filho. O negócio vai melhorar agora”.

Assista ao vídeo:

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Bloqueios na BR-364 ocasiona falta de combustível e tumulto em postos da capital

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Os bloqueios na BR-364 nos municípios do estado de Rondônia, já estão causando prejuízos e transtornos aos motoristas e proprietários dos Postos de Combustíveis, em Rio Branco.

Devido aos protestos ocasionados pelo resultado das eleições presidenciais, na manhã desta terça-feira, 22, vários postos já amanheceram sem gasolina comum e aditivada – alguns deles se encontram até sem álcool, como é o caso do Posto Joafra e Posto Conquista.

Já nos locais onde há combustível a fila já começa a ficar grande, ocasionando uma espera maior para quem precisa abastecer o veículo.

Segundo a PRF, os trechos bloqueados se mantêm em Vila Califórnia, Extrema, Vista Alegre do Abunã e Nova Mamoré e Cerejeiras.

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Apesar do fim dos bloqueios, supermercados ainda não foram abastecidos e começa a faltar hortifrúti e derivados do leite

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O presidente da Associação dos Supermercados do Acre, empresário Aden Araújo, afirmou no final da manhã desta sexta-feira, 4, que os supermercados da capital acreana ainda não foram abastecidos após o fim dos bloqueios. O problema é a grande quantidade de caminhões que estão na estrada e que ainda continuam retidos por conta da demora na retomada do fluxo.

“Algumas cargas já passaram e outras ainda não conseguiram chegar. O que mais nos preocupa são os produtos mais perecíveis como frutas e verduras e derivados do leite, como iogurte. Outros alimentos temos em boa quantidade e não deve ter problema de abastecimento”, afirma Aden.

Em relação aos combustíveis a situação já começa a ser regularizada segundo o presidente do sindicato do Comércio Varejista de Derivados de petróleo no Estado do Acre, o (Sindepc) Delano Lima, alguns postos já foram reabastecidos na manhã de hoje e os demais devem receber combustíveis até o final de semana.

“Já temos a informação que chegou combustíveis na Distribuidora Equador e está chegando produto na Distribuidora BR. Os postos estão sendo abastecidos. Quanto aos postos Shell, Ipiranga e Atem os caminhões estão carregando em Porto Velho, diz Dellano.

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