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Oposição diz que gabinete sobre bloqueios foi criado tarde e culpa governo federal por omissão

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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), líder da oposição na Assembleia Legislativa do Acre, considerou tardia a criação do gabinete de crise dos impactos dos bloqueios nas rodovias que ligam ao Acre.

O governo do Acre pediu ajuda do Exército Brasileiro na manutenção das vias federais abertas para garantir o abastecimento com gêneros de primeira necessidade e assegurar o direito de ir e vir de todas as pessoas. “A crise está instalada e escalada e apenas hoje o gabinete foi instalado. Portanto, tardiamente”, disse o deputado.

Para ele, permitir que o problema aumente, impedindo inclusive que doentes façam o tratamento de saúde em outros Estados conforme vem acontecendo, requer o uso da força para reprimir esses atos. “O que existe hoje é um crime sendo cometido por parte de pessoas que não tem pauta de reivindicação justa, mas um atentado contra o Estado Democrático de Direito”, completou o parlamentar.

O líder do Governo na Aleac, deputado Pedro Longo (PDT), disse que providências já estão sendo tomadas e contatos com autoridades federais já foram feitos. “O governo está cobrando das autoridades providências mais enérgicas”. Para ele, o governo federal não está prestando a devida atenção ao problema.

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Bloqueio a recursos do Ibama pode deixar órgão sem dinheiro para pagar conta de água e luz

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Por meio de ofício endereçado ao secretário-executivo do ministério, Felipe Ribeiro de Mello, nesta semana, o presidente do Ibama, Eduardo Bim, comunicou que o órgão está sem recursos para financiar operações básicas para sua operação diária.

Reportagem do Estadão diz que, segundo o presidente do órgão ambiental, devido a bloqueios orçamentários, há comprometimento para pagar despesas já de dezembro, o que leva a uma situação “extremamente crítica”.

“Despesas para manutenção da máquina administrativa serão igualmente afetadas, a exemplo daquelas incorridas com água, energia elétrica, vigilância e segurança, transporte de servidores, transporte de bens, pagamento de GECC, sistemas informatizados, trabalhos de ouvidoria, auditoria e corregedoria, serviços de telefonia, colaboradores terceirizados, etc.”, afirma Bim, no ofício.

O cenário é tão crítico, que o presidente do Ibama chega a opinar pela suspensão do trabalho presencial nas unidades.

“Considerando a possibilidade de responsabilização do gestor em permitir a ocorrência de despesas mesmo ciente da indisponibilidade de orçamento compatível para tal, questiono sobre a viabilidade da suspensão do expediente presencial nas unidades do Órgão, com a consequente suspensão dos serviços que geram despesas continuadas e adoção do trabalho remoto/teletrabalho para a totalidade dos servidores do Ibama.”

Bim pede que, “diante desse cenário crítico enfrentado pelo Ibama, tanto na Sede quanto nas Superintendências nos Estados, bem como nas Gerências Executivas e Unidades Técnicas”, o Ministério da Economia e a Casa Civil da Presidência da República, órgãos que integram as Junta de Execução Orçamentária, reconsidere o bloqueio do orçamento inicialmente previsto.

“Nesse ponto específico, é necessário orientação clara e objetiva desse órgão de supervisão ministerial sobre as providências a serem adotadas, caso a situação não seja imediatamente revertida.”

Nas contas do presidente do Ibama, os ministérios indicaram um bloqueio de R$ 90 milhões ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). O Ibama respondeu, dizendo que o corte comprometeria suas operações básicas. O Ministério da Economia e a Casa Civil, porém, acabaram por realizar o bloqueio de R$ 12,648 milhões, o que, segundo Bim, gerou “impactos altamente negativos a este órgão ambiental”.

Devido aos cortes, o Ibama informou que fica imediatamente impossibilitado de efetuar qualquer nova contratação, repactuação ou prorrogação contratual neste ano, com impacto direto na administração e ações finalísticas, como áreas de qualidade, licenciamento, monitoramento de imagens etc.

Eduardo Bim relata ainda que o órgão “não terá como realizar novas viagens a serviço” e que “não terá como arcar com o cumprimento de eventual Decisão Judicial ao Instituto, por total insuficiência de recursos previstos para essa finalidade”.

Ao elencar os reflexos da paralisação do órgão, a presidência do Ibama afirma ainda que as despesas de caráter continuado do Ibama, já executadas até novembro, mas que ainda não tiveram suas faturas pagas, serão impactadas pelo bloqueio, assim como em dezembro.

