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Filas tomam conta de postos em Rio Branco e motoristas atribuem culpa a Lula e Bolsonaro

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Fotos: Sérgio Vale/ac24horas

As manifestações antidemocráticas de bolsonaristas que não aceitam a derrota na eleição presidencial, com bloqueios em diversas rodovias, especialmente e BR-364 em Rondônia, já começou afetar de maneira direta a vida dos acreanos.

No Acre, a corrida aos postos de combustíveis se intensificou na manhã desta terça-feira (22) com a formação de filas em toda a cidade. Há previsão de escasseamento total de derivados de petróleo para as próximas horas.

Imagens de diversos postos em vários bairros e região central da capital acreana mostram que motoristas e motociclistas fazem romarias de posto em posto já sendo observada a falta de gasolina em dezenas deles.

Horas antes, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo – SINDEPAC – Delano Lima, pediu socorro ao governo do estado para intervir na situação que ocorre em Rondônia, mas que tem no Acre o maior prejudicado pela total dependência da rodovia federal.

“Entendemos que há a necessidade urgente do poder público, através do Governo Estado do Acre, intervir nesta questão junto ao Governo do Estado de Rondônia, buscando uma solução para desobstrução da estrada e garantir a segurança das pessoas e veículos que circulam na mesma”, disse.

Enquanto esperam a vez nas enormes filas que se formam pela cidade, algumas pessoas aproveitam para se manifestar politicamente, atribuindo a situação que aflige o estado ao atual presidente, Jair Bolsonaro, ou ao presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva.

Em um dos postos, um homem dizia que a situação vale a pena desde que seja para impedir que o PT volte ao poder. “Isso aqui é para o PT não voltar”, bradava. “Já voltou”, dizia outro. Um terceiro completou: “Eu sei o que é certo, é PT, meu filho. O negócio vai melhorar agora”.

Assista ao vídeo:

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Cotidiano

Homem é baleado pela segunda vez no mês na Sobral e escapa da morte

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Certamente a vida de David Vicente de Oliveira, de 34 anos, está sob a proteção de Deus. No período de 13 dias, a vítima sofreu duas tentativas de homicídio, vindo a escapar de seus algozes mais uma vez na madrugada desta sexta-feira, 27.

De acordo com informações da Polícia, por volta das 2 horas, David estava caminhando na rua Blumenau, no bairro Pista com destino a sua residência, quando dois homens não identificados se aproximaram a pé e efetuaram vários tiros na direção da vítima que foi atingida na região das costas. Mesmo ferido, David ainda conseguiu correr, entrou dentro de uma casa de uma pessoa desconhecida e pediu ajuda. Após a ação, os criminosos fugiram do local.

A ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e encaminharam David ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde estável. Segundo o Socorrista do SAMU, o projétil teve entrada nas costas e ficou alojado na costela direita do paciente.

Policiais Militares estiveram no local, colheram as características dos criminosos e em seguida fizeram patrulhamento na região em busca de prendê-los, mas eles não foram encontrados.

A Polícia informou ainda a reportagem do ac24horas que pela manhã do dia 14 deste mês, David Vicente, também sofreu uma tentativa de homicídio após ser ferido com um tiro nas nádegas ao sair de um bar situado situado na rua 15, no bairro Glória, na região da Baixada da Sobral.

Os criminosos se aproximaram em uma motocicleta, o passageiro desceu e em posse de arma de fogo efetuou vários tiros na direção de David.

O caso está sendo investigado pelos Agentes de Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Delegacia Especializada de Investigação Criminal (DEIC).

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Cotidiano

Os comentários políticos da semana no Boa Conversa

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Os comentários de Marcos Venicios e Astério Moreira sobre a semana política do Acre no Boa Conversa, no @ac24horas

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Cotidiano

Bolsonaro não estava preparado para derrota e achei que ele fosse morrer, diz presidente do PL

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O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou à CNN em entrevista, nesta sexta-feira (27), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não estava preparado para a derrota nas eleições de outubro e chegou a achar que “ele ia morrer”.

O ex-deputado federal contou que visitou Bolsonaro um dia após o segundo turno – na segunda-feira, 31 de outubro do ano passado.

“O Bolsonaro estava num estado que eu nunca vi uma situação dessas – do camarada de um dia pro outro ficar com aquela imagem. Depois de uma semana, eu até achava que ele ia morrer”, declarou Valdemar.

O presidente do PL disse que cobrou que Bolsonaro se posicionasse a respeito dos acampamentos em quartéis que negavam o resultado das eleições, pedindo que falasse com seus apoiadores.

“Ele falou: ‘Vou falar o que?’ Ele estava em uma situação muito ruim. Estava caído, derrubado”, acrescentou.

Possibilidade de derrota nunca foi discutida, diz Valdemar
Na opinião de Valdemar Costa Neto, o ex-presidente ficou nesse estado por um erro dele e de seus correligionários.

“A gente sempre discute isso em qualquer eleição: ‘Olha, pode acontecer de você perder a eleição. O que você pretende fazer?’ Discutir se a pessoa vai trabalhar com a gente, vai ficar no partido ou não. Eu nunca discuti isso com o Bolsonaro. Foi um erro meu, um erro dos meus colegas que têm experiência”, declarou à CNN.

“Aconteceu então que o Bolsonaro não estava preparado para a derrota. Ele foi derrotado e não estava preparado. Aquilo foi um baque. Depois de uma semana – e eu ia ver ele quase todo dia – achei que ele fosse até morrer. Aí passou umas três semanas ele melhorou”, completou o presidente do PL.

Segundo Valdemar, o ex-presidente contou que chegou a ficar “cinco, seis dias sem comer”.

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Cotidiano

Presidente do PL diz ter recebido diversas minutas de golpe

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O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, disse em entrevista à CNN nesta sexta-feira (27) ter recebido de populares diversas minutas que propunham um golpe de Estado após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele disse ainda que outros membros do governo receberam documentos semelhantes.

“Isso é um negócio que corria dentro do governo, o pessoal comentando: ‘olha recebi uma proposta aqui’. Eu recebia e moía. O [ex-ministro] Anderson [Torres] não fez isso. Não quero aqui defendê-lo, mas deve ter acontecido isso [receber de popular]. Muita gente poderia ter isso em qualquer lugar”, disse Valdemar.

A Polícia Federal (PF) encontrou no início de janeiro, durante busca e apreensão na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, uma proposta de decreto para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) instaurasse estado de defesa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enquanto ainda era presidente da República.

Valdemar mencionou episódio específico em que recebeu uma minuta de uma advogada em um aeroporto. Segundo o presidente do PL, a pressão de apoiadores de Bolsonaro por uma ação contra o resultado das eleições era recorrente.

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