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Amazônia é o bioma com mais pastagens no Brasil, segundo estudo do MapBiomas

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Nas últimas duas décadas, a área de pastagem cresceu 40% na Amazônia. No mesmo período, esse tipo de cobertura de solo diminuiu substancialmente na Mata Atlântica (28%) e no Cerrado (10%), onde 10,2 milhões de hectares foram transformados em lavouras temporárias.

O avanço das pastagens sobre a Amazônia a colocou no topo da lista dos biomas com maior área, em termos percentuais, com 36%. Cerrado (31%), Mata Atlântica (18%), Caatinga (12%) e Pantanal (2%) vêm na sequência.

Com exceção de Minas Gerais, com 19,3 milhões de hectares, os outros dois estados líderes em área de pastagens no Brasil ficam na Amazônia Legal: Pará (21,1 milhões de hectares) e Mato Grosso (20,2 milhões de hectares).

Os dados fazem parte de um mapeamento inédito do MapBiomas que foi apresentado na última quarta-feira, 30 de novembro, pelo YouTube. O estudo revela que de toda a área desmatada no Brasil, que já se aproxima dos 35% do território nacional, aproximadamente 90% foram ou continuam sendo pastagem.

Com presença nos seis biomas, a pastagem ocupa atualmente algo em torno de 151 milhões de hectares de norte a sul do país. Mas a área total pode ser ainda maior porque esse número não integra parte dos campos naturais, principalmente no Pampa e Pantanal.

Esses dois biomas cobrem 12 milhões de hectares no país, e áreas de mosaico de usos, onde não é possível separar agricultura e pastagem (ou elas ocorrem de forma consorciada), e que cobrem 42 milhões de hectares.

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Após perder tudo com forte chuva, população fecha Estrada do Calafate em manifestação

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Diante das fortes chuvas que ocorrem nesta sexta-feira, 02, moradores do beco São Pedro, no bairro Vila Betel, fecharam a estrada do Calafate, em direção a escola Fundação Bradesco, em manifestação pelos prejuízos causados com a situação.

Em depoimento das pessoas no local, o problema é recorrente, por causa de um bueiro que entope e inunda todas as casas. A região tem aproximadamente 40 famílias.

“Precisamos do apoio da prefeitura para fazer o trabalho nessa bueira, em toda chuva é isso que ocorre. Cadê as autoridades? Tem mais de 25 anos que vivemos nessa situação. É só sofrimento, todo mundo perdendo tudo”, disse o residente, Divalnir Pereira.

De acordo com o presidente do bairro, Orimar Silva, houve um debate com os responsáveis da prefeitura para que fosse solucionado as adversidades, mas foi informado que nada poderia ser feito no momento.

“Falei com o responsável da prefeitura e me disseram que só poderão vir amanhã, porque já foram liberados do trabalho. E nós vamos dormir aonde?”, disse.

O corpo de Bombeiros foi até o local para prestar as assistências necessárias e a via continua bloqueada.

ASSISTA AO VÍDEO:

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Rua Amoty Pascoal é a grande vencedora na 2ª fase do concurso “Minha Rua é Louca pelo Brasil”

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Foto: Paulo Murilo

Nesta quinta-feira, 1°, véspera do jogo do Brasil contra Camarões – válido pela 3° rodada da Copa do Mundo, os moradores da rua Amoty Pascoal, no bairro Wanderley Dantas, levaram 339,70 pontos, o prêmio de 60kg de carne para churrasco e dentre outros prêmios, na 2ª fase do Concurso Minha Rua é Louca pelo Brasil.

Na segunda e terceira colocação, ficaram, respectivamente, a rua Railson Nascimento, na Cidade do Povo com 323,40 pontos, e a Avenida Eugênio Bezerra, no Condomínio Green Garden que obteve 288,30 pontos.

Foto: Paulo Murilo

A rua Amoty Pascoal conquistou os jurados com a decoração ao tema copa, sendo avaliado pelas categorias criatividade e originalidade, alegria e interação dos moradores, a utilização da marca dos promotores do concurso na decoração e respeito à natureza, ao bem público e limpeza.

O concurso é realizado pela Acisa, Federacre, Governo do Estado e Prefeitura de Rio Branco. A comissão de jurados é composta pelos representantes do realizadores: Governo do Estado do Acre, Prefeitura de Rio Branco, Acisa e Federacre e dos apoiadores: Caldeirão Cores e Tintas, Simão Festas e Grupo Star.

Foto: Paulo Murilo

Os prêmios, contudo, só serão entregues na manhã de sexta, 2, para que os campeões aproveitem o jogo do Brasil contra Camarões nos respectivos bairros.

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